Nordeste

Prefeitura de Vicência-PE cancela festejos juninos e usará dinheiro para ajudar as famílias que foram afetadas pelas chuvas

 

A Prefeitura de Vicência informa que foi decretado situação de emergência devido às fortes chuvas que assolaram nosso município e região. Informamos também, que decidimos pelo cancelamento dos festejos juninos em nosso município, todo os recursos serão investidos para ajudar as famílias que foram afetadas, que estão desabrigadas, e na recuperação da infraestrutura do município.

 

“Pedimos a compreensão de todos os vicencianos, o momento é de unir esforços para ajudar quem mais precisa”, dia a nota.

 

 

Compartilhe aqui:

Prefeitura de Recife anuncia cancelamento dos festejos juninos: “É tempo de cuidado com as famílias recifenses que foram afetadas pelas chuvas”

 

A prefeitura de Recife também anunciou o cancelamento dos festejos juninos.

 

No perfil do Instagram foi feito o comunicado oficial nesta manhã de segunda-feira, 30 de maio.

 

“É tempo de cuidado com as famílias recifenses que foram afetadas pelas chuvas dos últimos dias.

 

Por este motivo, o São João e São Pedro estão suspensos no Recife. Assim, todo o investimento destinado às festividades será revertido para apoiar as famílias desabrigadas. Serão 15 milhões de reais para incrementar as ações direcionadas às vítimas que tanto precisam de apoio neste momento delicado.

 

Vamos em frente, juntos.

 

Compartilhe aqui:

Fevereiro tem sexto recorde de geração de energia solar

 

O Nordeste, que atrai turistas o ano inteiro em busca de sol, vem registrando rotineiros recordes desta fonte de geração. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), no dia 24 de fevereiro, foi confirmado mais um recorde de geração solar média de 1.061 MW médios. O volume seria suficiente para atender a 8,9% da demanda de energia do subsistema Nordeste, no mesmo dia em que a marca foi registrada.

 

Esse é o sexto recorde que a geração solar alcança em fevereiro. Na mesma semana, no dia 21 de fevereiro, também ocorreu recorde de geração solar instantânea (pico) de 2.857 MW, às 11h30.

 

Sobre o ONS:

 

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) é responsável pela coordenação e pelo controle da operação das instalações de geração e transmissão de energia elétrica no Sistema Interligado Nacional (SIN), além do planejamento da operação dos sistemas isolados do país. Sob o comando do ONS estão 161 hidrelétricas em 22 bacias hidrográficas, de múltiplos proprietários, que deverão totalizar quase 110GW no SIN até 2025.

 

Atualmente, a matriz elétrica brasileira é considerada um exemplo mundial de sustentabilidade, visto que mais de 82% da energia elétrica produzida vem de fontes renováveis. Com mais de 20 anos de existência, o Operador mantém equipes atuando durante sete dias por semana, 24 horas por dia, em salas de controle localizadas no Rio de Janeiro, Brasília, Recife e Florianópolis.

 

Compartilhe aqui:

Tremores de terra são sentidos em ao menos três cidades da BA, CE e MG

 

Moradores de ao menos duas cidades nordestinas distantes quase 700 quilômetros foram surpreendidos por pequenos tremores de terra ao longo deste sábado (19).

 

Embora tenham sido captados pelo Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (LabSis-UFRN), os abalos sísmicos foram de pequena intensidade e não causaram estragos maiores.

 

Um primeiro sismo foi registrado na região de Curaçá, no norte da Bahia, por volta das 5h de ontem. A partir dos dados de suas estações sismográficas, o LabSis calcula que o tremor de terra atingiu uma magnitude preliminar de 2.1 na escala Richter (mR).

 

O segundo evento sísmico confirmado pelo LabSis-UFRN ao longo deste sábado ocorreu na região de Canindé, no norte cearense, a cerca de 100 quilômetros de Fortaleza. Por volta de 21h33, os moradores de Canindé sentiram o tremor de terra que o laboratório potiguar calcula ter atingido 2.4 mR.

 

Agência Brasil

 

Compartilhe aqui:

Cartas na língua tupi são traduzidas na íntegra pela primeira vez

 

Seis cartas na língua tupi trocadas entre indígenas no século 17 durante a invasão holandesa na Região Nordeste foram traduzidas para o português pelo professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, da Universidade de São Paulo (USP) Eduardo Navarro. Pela primeira vez, um pesquisador conseguiu traduzir os documentos integralmente.

 

“Essas cartas são os únicos documentos que existem, até agora descobertos, que foram escritos por índios no Brasil colonial, não existe mais nada. Tudo o que se sabe sobre a língua tupi foi escrito por europeus. Não tivemos documentos escritos por índios a não ser essas únicas cartas. Elas foram então escritas durante a Insurreição Pernambucana”, disse Navarro, explicando que o moderno estudo histórico valoriza as fontes originais.

 

Nas cartas, há relatos dos indígenas que lutavam na guerra travada entre portugueses e holandeses. Os indígenas convertidos ao protestantismo estavam ao lado dos holandeses que invadiram terras brasileiras, que na época era colônia portuguesa, enquanto junto aos portugueses estavam os indígenas catequizados ao catolicismo.

 

“Em 1645, começou a guerra, aí foi que alguns índios do lado português, entre os quais o mais famoso foi Felipe Camarão, escreveram cartas para seus parentes que estavam lutando no campo holandês, pedindo que eles voltassem para o lado dos portugueses, dizendo que a religião protestante era pecaminosa, que aquilo era a mesma coisa que estar com o diabo, coisas assim, dizendo que se eles não saírem do lado holandês eles seriam mortos [pelos portugueses]”, disse o professor.

 

Nas cartas, segundo o professor, Camarão pede a seus parentes Pedro Poti e Antônio Paraupaba, indígenas protestantes, que abandonassem os holandeses. Os indígenas do lado português também diziam que, caso os portugueses vencessem a guerra, os indígenas do lado holandês não seriam poupados, seriam mortos.

 

“Os holandeses eram poupados para servir depois como moeda de troca, quando eram presos assim na guerra. Mas os índios não, eram todos assassinatos. E é isso que ele estava dizendo nas cartas: vem para o nosso lado enquanto vocês podem”, disse Navarro.

 

Segundo o pesquisador, há muitas informações históricas interessantes que vão enriquecer o conhecimento sobre essa guerra e aquele momento da história do Brasil.

 

Eduardo Navarro lembra que, quando se fala de indígenas, o que se conhece foi escrito pelos europeus. “São cartas que têm um valor maior do que outras fontes, porque eles mesmo estão escrevendo aquilo que eles sentem. Felipe Camarão fala por exemplo da angústia dele de não poder mais viver segundo as tradições dos seus avós, que ele tinha vontade de reunir os índios todos para eles poderem voltar a ter a vida antiga que eles tinham.”

 

O pesquisador aponta a importância histórica das cartas “que nos trazem informações da própria pena dos que foram dominados no Brasil colonial, a pena dos derrotados da história, os índios. E também pelo ponto de vista linguístico, revela a língua tupi um pouco modificada já em meados do século 17”.

 

Essa foi a principal língua falada nos primeiros 200 anos do período colonial no país, disse.

 

Tradução

 

Estudadas desde o século 19, Navarro explica porque só foi possível traduzi-las na íntegra agora. “Primeiro, que ortografia é difícil, esses índios eram alfabetizados em português. Agora, na hora de escrever a língua tupi, eles usavam o alfabeto latino e escreviam do jeito que ouviam, do jeito que falavam, não havia regras muito precisas e tudo isso dificulta a leitura para quem não entende bem a língua.”

 

Navarro explica ainda que “depois, não havia um dicionário que reunisse todo esse conhecimento que se tem da língua [tupi] das fontes portuguesas, francesas, holandesas, todas essas nacionalidades produziram textos. Os missionários portugueses e franceses escreveram gramáticas, dicionários, vocabulários, mas era necessário reunir tudo o que se conhecia em um único texto”.

 

O professor foi o primeiro a reunir todas essas fontes, quando publicou um dicionário Tupi há oito anos. A partir daí, segundo ele, foi possível chegar à tradução completa das seis cartas que estão guardadas na Holanda, na Real Biblioteca de Haia.

 

“Esses documentos são os mais preciosos que existem no campo dos estudos de Tupi, porque são escritos pelos próprios índios, não existe mais nada que nós conheçamos que venha dos índios no período colonial brasileiro, de 1500 até a Independência.”

 

A tradução será publicada no Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi, de Belém (PA).

 

O historiador brasileiro José Hygino Pereira esteve na Holanda, onde encontrou as cartas. “Ele fotografou as cartas, no ano de 1885, e entregou as cartas nas mãos do engenheiro Teodoro Sampaio, que era também estudioso de Tupi. E ele vai tentar traduzir essas cartas no ano de 1906”.

 

Navarro disse que Sampaio escreveu um artigo contando que ele só havia conseguido compreender alguma coisa de duas das cartas, mas que as outras eram um verdadeiro mistério para ele.

 

Tempos depois, houve nova tentativa de outro estudioso na tradução, mas também sem sucesso. “Eu fiquei sabendo dessas cartas na década de 90, quando o professor da Unicamp, chamado Aryon Rodrigues, tentou traduzi-las. Ele foi à Holanda buscar essas cartas, naquela época não havia internet ainda, mas ele não conseguiu traduzir.”

 

Sobre o desfecho da situação dos indígenas do lado holandês após a guerra, Navarro contou que o alerta feito nas cartas se concretizou. “Os indígenas do lado holandês foram mortos porque os holandeses perderam a guerra, não havia perdão para os índios que estivessem com os holandeses. Com relação a Antônio Paraupaba, ele morreu na Holanda. Ele foi embora com os holandeses e morreu lá”.

 

Já Pedro Poti foi capturado pelos portugueses, sofreu tortura e morreu em 1649, segundo o professor. “Há quem diga que ele morreu na prisão portuguesa e há quem diga que ele morreu no navio indo para Portugal. Em ambos os casos, ele foi torturado, foi realmente muito maltratado”, disse.

 

Compartilhe aqui:

Governo do RN helicóptero Potiguar 01 e bombeiros militares para ajudar nas buscas e salvamentos na Bahia

 

O Governo do RN enviou neste domingo (26) equipes de salvamento e resgate para se somarem aos profissionais de outros estados nas operações de ajuda às vítimas no estado da Bahia.

 

Atendendo determinação da governadora Fátima Bezerra, o efetivo do Corpo de Bombeiros Militar do RN e militares do CIOPAER já está em Ilhéus (BA).

 

Na madrugada deste domingo, embarcam 10 policiais do CIOPAER e 8 bombeiros militares; o helicóptero Potiguar 01, três picapes e dois botes equipados com motor para salvamento.

 

O helicóptero, com cinco tripulantes, saiu no início da manhã deste domingo (26), e fez uma parada no estado de Alagoas para reabastecer e seguiu para Ilhéus (BA).

 

Outros cinco policiais do CIOPAER embarcaram na madrugada deste domingo, em uma caminhonete, levando parte dos equipamentos para operações de salvamento. Outras duas caminhonetes do Corpo de Bombeiros Militar do RN também saíram hoje, levando dois botes de alumínio, adequados a este tipo de operação de salvamento.

 

Compartilhe aqui:

Consórcio Nordeste pede cancelamento de festas de Ano Novo e carnaval

 

Depois que a prefeitura de Salvador confirmou o cancelamento da festa de Réveillon, agora cresce a pressão para que os gestores públicos decidam sobre o carnaval. O governador Rui Costa já anunciou que saúde está em primeiro lugar.

 

A Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) acaba de divulgar um estudo sobre a pandemia. Armando Castro é diretor de Estatísticas da SEI  e diz que, caso as festas de carnaval sejam realizadas, existe o risco de termos uma nova onda da covid por aqui.

 

Falar em nova onda significa aumento no número de casos, mais gente hospitalizada e sobrecarga para o sistema de saúde. Quem já enfrentou outras ondas – seja na linha de frente de combate à covid ou na posição de gestor público – não quer nem pensar nessa possibilidade.

 

O Comitê Científico do Consórcio Nordeste emitiu uma recomendação para que os estados não realizem as festas de Réveillon e o carnaval. Sérgio Rezende é professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e coordenador do Comitê Científico do Consórcio Nordeste. Ele diz por que o comitê pede que as festas de Réveillon e carnaval sejam canceladas.

 

Sobre o Réveillon, nas principais capitais a adesão à recomendação já é expressiva. Já sobre o carnaval, muitos empresários que ganham dinheiro com a festa estão ansiosos para que ela aconteça, ainda que em formatos diferenciados, com shows privados ou em circuitos alternativos, onde seja possível fazer o controle de acesso por meio de catracas. A realidade é que, mesmo sem a confirmação da realização da festa popular, ingressos para camarotes e shows estão sendo vendidos.

 

Sérgio Rezende afirma que o Comitê Cientifico do Consórcio Nordeste entende que o carnaval é muito importante para a economia do país, mas afirma que colocar milhões de pessoas nas ruas no carnaval é assumir um risco – e as consequências são imprevisíveis.

 

Edição: Rádio Nacional / Nathália Mendes

 

Compartilhe aqui:

Editora da PUC Rio lança e-book gratuito sobre o Padre Cícero, o patriarca do Nordeste

 

A Editora da PUC Rio acaba de lançar o livro “Um padre e sua fé – Cícero, história e legado”, de 265 páginas em formato de e-book e impresso. A obra é resultado das reflexões do simpósio virtual Padre Cícero Romão Batista, realizado pelo Departamento de Teologia da  PUC-Rio, de 6 e 7 de outubro de 2020, a partir de um pedido do então bispo de Crato (CE), dom Gilberto Pastana de Oliveira, e também do arcebispo do Rio de Janeiro, o cardeal dom Orani Tempesta.

 

O simpósio reuniu pesquisadores do Brasil numa programação virtual temática, de conferências e conferencistas em torno de três eixos: a) Pe. Cícero e a espiritualidade; b) Pe. Cícero e os pobres; c) Pe. Cícero e a ecologia.

 

De acordo com o padre Waldecir Gonzaga, um dos organizadores da publicação, o livro apresenta uma reflexão sobre o legado do padre Cícero, situando-o no seu contexto histórico do final do século XIX e início do século XX e o que decorreu depois quanto à devoção, o carinho e o amor popular que o padre despertou.

 

“É importante registrar todo o calor humano, todo carinho e afeto do Nordeste e do Brasil por este grande homem que foi, permanece e continuará sendo o padre Cícero. O religioso foi indicado, em 2021, como o cearense do século XX e, em 2012, eleito um dos 100 maiores brasileiros de todos os tempos”, recorda.

 

O padre informa que as premissas do simpósio, que se refletem também na publicação, foram valorizar o caminho já percorrido de estudos e pesquisas dos fatos do Juazeiro; reavaliar e apreciar as várias dimensões que marcaram a ação do Padre Cícero; e analisar o contexto histórico à luz da reforma do catolicismo brasileiro do Nordeste do Brasil.

 

Sobre o padre, após a reflexão iniciada com o seminário e sistematizada na publicação, o organizador da obra é emblemático, o considerando como o Patriarca do Nordeste. “Padre Cícero protegeu os mais fragilizados, as crianças, os doentes, o caboclo da roça, aqueles que queriam permanecer e trabalhar na sua terra, um homem plenamente ecológico que ensinou os sertanejos a plantar e cuidar, a usar as plantas medicinais para melhorar a sua vida”, disse.

 

O organizador do livro recorda que o grande desejo dos brasileiros é ter o “padim Cícero” nos altares. “Nossa intenção primeira é refletir e ajudar a Igreja do Brasil, a própria CNBB e os nossos bispos a perceberem a grande figura deste homem, o “padim”, aquele que foi e permanece sendo a grande figura para todo o Nordeste”, disse.

 

De acordo com padre Waldecir, os milhares de romeiros não têm dúvida acerca da grandiosidade do padre Cícero e sobre a sua santidade. “É preciso que olhemos com carinho, inclusive as falhas, mas também que consigamos enxergar as virtudes, os ideais e  a santidade deste homem e possamos ajudar a refletir sobre esse desejo de que padre Cícero ocupe os altares de nossa Igreja”, defende.

 

E-book gratuito:

 

Caso alguém queira a publicação impressa é necessário entrar em contato pelo e-mail: waldecir@puc-rio.br. O e-book é gratuito. Para fazer o download, basta acessar o link aqui. 

 

RCR

 

Compartilhe aqui:

Peixe raro e das profundezas do oceano morre encalhado em praia no Piauí

 

Um peixe-lua, animal raro de ser visto, foi encontrado encalhado nesta quinta-feira (1º) por moradores na Praia do Coqueiro, em Luís Correia, Litoral do Piauí. Conhecido pelo nome científico Mola mola, ele morreu horas.

 

O animal é o maior peixe ósseo conhecido e existem cinco espécies no mundo. Ele pode atingir três metros de comprimento e mais de uma tonelada. O peixe-lua encontrado no Litoral do Piauí foi conservado em uma câmara fria para servir de pesquisa e ainda não foi pesado.

 

A bióloga Verlane Magalhães, do Instituto Tartarugas do Delta, contou que o animal chegou se batendo e morreu. Segundo ela, essa a primeira vez que a espécie foi encontrada viva no Litoral do Piauí.

 

“Ele foi recolhido e armazenado em uma câmara fria para servir como material didático, através do Ecomuseu. Já encontramos outras vezes, mas as carcaças em decomposição nas praias”, comentou.

 

O professor de biologia marinha César Fernandes, Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFPar), explicou que o peixe-lua vive nas profundezas do oceano e por isso é raro de ser visto pelos humanos. Apesar da aparência esquisita, o animal é comestível.

 

“O peixe-lua é da espécie Masturus lanceolatus, vive cerca de 700 metros de profundidade e por isso a aparição é incomum nas praias, ainda mais vivo. Talvez ele tenha sido arrastado por uma correnteza muito forte”, disse.

 

G1/PI

 

Compartilhe aqui:

Região Nordeste do país apresenta o segundo pior índice de perdas de água do Brasil

 

O Instituto Trata Brasil, com parceria institucional da Asfamas (Associação Brasileira dos Fabricantes de Materiais para Saneamento) e com elaboração da consultoria GO Associados, apresenta o mais novo estudo, intitulado “PERDAS DE ÁGUA POTÁVEL (2021, ano base 2019): DESAFIOS PARA A DISPONIBILIDADE HÍDRICA E AO AVANÇO DA EFICIÊNCIA DO SANEAMENTO BÁSICO”.

 

O material foi feito a partir de dados públicos do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS, ano base 2019) e contempla uma análise do Brasil, das 27 Unidades da Federação e as cinco regiões, bem como as 100 maiores cidades – os mesmos municípios do Ranking do Saneamento Básico.

 

No Brasil quase 40% (39,2%) de toda água potável captada não chega de forma oficial as residências do país, demonstrando a grande ineficiência na distribuição de água pelas regiões. Todo esse volume perdido, equivale a 7,5 mil piscinas olímpicas de água tratada desperdiçada diariamente ou sete vezes o volume do Sistema Cantareira – maior conjunto de reservatórios para abastecimento do Estado de São Paulo. Portanto, esse volume seria suficiente mais que suficiente para levar água aos quase 35 milhões de brasileiros que até hoje não possuem acesso nem para lavar as mãos em plena pandemia. Além de atender a este enorme contingente de brasileiros, no que se refere ao impacto ambiental, o volume de água que poderia ser economizado da natureza, o que certamente ajudaria a manter mais cheios os rios e reservatórios espalhados pelo país. Como é de conhecimento de todos, em várias localidades brasileiras estamos vivendo escassez de chuvas e, de acordo com o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), a precipitação deste ano pode ser o menor dos últimos 91 anos colocando em risco os reservatórios de água para abastecimento, mas também os voltados à geração de energia elétrica.

Cenário das região Nordeste em relação às perdas de água

 

A situação de perdas no Brasil apresenta grande disparidade quando se comparam as diversas regiões. A região Nordeste possui o segundo pior Índice de Perdas de Água na Distribuição do país, ficando atrás apenas da região Norte, evidenciando que essas regiões devem enfrentar maiores desafios para reduzirem os índices. O Nordeste desperdiça 45,7% de toda água que é produzida, ou seja, a cada 100 litros produzidos, 45 não chega de forma oficial aos habitantes da região.

 

Em referência ao Índice de Perdas no Faturamento Total (IPFT), indicador que buscar avaliar, em termos percentuais, o nível da água não faturada do sistema de abastecimento, o Nordeste apresentou uma piora no índice entre 2015 e 2019.

 

Em relação ao Índice de Perdas por Ligação (litros/dia), indicador que avalia o nível de perdas da água efetivamente consumida em termos unitários, apresentando a segunda pior média entre as regiões, o Nordeste do país registra perda de 346,39 L/ligação/dia, isto é, fora do padrão de excelência de 216 L/ligação/dia, apontado no estudo.

 

É importante ressaltar que esse indicador não é necessariamente comparável entre regiões, uma vez que ele tende a aumentar quanto maior for o volume de água produzido ou quão maior for a taxa de ocupação das residências (número de habitantes por ligação).

 

PERDAS DE ÁGUA NOS ESTADOS DA REGIÃO NORDESTE

 

Sete estados da região Nordeste apresentam o Índice de Perdas na Distribuição maiores do que a média nacional de 39,2%, conforme aponta Quadro 1.

 

O estado do Maranhão apresenta os piores índices de perdas de água da região Nordeste, mais da metade de toda água que é produzida no estado não chega de forma oficial para a população. Ademais, em referência ao Índice de Perdas por Ligação, o Maranhão perde 803 L/ligação/dia.

 

Os estados de Alagoas e da Paraíba demonstram os menores números dos índices de distribuição e perdas por ligação, respectivamente, contudo, também superiores a outros estados brasileiros e regiões.

 

O volume de água desperdiçada no Brasil equivale a 7,5 mil piscinas olímpicas de água tratada desperdiçada diariamente. A Bahia perde o equivalente a 407 piscinas olímpicas diárias de água potável, sendo o maior desperdício entre os estados da região Nordeste – o cálculo, nesse caso, é feito em cima do Índice de Perda de Faturamento. Logo após, o Maranhão perde 349 piscinas olímpicas, o menor desperdício é da Paraíba, que perde diariamente 68 piscinas olímpicas.

 

Perdas de água dos maiores municípios da Região Nordeste

 

Um dos objetivos do estudo é apresentar o desempenho dos 100 municípios mais populosos do Brasil. Essas cidades abarcam cerca de 40% da população total do país. Dentre os municípios brasileiros apresentados figuram 20 cidades da região Nordeste.

 

São Luís, capital do Maranhão, apresenta os piores índices entre as 20 cidades do nordeste presentes no estudo. Os índices negativos estabelecem a capital entre os piores das 100 cidades em todos os indicadores de perdas de água.

 

Ao analisar as 100 maiores cidades do Brasil, o Índice de Perdas na Distribuição aponta desafios para diversos municípios. Entre as 10 cidades com piores índices no Brasil, três municípios são da região Nordeste: São Luís (MA) com 63,78%; Paulista (PE) com 60,11% e Recife (PE) com 57,92%. É possível analisar que entre os três municípios do Nordeste, dois desses são capitais nacionais.

 

CONCLUSÃO

 

Os estados e municípios da região Nordeste devem enfrentar grandes desafios para reduzirem os índices de perdas, justamente por significa perda de recurso hídrico potável para consumo direto da sociedade. A região enfrentou a pior seca da história entre 2012 até o final de 2018, que resultou em várias cidades sem acesso à água regularmente.

 

O Nordeste do país ainda apresenta indicadores negativos de saneamento básico, como por exemplo, mais de 14 milhões de habitantes que vivem na região não possuem acesso à água potável, bem como quase 40 milhões habitam em residências sem sistemas de esgotamento sanitário. Somente 33% dos esgotos são tratados a região, o que demonstra uma preocupação maior com os recursos hídricos que estão sendo agredidos com lançamento de esgoto sem tratamento diariamente nos nove estados.

 

Compartilhe aqui:

ABC empata com o Confiança pela Copa do Nordeste

 

O ABC enfrentou o Confiança/SE nesse sábado (13), no Estádio Frasqueirão, pela 3ª rodada da Copa do Nordeste 2021, e ficou no empate em 1 a 1. Netinho fez o gol abecedista, enquanto Bruninho marcou para o time sergipano.

 

Com o resultado, o Alvinegro chegou aos cinco pontos ganhos e ficou na 3ª colocação na classificação do Grupo B. A próxima partida na competição está marcada para o domingo (21), contra o Treze/PB, às 18h, no Estádio Amigão, em Campina Grande (PB).

 

Antes disso, o ABC entra em campo para enfrentar o Rio Branco VN, do Espírito Santo, pela primeira fase da Copa do Brasil. O confronto está agendado para quarta-feira (17), às 15h30, no estádio Olímpio Perim, em Venda Nova do Imigrante. Melhor no ranking da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o time potiguar garante a classificação à segunda fase com um empate.

 

Compartilhe aqui:

Reservas hídricas potiguares acumulam 42% da sua capacidade

 

O Governo do Estado, por meio do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn), monitora os 47 reservatórios, com capacidades superiores a cinco milhões de metros cúbicos (m³), responsáveis pelo abastecimento das cidades potiguares.

 

Relatório do Volume dos Principais Reservatórios Estaduais, divulgado nesta quinta-feira (11), indica que as reservas hídricas superficiais totais do RN atualmente acumulam 1.853.685.447 m³, correspondentes a 42,35% da sua capacidade total, que é de 4.376.444.842 m³.

 

No dia 11 de março de 2020, as reservas hídricas do estado somavam 1.074.472.983 m³, percentualmente, 24,55% da sua capacidade total.

 

A barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves (foto), maior reservatório do RN, situado na região do Vale do Açu, acumula 1.222.022.132 m³, equivalentes a 51,5% da sua capacidade total, que é de 2.373.066.510 m³.

 

No mesmo período de 2020, o manancial estava com 569.897.840 m³, correspondentes a 24,02% do seu volume total, ressalta nota da assessoria de comunicação social do Igarn.

 

Compartilhe aqui:

Águas da transposição do rio São Francisco chegam ao Castanhão

 

Após mais de uma década de espera, as águas do Rio São Francisco chegaram ao Açude Castanhão nesta quarta-feira, 10. O anúncio foi feito pelo governador Camilo Santana (PT), por meio de suas redes sociais.

 

O repórter fotográfico Aurélio Alves fez imagens exclusivas da chegada das águas e do Castanhão no dia em que se encontrou com a transposição:

 

 

“Momento histórico para o nosso Estado. As águas do São Francisco percorreram os 300 km, incluindo o Cinturão das Águas, e chegaram ao açude Castanhão na tarde desta quarta-feira. Cerca de 4,5 milhões de cearenses serão beneficiados com a garantia hídrica da RMF, Cariri e Baixo e Médio Jaguaribe”, disse Camilo.

 

O governador lembra que a Comporta do CAC para receber as águas do São Francisco foi aberta no último dia 1º, em Missão Velha, e a previsão inicial era de chegar ao Castanhão em 30 dias, mas as chuvas intensas aceleraram o processo de transferência das águas. Essa foi uma luta de todos os cearenses!”, completou.

 

Além de representar uma garantia hídrica no abastecimento de parte do Ceará, o novo fluxo deve estimular a atividade produtiva rural no Vale do Jaguaribe.

 

Durante o primeiro dia de março, foi realizada a abertura da comporta do km 53 das obras do Cinturão das Águas do Ceará (CAC), dando início ao caminho concluído nesta quarta-feira.

 

Antes da chegada ao açude Castanhão as águas do Velho Chico, misturadas com as águas da chuva, passaram por Jati, Missão Velha, Icó, Aurora, Lavras da Mangabeira, Jaguaribe e Jaguaribara. Técnicos da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) fizeram o monitoramento diário desde o dia 1º, onde foi aberta a comporta do Cinturão das Águas, e vão continuar com o monitoramento do nível do açude Castanhão para medir a vazão que vai entrando no reservatório.

 

O professor universitário e médico, Odorico Moraes, que tem aproveitado o momento para fazer registros na região do Castanhão, celebra o marco.

 

“Todos os cearenses esperam desde o primeiro projeto são 174 anos para que isso pudesse se concretizar, o momento que utilizaríamos as águas do São Francisco. Então, isso criou grande expectativa para a população. Principalmente para as pessoas que dependem da água do São Francisco, e para nós, de Fortaleza, em função do abastecimento da cidade”.

 

Do Castanhão, a água do São Francisco percorre o Eixão das Águas até a Região Metropolitana de Fortaleza, onde abastece a Capital e o Complexo Industrial e Portuário do Pecém.

 

O Povo

 

Compartilhe aqui:

Cantor da banda Chicana morre em acidente de carro na Bahia

O cantor da banda baiana Chicana, Tarcísio Freitas de Oliveira, de 36 anos, morreu em um acidente de carro, na tarde deste sábado (19), na BR-116, trecho entre as cidades de Tanquinho e Feira de Santana, a cerca de 100 km de Salvador. A morte de Tay, como era conhecido no meio artístico, foi confirmada ao G1 pela família.

De acordo com Edilson Freitas, irmão mais velho do cantor, Tay voltava da cidade de Candeal, que fica a cerca de 60 km de Feira de Santana, onde o artista morava. O cantor tinha se apresentado no município e retornava para casa quando o acidente aconteceu, por volta das 17h.

Ainda segundo Edilson, Tay tentou desviar de um carro que fazia uma ultrapassagem e o veículo que ele dirigia acabou capotando e saindo da pista. Ele viajava sozinho e morreu no local do acidente.

Não há informações sobre o condutor do veículo que teria feito a ultrapassagem. O G1 tentou contato com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) para saber mais informações sobre o acidente, mas, até a publicação desta reportagem, não conseguiu.

Uma equipe da Polícia Civil esteve no local do acidente para acompanhar a perícia e o levantamento cadavérico. O corpo de Tay foi levado para Instituto Médico Legal (IML) de Feira de Santana, e foi liberado na noite deste sábado. O local e horário do sepultamento ainda não foram definidos pela família.

Momentos antes do acidente, o cantor Tay postou uma selfie nas redes sociais com a legenda “Vou ali e volto já”. Em seguida, ele postou outra foto dele com parte da letra da música “O que é, o que é”, de Gonzaguinha. O trecho usado pelo cantor diz: “E a vida, e a vida o que é, diga lá meu irmão”. Depois, o artista ainda chegou a postar um vídeo em que mostra a estrada, durante a viagem de volta para casa, e no qual ele deseja bom final de semana aos seguidores.

G1/BA

Compartilhe aqui:

Novo tremor de magnitude 6,9 é registrado no mar do Nordeste

Um tremor sísmico de magnitude 6.9 foi sentido próximo ao arquipélago de São Pedro e São Paulo, a nordeste de Fernando de Noronha, por volta das 21h43 desta sexta-feira (18). O monitoramento foi feito pela Rede Sismográfica Brasileira.

Segundo o Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (Labsis – UFRN), que opera a Rede Sismográfica, o evento foi sentido a cerca de 282km do arquipélago de São Pedro e São Paulo, e a 816km do arquipélago de Fernando de Noronha. Outros locais de referência são, Natal, a 1.193km de distância e Recife, a 1.338km.

Pequisadores da região podem ter sentido o tremor por meio de aparelhos, porém, devido a localização próxima ao arquipélago inóspito de São Pedro e São Paulo, existe a possibilidade de não haver registros visíveis.

Além disso, o Labsis também informa que não há risco de tsunami, mesmo tendo possibilidade de réplicas do tremor nas próximas horas ou dias. “Isso porque o movimento dessa falha sísmica é do tipo transcorrente, ou seja, há apenas um movimento horizontal, é não o vertical que pode gerar tsunamis”, informa o comunicado.

De acordo com Eduardo Menezes, pesquisador do Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (LabSis/UFRN), o evento é normal para a região e não trás preocupação para o Brasil porque está muito longe de regiões habitadas.

 

Compartilhe aqui:

Meteoro brilhante é visto no céu do Nordeste; veja o vídeo

https://www.facebook.com/BlogDoEdilsonSilva/videos/671176330134723/

Um grande bólido – um meteoro brilhante que explode na atmosfera – foi observado no Sertão do Pernambuco e estados vizinhos na noite dessa quarta-feira (15), segundo a ONG Rede Brasileira de Observação de Meteoros (Bramon).

O fenômeno, que entrou na atmosfera perto da cidade de Serra Talhada, no Pernambuco, foi registrado às 18h59 por sete câmeras do portal Clima Ao Vivo, parceiro da Bramon.

Alguns moradores de Pernambuco, Paraíba, Ceará e Bahia disseram ter acompanhado o evento. A Bramon busca agora reunir os relatos dessas testemunhas para determinar a trajetória e as características do bólido, como tamanho e massa. O assunto ganhou muito destaque nas redes sociais.

De acordo com a ONG, análises preliminares mostram que o fenômeno passou pelas cidades de Princesa Isabel, na Paraíba, e Carnaíba, em Pernambuco. A partir daí, seguiu na direção sudeste e desapareceu no céu ao sul do município pernambucano de Arcoverde.

Compartilhe aqui:

Prefeito na Bahia diz que reabrirá comércio ‘morra quem morrer’

O prefeito de Itabuna, Fernando Gomes, causou polemica ao anunciar o relaxamento do isolamento social. Em uma live com jornalista desta quarta-feira, 1, ele disse que estabelecimentos comercias da cidade do sul da Bahia irão reabrir as portas a partir do dia 9 de julho “morra quem morrer”.

O vídeo tem circulado nas redes sociais e virou alvo de críticas.

Após a polêmica, a prefeitura de Itabuna, por meio de nota, disse que o prefeito foi mal interpretado e que ele está contrariado com a situação da cidade.

O município havia definido inicialmente a reabertura para ontem. Porém, como os leitos de UTI para pacientes da covid-19 estão com capacidade esgotada, foi preciso recuar.

Segundo a Secretaria de Saúde da Bahia, o município de Itabuna soma mais de 2,6 mil casos confirmados do novo coronavírus e 58 mortes.

A polêmica fala do prefeito de Itabuna repercutiu nas redes sociais indo parar nos assuntos mais comentados do Twitter nesta manhã.

A deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP) foi uma das internautas que criticaram a fala do prefeito Fernando Gomes.: “Esse é Fernando Gomes, prefeito de Itabuna – BA. Ele vocalizou a lógica bolsonarista nessa pandemia: banalização da morte e desprezo pela vida. Prefere atacar a quarentena ao invés de combater o coronavírus. É por culpa desses criminosos que o Brasil já passou de 60 mil mortos”.

O prefeito de itabuna dizendo ”morra quem morrer” sobre a reabertura do comércio.. mano?? isso é absurdo em tantos níveis parece um sociopata falando eu sinceramente não sei o que vai ser desse país porque pelo jeito sempre pior”, escreveu uma internauta.

Compartilhe aqui:

Nordeste passa de 10 mil mortes por covid-19

O Nordeste confirmou mais 425 mortes por covid-19 até a noite desta quarta-feira (3) e contabiliza 10.066, segundo o boletim diário do Ministério da Saúde com as atualizações do coronavírus no país. A região concentra 204.535 casos confirmados.

Dentre os nove estados que compõe o Nordeste, o Ceará está em situação mais crítica por apresentar um total de 56.056 infectados e 3.605 falecidos com a doença. Com números de mortes próximos a ele, contabilizando 3.012, está o Pernambuco que contém 36.463 casos.

No Rio Grande do Norte, o número de casos progrediu de 8.233 mil a 9.149 em um dia, um aumento de 916 infectados. Quanto aos óbitos, o estado confirmou 367, porém, segundo a Secretaria de Estado de Saúde do Estado (Sesap), existem outros 69 sendo investigados.

De acordo com o boletim nacional do coronavírus, a Paraíba passou a contabilizar 16.018 infectados e 414 óbitos. Entre os quatro citados acima, os vizinhos Paraíba e Rio Grande do Norte têm números altos, porém distantes dos registrados por Ceará e Pernambuco.

O Maranhão é segundo da região em número de infectados, registrando 38.174 e passa de  mil mortes contabilizando 1.028 delas, confirmadas nesta quarta-feira (3). A Bahia tem 22.451 casos e 762 mortes; Alagoas, 12.407 infectados e 506 falecidos. Esses três estados têm em comum um número elevado de infectados com baixo índice de óbitos em relação ao total de casos.

Sergipe (7.989 casos e 180 mortes) e Piauí (5.828 infectados e 192 falecidos) apresentam os menores índices da contaminação no Nordeste.

Ranking de mortes por estado

1º Ceará – 3.605

2º Pernambuco -3.012

3º Maranhão – 1.028

4º Bahia – 762

5º Alagoas – 506

6º Paraíba – 414

7º Rio Grande do Norte – 367

8º Piauí – 192

9º Sergipe – 180

Ranking de infectados por estado

1º Ceará – 56.056

2º Maranhão – 38.174

3º Pernambuco – 36.463

4º Bahia – 22.451

5º Paraíba – 16.018

6º Alagoas – 12.407

7º Rio Grande do Norte – 9.149

8º Sergipe – 7.989

9º Piauí – 5.828

Compartilhe aqui:

Junho inicia com previsão de chuva para o Nordeste

O mês de junho inicia com previsão de chuva para todo o Nordeste. Tudo por conta de umas das 5 frentes frias que este mês promete quase todas na primeira metade do mês.

Na avaliação do meteorologista Filipe Pungirum, da equipe de previsão de clima da Climatempo “ as massas de ar polar voltam a avançar com força sobre o país e continuaremos com episódios de frio intenso.

Na Região Nordeste, alguns episódios de DOLs (Distúrbios Ondulatórios de Leste) vão causar chuva na faixa leste da Região.

A chuva de maio foi volumosa e frequente sobre o Norte e o Nordeste do Brasil. Vale destacar os diversos eventos de chuva forte em capitais nordestinas O mês fecha com chuva acima média em Salvador, Natal, Fortaleza e João Pessoa.

Compartilhe aqui:

Bacias do Paranaíba e do São Francisco têm melhor período chuvoso desde 2012

As chuvas observadas na região central do Brasil, em especial no Sudeste e Nordeste, têm permitido uma significativa recuperação do armazenamento das hidrelétricas de algumas das principais bacias hidrográficas do país. Destaque para as Bacias do São Francisco e Paranaíba, que anotam, até agora, o melhor período chuvoso desde 2012/2013, informaram na tarde desta quinta-feira (27) técnicos do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Em março, um mês que historicamente registra volume significativo de precipitações, deve melhorar mais o cenário. Especialista do operador comentou, no entanto, que a previsão é de chuvas para os próximos dias nas bacias do São Francisco, Paranaíba e Grande, bem como na região Norte. Durante reunião do Programa Mensal de Operação (PMO), os técnicos do ONS informaram que a Bacia do São Francisco está com chuva acumulada acima da média, em 102%, e a perspectiva é alcançar 110% da chuva acumulada até os primeiros dias de março.

Diante disso, o operador deixou de solicitar a modulação das usinas São Francisco, o que permitiria uma recuperação mais rápida dos reservatórios de Sobradinho e Xingó, com perspectiva de até o final do período chuvoso liberar a usinas para a operação normal, com maior vazão. Isso depende, no entanto, de efetivar um armazenamento na ordem de 60%. Atualmente, o nível do reservatório de Sobradinho está em 45,8%. Já na usina de Três Marias, o nível de armazenamento está em 88,2%, por isso, a política de operação da usina será alterada.

Na bacia do Paranaíba, o ONS destacou que a chuva acumulada estava em 97% neste fim de fevereiro e, diante das previsões de chuva, a perspectiva é alcançar 100% da média histórica de precipitação. O armazenamento da bacia já está 2,5% acima da mesma etapa do ano passado e apenas a usina Emborcação está em nível abaixo do verificado em fevereiro de 2019. Outra bacia relevante para a operação do sistema elétrico nacional, a do Rio Grande, tem acumulação 18,6% acima de igual etapa do ano passado. A chuva acumulada está em 93% da média e a previsão é manter esse número até a primeira semana de março.

Fonte: www.domtotal.com

Compartilhe aqui: