Religião

Em 29 de junho é celebrado o Dia de São Pedro e São Paulo

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Estas são festividades típicas da Igreja Católica, em honra ao martírio dos apóstolos São Pedro e São Paulo, principais líderes no surgimento da Igreja Cristã.
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São Pedro e São Paulo: conheça a história dos santos juninos
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Pedro era um pescador no Mar da Galileia e largou sua vida para seguir Jesus, sendo apontado como seu sucessor entre os doze apóstolos e teve a missão de construir uma igreja que continuasse a obra do Messias.
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Uma das histórias mais conhecidas sobre a vida de Pedro foi a ocasião em que o apóstolo negou Jesus três vezes ao seu mestre ser preso, sendo tomado pelo arrependimento em seguida.
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Para os católicos, São Pedro recebeu a missão de ser líder da Igreja de Cristo, assim como diz as escrituras “Tu és pedra, e sobre essa pedra edificarei a minha igreja” (Mateus 16:18).
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Por outro lado, Paulo de Tarso, cuja conversão ocorreu quando estava em direção à cidade de Damasco, conforme os registros de Atos 9:3-5: “Durante a viagem, estando já em Damasco, subitamente o cercou uma luz resplandecente vinda do céu. Caindo
por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: ‘Saulo, Saulo, por que me persegues?’. Saulo então diz: ‘Quem és, Senhor?’. Respondeu Ele: ‘Eu sou Jesus, a quem tu persegues.”
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Paulo, anteriormente chamado de Saulo de Tarso, foi um dos grandes perseguidores da Igreja e dos discípulos de Cristo. No entanto, converteu-se, mudou de nome e se tornou um dos grandes evangelizadores da igreja primitiva, tornando-se um dos responsáveis pela sua expansão.
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Ambos morreram martirizados. São Pedro foi crucificado, mas pediu para que a cruz ficasse de cabeça para baixo, pois não se sentia digno de ter a mesma morte que seu mestre. Já São Paulo foi degolado em Roma.
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Juventude católica jucurutuense já se mobiliza em torno da tradicional confecção de tapetes de Corpus Christi

 

Juventude católica jucurutuense já se mobiliza em torno da tradicional confecção de tapetes de Corpus Christi. Desde o início da manhã desta quinta-feira, 16/06/2022 os tapetes artesanais, feitos com o uso de materiais como serragem, sal, borra de café e areia, são admirados por quem visita o centro da cidade.

 

É por esse trajeto que passará o cortejo formado por padres e diáconos que conduzem o ostensório com a hóstia consagrada.

 

Essa tradição veio para o Brasil através dos portugueses.

 

 

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Paróquia de Jucurutu divulga programação de Celebração de Corpus Christi 2022

 

O Padre Carlos Eduardo presidirá a solenidade de Corpus Christi nesta quinta-feira (16), às 18h30, com procissão saindo da Igreja de Santa Izabel e missa na Matriz de São Sebastião, no centro.

 

A procissão do Santíssimo Sacramento acontecerá antes da missa e seguirá pelas ruas de Jucurutu (RN), encerrando com a bênção do Santíssimo Sacramento.

 

Programação de Corpus Christi em Jucurutu:

 

04h30 – Confecção do tapete de Corpus Cristi

12h – Missa e Exposição do Santíssimo na Igreja de Santa Izabel

13h às 18h30 – Adoração ao Santíssimo Sacramento

18h30 – Procissão saindo da Capela da Vila para Igreja Matriz

19h – Missa de Corpus Christi na Matriz

 

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Abertas as inscrições para o Festival Nacional de Música Católica – VEM

 

A Obra Evangelizar anunciou que estão abertas as inscrições para todo o Brasil da temporada 2022 do VEM – Festival de Voz, Evangelização e Música. O programa irá revelar vozes e composições católicas de artistas do país.

 

É um grande evento cultural, com variados estilos musicais e referências regionais diversas, este festival é muito mais que um incentivo aos compositores é um atrativo para que esses artistas recebam o apoio de renomados músicos do segmento. A visibilidade em rede nacional proporcionada pela TV e Rádios Evangelizar é a oportunidade de transformar suas canções em verdadeiro hinos de louvor.

 

O festival se justifica de forma muito clara! Se evangelizar é preciso, e na busca de acessar os corações e manifestar a mensagem dos Céus, a música é uma poderosa ferramenta.

 

Para esta edição, serão mais de 200 colaboradores envolvidos diretamente com o festival que neste ano apresentará inúmeras novidades.

 

Para melhor organização, o VEM setorizou todos os estados da federação em três regionais: Norte – representando dos estados do Norte e Centro Oeste; Nordeste – representando os estados do nordeste; e Sul – representando os estados do sul e sudeste. As audições acontecerão no Paraná, Pernambuco e Tocantins. Os selecionados participarão das eliminatórias e da grande final em Curitiba-PR, totalizando seis episódios ao vivo do programa na televisão.

 

Serão três cantores premiados, concorrendo nas seguintes categorias: melhor canção, melhor interprete e voto popular.

 

Os prêmios de melhor composição incluem, troféu; gravação do single em estúdio e violão. Como melhor intérprete, troféu; gravação do single em estúdio e gravação de clipe musical da composição vencedora. E por fim, como intérprete mais querido do público, troféu; gravação do single em estúdio e um microfone.

 

Dessa forma, o VEM se consolida como um dos principais festivais de música católica do país, e passa a integrar permanentemente a grade anual de programação da Tv e das Rádios Evangelizar.

 

O Festival contará com jurados técnicos, teológicos e artísticos, e apresentações com canções autorais, além de uma final que promete sensibilizar a todos, com apuração ao vivo dos votos dos telespectadores.

 

As Inscrições iniciaram no dia 12 de maio e irão até o dia 27 de junho. Os critérios de participação são: ser maior de idade e participar com ao menos uma música autoral no repertório.

 

Se você se encaixa nas condições a cima, ou conhece o candidato ideal, faça a inscrição por meio do site do VEM, lá você também acessa as informações gerais e o regulamento do Festival, no endereço: www.vemfestival.com.br

 

Inscreva-se e acompanhe:

 

Youtube –TVEvangelizarOficial

Facebook –TVEvangelizarOficial

Instagram – evangelizartv

Inscrições até 27 de junho e regulamento completo pelo site: www.vemfestival.com.br

 

Créditos imagens: Felipe Gusso

 

 

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Paróquia de São Sebastião de Jucurutu deixará de cobrar taxas de batizados e casamentos e se manterá apenas com o dízimo, ofertas e doações

 

Após realização da Quinzena Missionária do Dízimo, a Paróquia de São Sebastião de Jucurutu aboliu as taxas para realização de batizados e casamentos e fez opção pelo dizimo, doações e as ofertas.

 

De acordo com Pe. Carlos Eduardo a decisão foi tomada junto ao Conselho Econômico da Paróquia que após reunião decidiu que os fiéis a partir de agora não pagarão pelos sacramentos do batismo e matrimônio.

 

O padre ainda disse que “A nossa igreja será sustentada apenas com o dízimo, doações e as ofertas dos fiéis” e fez o apelo para que os católicos sejam dizimistas contribuindo com a manutenção da Paróquia.

 

Aos que desejarem ser dizimista devem procurar a Secretaria Paroquial, ou alguém da pastoral do dízimo, ou o plantão do dízimo na Igreja Matriz durante as celebrações, e nas comunidades rurais devem procurar alguém da pastoral.

 

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Temporada de festas juninas chega com tudo. Confira programação do Arraiá da Paróquia de Jucurutu

 

O mês de junho chegou e trouxe consigo não somente as chuvas e o friozinho, que são características desta época, mas também as tão aguardadas festas juninas.

 

O compasso do forró, o casamento caipira, as comidas típicas, as bandeirolas, as quadrilhas, a fogueira, todos esses fatores combinam para um dos eventos mais aguardados pelos jucurutuenses.

 

Pensando nisso, a paróquia de São Sebastião de Jucurutu, através dos organizadores do Arraiá Paroquiá, já estão preparados para tirar a poeira das barraquinhas e intensificar os preparativos.

 

Confira programação:

 

 

 

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Segue a todo vapor os serviços de restauração da Matriz de São Sebastião de Jucurutu

 

Os serviços de restauração da pintura externa da Igreja Matriz de São Sebastião, localizada no centro do município de Jucurutu, seguem a todo vapor.

 

Com ajuda da comunidade católica que sempre esteve atenta as necessidades do lugar sagrado, Pe. Carlos Eduardo, pároco da cidade, segue otimista na expectativa da conclusão dos trabalhos.

 

Próxima etapa será iluminação externa, sonhar e lutar pela climatização, um antigo sonho dos fiéis jucurutuenses.

 

Confira imagens atualizadas:

 

 

 

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Registros do encerramento do Mês Mariano de 2022 em Jucurutu

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No sexto mês Deus enviou o anjo Gabriel a Nazaré, cidade da Galileia, a uma virgem prometida em casamento a certo homem chamado José, descendente de Davi. O nome da virgem era Maria. O anjo, aproximando-se dela, disse: “Alegre-se, agraciada! O Senhor está com você!” – Lucas 1:26-28.
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No dia 31 de maio, como forma de homenagem a Santa Mãe, Maria Santíssima, tivemos o encerramento da programação dedicada à Nossa Senhora, mãe de Jesus.
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A Santa Missa foi presidida pelo pároco de Jucurutu, Padre Carlos Eduardo, e teve a presença dos diáconos, coroinhas, anjos, pastorais e toda comunidade católica.
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Foi uma grande e maravilhosa homenagem para, assim, encerrarmos com chave de ouro esse Mês Mariano.
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Que Nossa Senhora de Fátima sempre nos abençoe e guarde.
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Duas missas encerram a Semana da Comunicação e marcam a celebração do 56º Dia Mundial das Comunicações Sociais

 

Pelo terceiro ano consecutivo, a Pascom Brasil celebra o 56º Dia Mundial das Comunicações Sociais com uma programação ao longo da Semana de Comunicação. A atividade que abriu a semana foi a Leitura Orante da Palavra de Deus no dia 23 de maio, às 19h30.

 

O roteiro foi preparado pelo Cristonautas Brasil e contou com a meditação da Palavra da religiosa paulina e ex-assessora da Comissão Episcopal Pastoral para Comunicação da CNBB, irmã Elide Fogolari, e pelo secretário do Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB), por Márcio Oliveira. O texto bíblico que conduziu a reflexão será Marcos 12,28-34.

 

segunda atividade da Semana da Comunicação aconteceu dia 26 de maio (quinta-feira), com início às 19h30. O aprofundamento da mensagem do Papa Francisco para o 56º Dia Mundial das Comunicações Sociais foi conduzido pelo Grupo de Reflexão sobre Comunicação da CNBB.

 

Parceiros na realização da Semana

 

Neste ano, outros setores comunicativos da Igreja no Brasil participam da organização: a Assessoria de Comunicação e a Comissão de Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Signis Brasil, os Jovens Conectados, o Ministério de Comunicação Social da Renovação Carismática Católica (RCC), a Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB) e o Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB). As atividade estão sendo transmitidas pelo pelo canal da CNBB no YouTube, e no dia 29 de maio, duas celebrações eucarísticas com transmissão por TVs de inspiração católica.

 

Para baixar a identidade visual, cards de divulgação e subsídio de celebração, clique aqui.

 

Celebrações na intenção dos comunicadores

 

No domingo da Ascensão do Senhor, comunicadores de todo o Brasil poderão celebrar o Dia Mundial das Comunicações por meio da transmissão de duas celebrações eucarísticas, em sua intenção, direto do Santuário Basílica de Nossa Senhora da Piedade, em Caeté (MG).

 

A primeira celebração, às 8h, será presidida pelo arcebispo de Belo Horizonte e presidente da CNBB, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, com transmissão pelas emissoras de inspiração católica TV Horizonte, TV Rede Século 21, TV Rede Vida e TV Canção Nova .

 

Às 15h, a segunda celebração será presidida pelo bispo auxiliar de Belo Horizonte e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB, Dom Joaquim Mol, com transmissão pela TV Horizonte, TV Imaculada, TV Aparecida, TV Pai Eterno, TV Nazaré, TV Evangelizar e Web TV Bom Jesus. Ao final da celebração, será divulgada uma carta dos setores comunicativos que organizam a Semana da Comunicação.

 

Mensagem do Papa Francisco

“Escutar com o ouvido do coração”

 

Queridos irmãos e irmãs!

 

No ano passado, refletimos sobre a necessidade de “ir e ver” para descobrir a realidade e poder narrá-la a partir da experiência dos acontecimentos e do encontro com as pessoas. Continuando nesta linha, quero agora fixar a atenção noutro verbo, “escutar”, que é decisivo na gramática da comunicação e condição para um autêntico diálogo.

 

Com efeito, estamos perdendo a capacidade de ouvir a pessoa que temos à nossa frente, tanto na teia normal das relações quotidianas como nos debates sobre os assuntos mais importantes da convivência civil. Ao mesmo tempo, a escuta está experimentando um novo e importante desenvolvimento em campo comunicativo e informativo, através das várias ofertas de podcast e chat audio, confirmando que a escuta continua essencial para a comunicação humana.

 

A um médico ilustre, habituado a cuidar das feridas da alma, foi-lhe perguntada qual era a maior necessidade dos seres humanos. Respondeu: “O desejo ilimitado de ser ouvidos”. Apesar de frequentemente oculto, é um desejo que interpela toda a pessoa chamada a ser educadora, formadora, ou que desempenhe de algum modo o papel de comunicador: os pais e os professores, os pastores e os agentes pastorais, os operadores da informação e quantos prestam um serviço social ou político.

 

Escutar com o ouvido do coração

 

A partir das páginas bíblicas aprendemos que a escuta não significa apenas uma percepção acústica, mas está essencialmente ligada à relação dialogal entre Deus e a humanidade. O “shema’ Israel – escuta, Israel” (Dt 6, 4) – as palavras iniciais do primeiro mandamento do Decálogo – é continuamente lembrado na Bíblia, a ponto de São Paulo afirmar que “a fé vem da escuta” (Rm 10, 17). De fato, a iniciativa é de Deus, que nos fala, e a ela correspondemos escutando-O; e mesmo este escutar fundamentalmente provém da sua graça, como acontece com o recém-nascido que responde ao olhar e à voz da mãe e do pai. Entre os cinco sentidos, parece que Deus privilegie precisamente o ouvido, talvez por ser menos invasivo, mais discreto do que a vista, deixando consequentemente mais livre o ser humano.

 

A escuta corresponde ao estilo humilde de Deus. Ela permite a Deus revelar-Se como Aquele que, falando, cria o homem à sua imagem e, ouvindo-o, reconhece-o como seu interlocutor. Deus ama o homem: por isso lhe dirige a Palavra, por isso “inclina o ouvido” para o escutar.

 

O homem, ao contrário, tende a fugir da relação, a virar as costas e “fechar os ouvidos” para não ter de escutar. Esta recusa de ouvir acaba muitas vezes por se transformar em agressividade sobre o outro, como aconteceu com os ouvintes do diácono Estêvão que, tapando os ouvidos, atiraram-se todos juntos contra ele (cf. At 7, 57).

 

Assim temos, por um lado, Deus que sempre Se revela comunicando-Se livremente, e, por outro, o homem, a quem é pedido para sintonizar-se, colocar-se à escuta. O Senhor chama explicitamente o homem a uma aliança de amor, para que possa tornar-se plenamente aquilo que é: imagem e semelhança de Deus na sua capacidade de ouvir, acolher, dar espaço ao outro. No fundo, a escuta é uma dimensão do amor.

 

Por isso Jesus convida os seus discípulos a verificar a qualidade da sua escuta. ”Vede, pois, como ouvis” (Lc 8, 18): faz-lhes esta exortação depois de ter contado a parábola do semeador, sugerindo assim que não basta ouvir, é preciso fazê-lo bem. Só quem acolhe a Palavra com o coração “bom e virtuoso” e A guarda fielmente é que produz frutos de vida e salvação (cf. Lc 8, 15). Só prestando atenção a quem ouvimos, àquilo que ouvimos e ao modo como ouvimos é que podemos crescer na arte de comunicar, cujo cerne não é uma teoria nem uma técnica, mas a “capacidade do coração que torna possível a proximidade” (Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium, 171).

 

Ouvidos, temo-los todos; mas muitas vezes mesmo quem possui um ouvido perfeito, não consegue escutar o outro. Pois existe uma surdez interior, pior do que a física. De fato, a escuta não tem a ver apenas com o sentido do ouvido, mas com a pessoa toda. A verdadeira sede da escuta é o coração. O rei Salomão, apesar de ainda muito jovem, demonstrou-se sábio ao pedir ao Senhor que lhe concedesse “um coração que escuta” (1 Rs 3, 9). E Santo Agostinho convidava a escutar com o coração (corde audire), a acolher as palavras, não exteriormente nos ouvidos, mas espiritualmente nos corações: “Não tenhais o coração nos ouvidos, mas os ouvidos no coração”.[1] E São Francisco de Assis exortava os seus irmãos a “inclinar o ouvido do coração”.[2]

 

Por isso, a primeira escuta a reaver quando se procura uma comunicação verdadeira é a escuta de si mesmo, das próprias exigências mais autênticas, inscritas no íntimo de cada pessoa. E não se pode recomeçar senão escutando aquilo que nos torna únicos na criação: o desejo de estar em relação com os outros e com o Outro. Não fomos feitos para viver como átomos, mas juntos.

 

A escuta como condição da boa comunicação

 

Há um uso do ouvido que não é verdadeira escuta, mas o contrário: o espionar. De fato, uma tentação sempre presente, mas que neste tempo da social web parece mais assanhada, é a de procurar saber e espiar, instrumentalizando os outros para os nossos interesses. Ao contrário, aquilo que torna boa e plenamente humana a comunicação é precisamente a escuta de quem está à nossa frente, face a face, a escuta do outro abeirando-nos dele com abertura leal, confiante e honesta.

 

Esta falta de escuta, que tantas vezes experimentamos na vida quotidiana, é real também, infelizmente, na vida pública, onde com frequência, em vez de escutar, “se fala pelos cotovelos”. Isto é sintoma de que se procura mais o consenso do que a verdade e o bem; presta-se mais atenção à audience do que à escuta. Ao invés, a boa comunicação não procura prender a atenção do público com a piada foleira visando ridicularizar o interlocutor, mas presta atenção às razões do outro e procura fazer compreender a complexidade da realidade. É triste quando surgem, mesmo na Igreja, partidos ideológicos, desaparecendo a escuta para dar lugar a estéreis contraposições.

 

Na realidade, em muitos diálogos, efetivamente não comunicamos; estamos simplesmente à espera que o outro acabe de falar para impor o nosso ponto de vista. Nestas situações, como observa o filósofo Abraham Kaplan,[3] o diálogo não passa de duólogo, ou seja um monólogo a duas vozes. Ao contrário, na verdadeira comunicação, o eu e o tu encontram-se ambos “em saída”, tendendo um para o outro.

 

Portanto, a escuta é o primeiro e indispensável ingrediente do diálogo e da boa comunicação. Não se comunica se primeiro não se escutou, nem se faz bom jornalismo sem a capacidade de escutar. Para fornecer uma informação sólida, equilibrada e completa, é necessário ter escutado prolongadamente. Para narrar um acontecimento ou descrever uma realidade numa reportagem, é essencial ter sabido escutar, prontos mesmo a mudar de ideia, a modificar as próprias hipóteses iniciais.

 

Com efeito, só se sairmos do monólogo é que se pode chegar àquela concordância de vozes que é garantia duma verdadeira comunicação. Ouvir várias fontes, “não parar na primeira locanda” – como ensinam os especialistas do ofício – garante credibilidade e seriedade à informação que transmitimos. Escutar várias vozes, ouvir-se – inclusive na Igreja – entre irmãos e irmãs, permite-nos exercitar a arte do discernimento, que se apresenta sempre como a capacidade de se orientar numa sinfonia de vozes.

 

Entretanto para quê enfrentar este esforço da escuta? Um grande diplomata da Santa Sé, o cardeal Agostinho Casaroli, falava de “martírio da paciência”, necessário para escutar e fazer-se escutar nas negociações com os interlocutores mais difíceis a fim de se obter o maior bem possível em condições de liberdade limitada. Mas, mesmo em situações menos difíceis, a escuta requer sempre a virtude da paciência, juntamente com a capacidade de se deixar surpreender pela verdade – mesmo que fosse apenas um fragmento de verdade – na pessoa que estamos a escutar. Só o espanto permite o conhecimento. Penso na curiosidade infinita da criança que olha para o mundo em redor com os olhos arregalados. Escutar com este estado de espírito – o espanto da criança na consciência dum adulto – é sempre um enriquecimento, pois haverá sempre qualquer coisa, por mínima que seja, que poderei aprender do outro e fazer frutificar na minha vida.

 

A capacidade de escutar a sociedade é ainda mais preciosa neste tempo ferido pela longa pandemia. A grande desconfiança que anteriormente se foi acumulando relativamente à “informação oficial”, causou também uma espécie de “info-demia” dentro da qual é cada vez mais difícil tornar credível e transparente o mundo da informação. É preciso inclinar o ouvido e escutar em profundidade, sobretudo o mal-estar social agravado pelo abrandamento ou cessação de muitas atividades econômicas.

 

A própria realidade das migrações forçadas é uma problemática complexa, e ninguém tem pronta a receita para a resolver. Repito que, para superar os preconceitos acerca dos migrantes e amolecer a dureza dos nossos corações, seria preciso tentar ouvir as suas histórias. Dar um nome e uma história a cada um deles. Há muitos bons jornalistas que já o fazem; e muitos outros gostariam de o fazer, se pudessem. Encorajemo-los! Escutemos estas histórias! Depois cada qual será livre para sustentar as políticas de migração que considerar mais apropriadas para o próprio país. Mas então teremos diante dos olhos, não números nem invasores perigosos, mas rostos e histórias de pessoas concretas, olhares, expectativas, sofrimentos de homens e mulheres para ouvir.

 

Escutar-se na Igreja

 

Também na Igreja há grande necessidade de escutar e de nos escutarmos. É o dom mais precioso e profícuo que podemos oferecer uns aos outros. Nós, cristãos, esquecemo-nos de que o serviço da escuta nos foi confiado por Aquele que é o ouvinte por excelência e em cuja obra somos chamados a participar. “Devemos escutar através do ouvido de Deus, se queremos poder falar através da sua Palavra”.[4] Assim nos lembra o teólogo protestante Dietrich Bonhöffer que o primeiro serviço na comunhão que devemos aos outros é prestar-lhes ouvidos. Quem não sabe escutar o irmão, bem depressa deixará de ser capaz de escutar o próprio Deus.[5]

 

Na ação pastoral, a obra mais importante é o “apostolado do ouvido”. Devemos escutar, antes de falar, como exorta o apóstolo Tiago: “cada um seja pronto para ouvir, lento para falar” (1, 19). Oferecer gratuitamente um pouco do próprio tempo para escutar as pessoas é o primeiro gesto de caridade.

 

Recentemente deu-se início a um processo sinodal. Rezemos para que seja uma grande ocasião de escuta recíproca. Com efeito, a comunhão não é o resultado de estratégias e programas, mas edifica-se na escuta mútua entre irmãos e irmãs. Como num coro, a unidade requer, não a uniformidade, a monotonia, mas a pluralidade e variedade das vozes, a polifonia. Ao mesmo tempo, cada voz do coro canta escutando as outras vozes na sua relação com a harmonia do conjunto. Esta harmonia é concebida pelo compositor, mas a sua realização depende da sinfonia de todas e cada uma das vozes.

 

Cientes de participar numa comunhão que nos precede e inclui, possamos descobrir uma Igreja sinfônica, na qual cada um é capaz de cantar com a própria voz, acolhendo como dom as dos outros, para manifestar a harmonia do conjunto que o Espírito Santo compõe.

 

Roma, São João de Latrão, na Memória de São Francisco de Sales, 24 de janeiro de 2022.

 

FRANCISCO

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[1] «Nolite habere cor in auribus, sed aures in corde» (Sermo 380, 1: Nova Biblioteca Agostiniana 34, 568).

[2] Carta à Ordem inteiraFontes Franciscanas, 216.

[3] Cf. «The life of dialogue», in J. D. Roslansky (ed.), Communication. A discussion at the Nobel Conference (North-Holland Publishing Company – Amesterdão 1969), 89-108.

[4] D. Bonhöfffer, La vita comune (Queriniana – Bréscia 2017), 76.

[5] Cf. ibid., 75.

 

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Mensagem de Dom Joaquim Mol, bispo auxiliar de Belo Horizonte e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB

 

Para celebrar bem este 56º Dia Mundial das Comunicações Sociais acolhemos com grande alegria uma mensagem de Dom Joaquim Mol, bispo auxiliar de Belo Horizonte e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB.

 

#escutar #papafrancisco #igrejasinodal #pascombrasil #comunicar

 

 

 

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Terço das Mulheres participa do Novenário Mariano e jantar de confraternização em homenagem as mães da pastoral

 

Vivenciando as alegrias do evangelho e proclamando que Maria é bem aventurada, integrantes da Pastoral Terço das Mulheres da Paróquia de São Sebastião de Jucurutu estiveram reunidas na Novena Mariana que ocorreu na noite desta quarta, 25/05 na Matriz. Momento conduzido pelo Diácono João Crispim e por Arthur, Ministro da Sagrada Eucaristia.

 

A Maria o nosso amor, nosso olhar e o nosso carinho, porque é Ela, é Maria que nos coloca nessa escola, escola do discipulado, escola do seguimento de Jesus.

 

A mulher tem um papel importante dentro de sua família: cuidar, rezar e educar na fé. São tarefas importantes que a Mulher do Terço desenvolve dentro de sua casa.

 

A Mulher do Terço é a Mãe de Família, é aquela que reza, cuida e está sempre presente na vida da Igreja. E esse é o nosso desejo, de construir com as mulheres uma Igreja mais missionária, uma Igreja que canta as Glórias de Maria.

 

Após novena aconteceu um jantar de confraternização com presença do Pe. Carlos Eduardo para homenagear as mães da pastoral.

 

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FESTA DE SANTANA 2022: Pavilhão Cultural terá Waldonys, Padre Reginaldo Manzotti e outras atrações ‘gratuitas’

 

A festa de Santana de 2022 promete.

 

Serão anunciadas algumas atrações nacionais de peso para abrilhantar a festa de Nossa Senhora Santana, padroeira de Caicó, para esta ano.

 

Os nomes cotados para estarem no PAVILHÃO CULTURAL são o do Padre Reginaldo Manzotti, cantor Nonato Neto, Messias Paraguai e o forrozeiro Waldonys.

 

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Mensagem de pesar do Pe. João Medeiros Filho pelo falecimento de João Felinto

 

O Padre João Medeiros nascido e ordenado no município de Jucurutu/RN, enviou uma mensagem pelo falecimento de João Felinto, comerciante jucurutuense, ocorrido em 23 de maio.

 

Impossibilitado de participar presencialmente da Missa da Esperança que ocorreu na manhã desta terça-feira, 24 na Matriz de São Sebastião, o sacerdote encaminhou um áudio para que fosse transmitido durante a celebração de despedida.

 

Pe. João Medeiros já exerceu os cargos de Pároco de São Sebastião (Jucurutu), Vigário Paroquial da Catedral de Santana de Caicó, Pároco de São José na Cidade de Caicó, Chanceler da Cúria Diocesana de Caicó, Governador do Bispado de Caicó (pró-vigário geral) e Diretor do Departamento Diocesano de Ação Social de Caicó. O Sacerdote é um intelectual com vários livros publicados e membro da Academia Norte Rio Grandense de Letras.

 

Confira a íntegra da mensagem de condolências aos familiares e amigos de João Felinto:

 

 

 

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Semana da Comunicação acontece de 23 a 29 de maio com celebrações e momento de aprofundamento

 

As atividades da Semana da Comunicação serão realizadas nos dias 23 e 26 de maio, com transmissão pelo canal da CNBB no YouTube, e no dia 29 de maio, duas celebrações eucarísticas com transmissão por TVs de inspiração católica.

 

Pelo terceiro ano consecutivo, a Pascom Brasil celebrará a Semana da Comunicação, em preparação ao 56º Dia Mundial das Comunicações Sociais. Neste ano, outros setores comunicativos da Igreja no Brasil participam da organização: a Assessoria de Comunicação e a Comissão de Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Signis Brasil, os Jovens Conectados, o Ministério de Comunicação Social da Renovação Carismática Católica (RCC), a Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB) e o Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB). As atividades serão realizadas nos dias 23 e 26 de maio, com transmissão pelo canal da CNBB no YouTube, e no dia 29 de maio, duas celebrações eucarísticas com transmissão por TVs de inspiração católica.

 

Para baixar a identidade visual, cards de divulgação e subsídio de celebração, clique aqui. 

Leitura Orante da Palavra de Deus 

 

No dia 23 de maio (segunda-feira), a partir de 19h30, acontece a primeira atividade, com a Leitura Orante da Palavra de Deus. O roteiro foi preparado pelo Cristonautas Brasil e contará com a meditação da Palavra da Ir. Elide Fogolari, religiosa paulina e ex-assessora da Comissão Episcopal Pastoral para Comunicação da CNBB, e por Márcio Oliveira, secretário do Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB). O texto bíblico que conduzirá a reflexão será Marcos 12,28-34.

 

A leitura orante da Palavra de Deus é um dos métodos mais eficazes de se ter contato com a Palavra de Deus. Não se trata de fazer uma leitura corrida das páginas sagradas, mas uma leitura rezada. A Lectio Divina tem uma história de pelo menos 2.500 anos. No Antigo Testamento o povo de Israel rezava a Palavra e usava a Palavra para rezar. No livro de Neemias 8, 2-10 encontramos que o povo se reuniu para ouvir Neemias e ler o livro desde a manhã até ao meio dia.

Aprofundamento da mensagem do Papa Francisco

 

A segunda atividade da Semana da Comunicação acontece no dia 26 de maio (quinta-feira), com início às 19h30. O aprofundamento da mensagem do Papa Francisco para o 56º Dia Mundial das Comunicações Sociais será conduzido pelo Grupo de Reflexão sobre Comunicação da CNBB. Colaboram na reflexão os professores e pesquisadores Andréia Gripp, Aline Amaro, Irmã Joana Puntel, Moisés Sbardelotto e Ricardo Alvarenga. A mediação será feita coordenador-geral da Pascom e membro do grupo, Marcus Tullius.

Celebrações na intenção dos comunicadores 

 

No domingo da Ascensão do Senhor, comunicadores de todo o Brasil poderão celebrar o Dia Mundial das Comunicações por meio da transmissão de duas celebrações eucarísticas, em sua intenção, direto do Santuário Basílica de Nossa Senhora da Piedade, em Caeté (MG).

 

A primeira celebração, às 8h, será presidida pelo arcebispo de Belo Horizonte e presidente da CNBB, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, com transmissão pelas emissoras de inspiração católica TV Horizonte, TV Rede Século 21, TV Rede Vida e TV Canção Nova .

 

Às 15h, a segunda celebração será presidida pelo bispo auxiliar de Belo Horizonte e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB, Dom Joaquim Mol, com transmissão pela TV Horizonte, TV Imaculada, TV Aparecida, TV Pai Eterno, TV Nazaré, TV Evangelizar e Web TV Bom Jesus.

 

Ao final da celebração, será divulgada uma carta dos setores comunicativos que organizam a Semana da Comunicação.

Como se preparar?

 

A Pascom Brasil disponibilizou o subsídio “Escutar com o ouvido do Coração” em preparação para o 56º Dia Mundial das Comunicações Sociais. O conteúdo foi produzido pelo GT Formação da Pascom Brasil e tem o objetivo de auxiliar os agentes da Pascom no aprofundamento das reflexões propostas pelo Papa Francisco nes sobre o tema escolhido pelo Papa Franscisco e sua reflexão na mensagem “Escutar com o ouvido do coração”.

 

A Pascom-Brasil orienta cada realidade pastoral (comunidade, paróquia, diocese e regional) a se servir do material da melhor forma, promovendo encontros de forma presencial ou on-line. Dentre as novidades do subsidio, estão textos de apoio sobre a temática da escuta e da sinodalidade, roteiro para rodas de conversa, além de dicas de livros e filmes sobre o assunto.

 

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Pascom Diocesana realiza encontro em comemoração ao 56º Dia Mundial das Comunicações Sociais

 

A Pastoral da Comunicação Diocesana, (PASCOM), realizou uma manhã de espiritualidade e formação com os agentes da Pascom de toda Diocese de Caicó/RN, neste sábado, dia 21 de maio, com o intuito de celebrar 56º Dia Mundial das Comunicações Sociais (DMCS), que tem como tema: “Escutar com o ouvido do coração”.

 

O evento aconteceu no Auditório do Dom Wagner em Caicó, às 8h com acolhida dos municípios participantes e oração inicial.

 

A manhã de espiritualidade/formação é voltada para todos os comunicadores e agentes das Pascom(s) paroquiais da Diocese, inclusive as paróquias que ainda não tem implantada pastoral.

 

Durante o encontro Padre Marcos, Coordenador Diocesano da Pastoral da Comunicação, fez uma reflexão da mensagem do Papa Francisco para o 56º Dia Mundial das Comunicações Sociais. Em seguida foram realizados atividades em grupo e apresentação dos trabalhos.

 

A data será celebrada no dia 29 de maio de 2022.

 

a comunhão não é o resultado de estratégias e programas, mas edifica-se na escuta mútua entre irmãos e irmãs” – Papa Francisco.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Jucurutu: Pe. Carlos Eduardo e fiéis seguem com obras de restauração da pintura externa da Matriz de São Sebastião

 

A Matriz de São Sebastião de Jucurutu foi criada em 1º de setembro de 1874. O local passa por obras de restauro e recuperação de toda sua pintura externa.

 

O início dos trabalhos se concretizaram com a chegada do Pe. Carlos Eduardo de Lira, administrador paroquial, que juntamente com os filhos de Jucurutu vem realizando diversas ações em prol da arrecadação de fundos para quitação das despesas com a obra.

 

Para que esse sonho se tornasse realidade foi preciso empenho, união e dedicação do sacerdote e dos fiéis católicos que não poupam esforços para concluírem o projeto.

 

A Matriz de São Sebastião de Jucurutu representa a visibilidade da fé herdada dos nossos pais. É o coração de Jucurutu, nosso cartão postal. É um importante símbolo religioso. Quem chega ao município quer visitar a casa de Deus e nosso objetivo é proporcionar aos fiéis e visitantes um espaço limpo e agradável para aqueles que buscam um momento de espiritualidade e encontro com o criador”, destacou Pe. Carlos.

 

O trabalho de restauração da pintura teve início em 02 de maio de 2022.

 

 

 

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O que é a Pastoral da Comunicação?

 

Rádio Aparecida – Dentro das demais pastorais na Igreja, uma das mais importantes e que faz com que as demais trabalhem em conjunto na missão da necessidade da Igreja em se comunicar é a Pastoral da Comunicação, que é carinhosamente chamada de Pascom.

 

“É a pastoral que dá suporte as outras pastorais e movimentos para poder se comunicar entre elas”, afirma padre Carlinhos.

 

Quem sente o desejo de fazer parte dessa pastoral não precisa, necessariamente, ter algum vínculo com a comunicação como profissão, mas sim a desenvoltura para com os propósitos:

 

– fazer com que a Palavra de Deus ecoe para lugares mais distantes;

 

– ajudar a Igreja a transmitir a mensagem dela para as demais;

 

– auxiliar a comunidade a se comunicar entre si;

 

– divulgar eventos e palestras para que possam chegar a mais pessoas.

 

Trata-se, em poucas palavras, de uma assessoria dentro da Igreja.

 

Entenda:

 

 

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Procissão Luminosa de Fátima voltou às ruas de Jucurutu nesta sexta (13/05)

 

Em Jucurutu a Procissão das Velas ou Procissão Luminosa, como também é conhecida, aconteceu nesta sexta-feira (13) em homenagem à Nossa Senhora de Fátima, quando os devotos saem às ruas iluminando o percurso e entoando cânticos e orações.

 

A procissão das velas saiu às 18he30min. da Capela de Nossa Senhora de Fátima, localizada no Novo Horizonte, percorrendo ruas do bairro  e após ocorreu celebração da Santa Missa presidida pelo Pe. Carlos Eduardo.

 

 

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Com ajuda dos fiéis, Pe. Carlos Eduardo inicia restauração da pintura externa da Matriz de Jucurutu

 

Já teve início desde 02 de maio de 2022, os trabalhos de restauração da pintura externa da Matriz de São Sebastião no município de Jucurutu/RN. Há tempos que o local mostra sinais de que precisa de uma reforma/restauração.

 

Alguns dos pontos mais visíveis destes problemas podem ser vistos na sua lateral externa, onde a tinta está se soltando, tem ainda demais fatores como a umidade em períodos chuvosos que contribuem para o agravamento da situação.

 

Inicialmente os serviços incluem raspagem, retirada das partes da pintura antiga que estão caindo, limpeza, restauração dos pontos críticos e lixamento. Em seguida será aplicada uma nova pintura revitalizando o espaço religioso. As melhorias da Matriz terá um significado muito especial para os devotos.

 

Padre Carlos Eduardo, pároco, ao lado dos fiéis católicos, jucurutuenses e amigos na capital estão realizando várias ações objetivando arrecadar fundos em prol desta força-tarefa.

 

É o restauro da única igreja matriz da cidade, veiculada à diocese de Caicó, um dos principais cartões de visita para os turistas e visitantes no município.

 

História da Matriz de São Sebastião de Jucurutu

 

Existe uma tese que defende que a construção da Capela de São Sebastião ocorreu no ano de 1862 e foi construída pelo fundador daquela cidade, Antônio Batista dos Santos, em cumprimento de uma promessa a São Sebastião, se voltasse vivo da revolução de Pinto Madeira.

 

Hoje a atual Igreja Matriz de São Sebastião foi construída no local da antiga capela. De acordo com o historiador Nanael Simão a capela da fazenda Jucurutu era um pequeno templo construído a partir de elementos extraídos da natureza local: os tijolos que compunham as espessas paredes e colunas eram produzidos e unificados com o barro extraído no Riacho Saquinho, assim como as telhas que cobriam a construção, que eram modeladas e queimadas rusticamente.

 

A capela de São Sebastião possibilitou que a crescente população local desfrutasse de assistência religiosa, uma vez que a religião católica predominante nos sertões do Seridó não dispensava aos seus adeptos a adesão aos sacramentos como: Batismo, Comunhão, Matrimônio, Confissão e Extrema Unção.

 

Dom Vital, Bispo de Olinda – PE, foi quem criou a paróquia de São Sebastião de Jucurutu/RN em 1º. de Setembro de 1874. Com a criação da Diocese de Natal, a partir de 29 de Dezembro de 1909, todo o território do RN passou a pertencer eclesiasticamente a essa instituição.

 

Confira no registro do Blog Edilson Silva:

 

 

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