Tempo

Inmet emite alerta de acumulado de chuvas para Natal e mais 42 cidades do RN; veja lista

 

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta amarelo de perigo potencial de acumulado de chuva para 43 cidades do Rio Grande do Norte. O alerta vale até as 11h desta segunda-feira (23).

 

Para as cidades sob alerta de chuvas, há previsão de chuvas entre 20 e 30 milímetros por hora ou 50 milímetros por dia. Nestas cidades, há baixos riscos de alagamentos e deslizamentos.

 

As instruções gerais para a população, ainda de acordo com o instituto, envolvem, evitar enfrentar o mau tempo, observar alteração nas encostas, evitar uso de aparelhos eletrônicos ligados à tomada e, em caso de urgência, acionar a Defesa Civil (telefone 199) e o Corpo de Bombeiros (telefone 193).

 

Cidades com alerta de acumulado de chuvas:

 

  1. Arês
  2. Baía Formosa
  3. Bom Jesus
  4. Brejinho
  5. Canguaretama
  6. Ceará-Mirim
  7. Espírito Santo
  8. Extremoz
  9. Goianinha
  10. Ielmo Marinho
  11. Januário Cicco
  12. Jundiá
  13. Lagoa de Pedras
  14. Lagoa Salgada
  15. Macaíba
  16. Maxaranguape
  17. Montanhas
  18. Monte Alegre
  19. Natal
  20. Nísia Floresta
  21. Nova Cruz
  22. Parazinho
  23. Parnamirim
  24. Passagem
  25. Pedra Grande
  26. Pedro Velho
  27. Poço Branco
  28. Pureza
  29. Rio do Fogo
  30. Santo Antônio
  31. São Gonçalo do Amarante
  32. São José de Mipibu
  33. São Miguel do Gostoso
  34. São Pedro
  35. Senador Elói de Souza
  36. Senador Georgino Avelino
  37. Serrinha
  38. Taipu
  39. Tibau do Sul
  40. Touros
  41. Várzea
  42. Vera Cruz
  43. Vila Flor

G1RN

 

Compartilhe aqui:

Anticiclone Lúcifer: a preocupante onda de calor que fez Sicília bater 48,8ºC, recorde de temperatura na Europa

.

A ilha italiana da Sicília pode ter enfrentado a maior temperatura já registrada na história na Europa: 48,8°C.

.

Autoridades regionais informaram sobre o registro, que precisa ser comprovado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), perto de Siracusa na quarta-feira (11/8).

.

De acordo com a OMM, o atual recorde oficial na Europa é 48°C, registrado em Atenas, Grécia, em 1977.

.

A última onda de calor na Itália está sendo causada por um anticiclone — apelidado de Lúcifer — vindo da África. Os anticiclones são áreas de alta pressão atmosférica formada pelo ar que se afunda.

.

A previsão é que Lúcifer siga para o norte através da Itália continental, aumentando ainda mais as temperaturas em cidades como Roma, capital do país.

.

O Ministério da Saúde da Itália emitiu alertas “vermelhos” para calor extremo em várias regiões e o número de cidades com maior risco para a saúde deve aumentar de oito para 15 até sexta-feira.

.

A onda de calor no Mediterrâneo, que viu alguns países registrarem suas temperaturas mais altas em décadas, levou à propagação de incêndios florestais no sul da Itália, com Sicília, Calábria e Puglia as regiões mais afetadas.

.

Os bombeiros italianos disseram na quarta-feira que estiveram envolvidos em mais de 300 operações na Sicília e na Calábria ao longo de um período de 12 horas, lutando durante a noite para controlar as chamas que queimam milhares de hectares de terra.

.

Três mortes relacionadas ao incêndio — duas na Calábria e uma na Sicília — foram notificadas pela imprensa italiana.

.

Na Grécia, os incêndios florestais continuam por todo o país, alimentados por ventos fortes e vegetação seca.

.

Equipes estrangeiras estão ajudando a combater incêndios no que o primeiro-ministro, Kyriakos Mitsotakis, descreveu como um “verão do pesadelo”.

.

As mudanças climáticas aumentam o risco de clima quente e seco, que, por sua vez, tendem a alimentar incêndios florestais.

.

O mundo já aqueceu cerca de 1,2°C desde o início da era industrial e as temperaturas continuarão subindo, a menos que os governos ao redor do mundo façam cortes drásticos nas emissões.

.

Na segunda-feira, o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), ligado à ONU, divulgou um importante relatório dizendo que a atividade humana está tornando os eventos climáticos extremos mais comuns.

.

BBC

.

Compartilhe aqui:

RN sofre redução de 35,7% nas chuvas em 2021

Foto: Edilson Silva – Jucurutu/RN

As chuvas, de janeiro à julho de 2021, estão 35,7% abaixo do esperado no Rio Grande do Norte, conforme análise da Unidade Instrumental de Meteorologia da Empresa de Pesquisa do Rio Grande do Norte (Emparn).

 

O volume médio acumulado de chuvas foi de 477,7 milímetros (mm) enquanto que o esperado para o período era de 761,4 mm.

 

“Embora o ano tenha começado com a presença do fenômeno La Niña no Oceano Pacífico – condição favorável para a ocorrência de chuvas dentro na normalidade, o aquecimento das águas na bacia tropical Norte e o esfriamento acima do normal na bacia tropical Sul, manteve os ventos alísios de sudeste mais fortes do que o normal, dificultando a atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), principal sistema meteorológico causador de chuvas no Nordeste no período de fevereiro a maio”, analisou o meteorologista, chefe da unidade, Gilmar Bristot.

 

A região Oeste choveu 19,2% abaixo do esperado, de acordo com Bristot é a única região que apresentou uma certa regularidade na ocorrência de chuvas neste período. “Algumas localidades da região do Alto Oeste como os municípios de Pau dos Ferros, Rafael Fernandes, Itaú e outros apresentaram normalidade no volume de chuvas”, disse.

 

No período, na região Leste choveu 533,8 mm, enquanto que o esperado era 1074,4mm; na região Central foram observados 402,3mm porém o esperado era de 591 mm e na região Agreste choveu apenas 371,7mm e o esperado era 634,2mm.

 

Balanço das chuvas de julho

 

As chuvas no mês de julho de 2021 ficaram 78,3% abaixo do esperado no estado. O volume médio esperado para todo território potiguar era de 78,2mm, porém foram registrados apenas 18,3mm.

 

“Os maiores volumes de chuvas ocorreram na região leste. De modo geral, observou-se a predominância de chuva acumulada abaixo de 20mm em praticamente todo o interior do Estado”, comentou o chefe da Unidade, Gilmar Bristot.

 

Em todas as regiões do RN os acumulados registrados ficaram abaixo do esperado. Na região Oeste, a equipe observou volume médio de 8,5mm, enquanto que o esperado era de 27,4mm, na região Central, o volume registrado foi de 4,5mm e o esperado era 26,9mm. Já no Agreste, 6,9mm enquanto que o esperado era de 81,7mm e no Leste o volume médio observado foi de 53,3mm, e o esperado era 176,8mm.

 

De acordo com Bristot, esse cenário é decorrente da atuação do sistema de brisa, principalmente na região metropolitana da Grande Natal e litoral Sul. “ A predominância de vento soprando da direção sul, frio e seco, dificultou na presença de instabilidades de origem oceânicas, comuns de acontecerem nesta época do ano sobre a região Leste do Nordeste”, disse.

 

Compartilhe aqui:

Brasil: Cidades do Rio Grande do Sul registram queda de neve; veja a lista

 

Com a nova onda de frio que atinge diversos regiões do Brasil, algumas cidades do Rio Grande do Sul registraram queda de neve. Uma delas foi Gramado, na Serra Gaúcha.

 

Na noite desta quarta-feira (28), o fenômeno fez diversas pessoas pararem os carros no meio do trânsito para tirarem fotos e se divertirem. O município é conhecido por ser um dos grandes pontos turísticos do estado e a movimentação ficou ainda mais intensa com a neve.

 

Segundo informações da empresa de meteorologia MetSul, as cidades que registraram neve e/ou chuva congelada nesta quarta-feira (28) foram:

 

Canela
Caxias do sul
Gramado
São Francisco de Paula
Passo Fundo
Bom Jesus
Soledade
Santa Maria do Herval
Canguçu
Pelotas
Morro Redondo
Bento Gonçalves
Nova Alvorada
Nova Petrópolis
Nova Prata
Cruz Alta
Carlos Barbosa
Caçapava do Sul
Rio Grande
Guaporé
São José do Norte
Farroupilha
Bagé
Santa Vitoria do Palmar
Passa Sete
Sobradinho
Herval
Viamão

 

 

Compartilhe aqui:

Meteorologia explica massa de ar polar que atingirá o Brasil

 

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) vem atualizando informações sobre a nova massa de ar polar que causará “frio intenso” nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e no sul da Região Norte entre os dias 28 de julho e 1º de agosto.

 

Segundo meteorologistas, as temperaturas começam a declinar de forma acentuada a partir de hoje (27) no Rio Grande do Sul. A frente fria deverá trazer chuvas para os três estados da Região Sul, estendendo-se também ao sul de Mato Grosso do Sul para, amanhã (28), chegar em algumas localidades do Sudeste, como o leste de São Paulo, o sul de Minas Gerais e, em seguida, no Rio de Janeiro e Espírito Santo.

 

Em um vídeo disponibilizado no site do Inmet, a meteorologista Morgana Almeida informa que, eventualmente, em áreas de maior altitude, entre os dias 29 e 31, as temperaturas mínimas ficarão entre -6ºC e -8ºC. “Teremos, pelo menos durante três dias consecutivos, temperaturas máximas inferiores a 10ºC na Região Sul”, disse.

 

O Inmet acrescenta que, ainda no dia 28, a presença de um ciclone extratropical no Oceano Atlântico intensificará os ventos no litoral da Região Sul e também favorecerá a incursão de umidade nas serras gaúcha e catarinense.

 

“A combinação de umidade com o ar frio poderá favorecer a ocorrência de chuva congelada e/ou queda de neve nas áreas de maior altitude”, acrescenta a Meteorologia ao informar que persiste a previsão de que – entre os dias 28 e 31 de julho – o ar frio predominará por toda a Região Sudeste, Centro-Oeste e sudoeste da Amazônia Legal, ocasionando mais um episódio de friagem.

 

Entre os dias 30 de julho e 1º de agosto, a previsão é de que o ar frio avance sobre sul da Bahia e partes do interior da Região Nordeste, com “declínios de temperaturas entre 6ºC e 4°C, especialmente nas áreas de maior altitude”.

 

Destaques

 

Entre os destaques climáticos elencados pelo Inmet está a persistência de chance de “mais um evento de queda de neve” nas serras gaúcha e catarinense, de forma “fraca e bem isolada” entre os dias 28 e 29, não sendo descartada a possibilidade de chuva congelada ou neve na serra do Sudeste no Rio Grande do Sul.

 

Os dias mais críticos – em termos de menores temperaturas, mínimas e máximas na Região Sudeste – serão 29 e 30 deste mês, com mínimas entre -2°C e -5°C na Serra da Mantiqueira, divisa entre São Paulo e Minas Gerais e máximas abaixo de 15°C em parte da região, especialmente nas regiões metropolitanas de São Paulo e Belo Horizonte. “Também são previstas temperaturas negativas no sul do Mato Grosso do Sul e no sudeste de São Paulo”.

 

Geadas

 

Com relação a geadas, a Meteorologia informou que há previsão de “geadas amplas, que podem chegar com forte intensidade em algumas áreas, em todo interior do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, além do sul e sudoeste do Paraná e, com menores chances, de forma mais pontual e de menor intensidade, entre o noroeste do Paraná e o extremo sul do Mato Grosso do Sul”.

 

Há também previsão de “geada ampla” dia 29 em praticamente toda a Região Sul, sul de Mato Grosso do Sul e sudeste de São Paulo. Não está descartada a possibilidade de chuva congelada nas áreas de maior altitude da Serra da Mantiqueira, localizada na divisa entre São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

 

No dia 30, a previsão de geada se entende para todo o estado de São Paulo, sul, Campo das Vertentes, oeste, Triângulo e Alto Paranaíba em Minas Gerais. Na Serra da Mantiqueira, a geada poderá ter intensidade de moderada a forte. Há também possibilidade de geada, de forma mais isolada, no sul de Goiás.

 

*Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil

 

Compartilhe aqui:

Brasil pode ter uma das mais intensas ondas de frio deste século na próxima semana

 

Uma massa de ar frio de origem polar de grande intensidade vai invadir o Brasil na próxima semana e tem potencial para ser uma das mais intensas deste século a alcançar o território nacional sob um cenário de clima propício a eventos de frio extremo. Informa o Metrópoles.

 

Modelos numéricos analisados pela MetSul Meteorologia vem indicando de forma sistemática que será uma erupção de ar gelado intensa, mais forte que a de junho e a desta semana.

 

Leia a reportagem completa no portal MetSul.

 

Compartilhe aqui:

Chuvas devem ficar abaixo do normal em junho, mas temperaturas podem chegar a 16ºC no RN em julho

 

Para o mês de julho, a previsão é que as chuvas continuem abaixo do normal no Rio Grande do Norte. De acordo com a Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (Emparn), para o litoral potiguar, a predominância é de dias nublados, porém sem perspectivas de chuvas intensas.

 

“A previsão indica que as chuvas que ocorrerem vão se localizar mais em outros Estados como Pernambuco, norte da Bahia e Alagoas. Aqui no RN, a previsão é de dificuldades na formação da chuva devido a condição de alta pressão do Atlântico Sul que não está liberando ventos leste/sudeste capazes de trazer umidade e melhorar a condição de chuva”, disse.

 

Em relação a sensação térmica o potiguar está sentindo temperaturas um pouco mais frias, especialmente nas madrugadas e início das manhãs. “A temperatura não ultrapassou os 29°C na última semana e deve permanecer desta forma no restante do mês. Em agosto, quando as temperaturas abaixam um pouco mais, especialmente no interior em regiões Serranas – como Martins e São Miguel – os termômetros podem chegar a 16°C ou abaixo disso”, considerou Bristot.

 

Chuvas abaixo do esperado em junho

 

Durante o mês de junho, o Rio Grande do Norte registrou chuvas 90,2% abaixo do esperado, indicou análise da Emparn. Natal teve o mês de junho mais seco em mais de 40 anos, com média de 56 mm, quando a média para o mês supera os 300 milímetros.

 

Compartilhe aqui:

Chuvas no RN ficam 90,2% abaixo do esperado em junho

 

O Rio Grande do Norte registrou 90,2% abaixo do volume médio de chuva esperado para o mês de junho. A expectativa era de um volume médio de 90,2 milímetros (mm) porém, o estado registrou apenas 9,0 mm, de acordo com as análises da Empresa de Pesquisa Agropecuária Rio Grande do Norte- EMPARN.

 

As análises registraram ainda que junho de 2021 é o segundo mês de junho mais seco da história da capital potiguar. Em Natal, choveu somente 56 mm, quando o esperado era um volume acima de 300mm.

 

O vento seco, oriundo do Atlântico Sul, associado a baixa umidade predominou durante todo mês dificultando a ocorrência de chuvas. “O volume médio de chuvas no mês de junho/2021 em Natal, só perde para o mês de junho de 1978, quando choveu 18mm na capital”, avaliou o chefe da unidade instrumental de meteorologia da Emparn, Gilmar Bristot, que já havia adiantado a informação à TV Tropical, em entrevista na semana passada.

 

Além de prejudicar a atividade agrícola, a ausência de chuva comprometeu o carregamento do manancial hídrico do estado. “Desde abril, quando comumente aumentam o volume das chuvas nas regiões leste/agreste, não estamos tendo recarga dos mananciais o que pode trazer problemas de abastecimento no segundo semestre de 2021”, comentou Bristot.

 

As demais regiões do estado registraram volumes médios abaixo do esperado para o período: Oeste (91,5%), Central (96%), Agreste (94,9%) e Leste (86,5%).

 

Compartilhe aqui:

Meteorologista explica por que as madrugadas estão frias em Natal

 

É muito provável que você, que mora em Natal e em cidades vizinhas, tenha percebido que as madrugadas estão mais frias. Isso tem um motivo e quem explica é o meteorologista da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte, Gilmar Bristot.

 

De acordo com ele, as temperaturas estão mais amenas que o normal devido, curiosamente, à falta de chuvas em Natal e na área Leste do Rio Grande do Norte. “Parece incrível, mas a falta de chuva é que está ajudando na ocorrência dessas temperaturas mais baixas que o  normal”, explicou.

 

O meteorologista esclareceu ainda, em entrevista à TV Tropical nesta terça-feira (06), que a incidência de ventos secos que vêm do Sul trazem as temperaturas mais baixas. “Nós estamos tendo, aqui em Natal, a ocorrência vento Sul, que chega mais seco e por isso traz essa temperatura mais baixa. A umidade seria responsável por aumentar a sensação térmica e o calor, retendo calor próximo da superfície”, disse.

 

Para a madrugada que passou, a previsão mínima foi de 22ºC, de acordo com o site Climatempo. Já para a madrugada de quarta-feira (07), a expectativa é que a temperatura chegue a 21ºC. “Essa redução predominou em junho e deve predominar nos próximos meses. A condição para julho e agosto é de chuva abaixo do normal aqui para o litoral”, finalizou.

 

Compartilhe aqui:

Segundo avaliação da Emparn, seca atinge metade dos municípios do RN

 

Ao final do período da quadra chuvosa de 2021, correspondente aos meses de fevereiro a maio, conhecido como o inverno no interior do Rio Grande do Norte, o estado apresentou mais de 80 municípios em situação de seca fraca e seca moderada, conforme última classificação divulgada pelo Monitor de Seca. Municípios da Borborema Potiguar (como Santa Cruz, Tangará, Jaçanã, São José do Campestre, entre outros) apresentam situação mais crítica de severidade de seca.

 

Comparando o mesmo período de 2020, o Monitor registra uma piora generalizada da condição de seca em todo RN. Ano passado, a metade do Estado encontrava-se sem seca aparente e a outra metade estava numa condição de seca fraca. “Esta situação foi motivada principalmente devido a qualidade do período chuvoso no Estado, que no ano de 2020 foi de normal a chuvoso e neste ano ficou 30,4% abaixo da normal pluviométrica”, avaliou o pesquisador da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), Josemir Neves.

 

As análises apontam que a situação de seca da maioria das regiões se agravou, com exceção da região do Alto Oeste do Estado, onde predominava seca moderada houve um recuo para a condição de seca fraca. “ A região do Seridó Oriental e parte da Borborema Potiguar são as áreas que apresentam a condição de Seca Grave no momento, isto motivado pelo baixo quantitativo de chuvas ocorridas nessas regiões e a situação da maioria dos reservatórios, que se encontram em situação crítica”, completou.

 

Sobre o Monitor da Seca

 

O Monitor da Seca é divulgado mensalmente pela Agência Nacional de Águas (ANA) e conta com a contribuição de diversas instituições do Brasil. No Rio grande do Norte, os dados meteorológicos e pluviométricos utilizados como base para a geração dos indicadores que alimentam o monitor são fornecidos pela EMPARN, que também é a instituição que coordena a validação local em conjunto com a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos hídricos do Rio Grande do Norte e Instituto de Gestão das Águas do Estado do Rio Grande do Norte, (monitoramento da situação volumétrica dos reservatórios).

 

Compartilhe aqui:

Começa o inverno: veja previsão de chuva para o Rio Grande do Norte

 

O inverno no hemisfério sul começou na madrugada segunda-feira (21), à 00h32. Para o Rio Grande do Norte, o período é marcado com  a maior ocorrência de chuvas na faixa litorânea e o início do período seco no interior do estado e a diminuição das temperaturas nas regiões serranas. A estação vai até o dia 22 de setembro.

 

Gilmar Bristot, meteorologista da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), avalia que a previsão é de que ocorram chuvas abaixo do normal no início da estação (junho) como já vem sendo constatado pelas análises, devendo ocorrer maiores volumes a partir da última semana de junho, seguindo até agosto se houverem mudanças nas condições climáticas do Oceano Atlântico Sul.

 

“As atuais condições apresentadas pelo Oceano Atlântico Sul não estão favoráveis para uma maior  ocorrência de chuvas no momento devido à intensidade e posição do sistema de Alta Pressão que tem oscilado muito devido ao não estabelecimento ainda do período mais frio no hemisfério Sul, o que tem mantido a condição de vento soprando de sul (vento mais frio e seco).  A expectativa é que as condições de chuva deverão normalizar na última semana de junho, julho e agosto”, completou.

 

Previsão de volume médios de chuvas para o período de junho a setembro de 2021.

 

*Oeste- 85,1 mm
*Central- 73,0 mm
*Agreste- 226,9 mm
*Leste- 506,5 mm

 

*Nomenclatura adotada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE 

 

Estação pelo país

 

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o período menos chuvoso nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e em parte das regiões Norte e Nordeste tende a favorecer a incidência de queimadas e de incêndios florestais, bem como um aumento do número doenças respiratórias, já que a umidade relativa do ar diminui bastante.

 

Além disso, os baixos índices pluviométricos típicos do período podem agravar a já preocupante situação dos reservatórios hídricos de parte do país. De acordo com o Inmet, a precipitação nos estados que compõem a bacia do Rio Paraná (Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná e São Paulo), por exemplo, já vem registrando chuvas abaixo da média desde o ano passado, e essa situação deve se prolongar pelos próximos meses.

 

Segundo o Ministério de Minas e Energia, a situação hidrológica registrada em 2021 é a pior dos últimos 91 anos. O baixo volume de chuvas afeta a geração de energia elétrica porque 65% da produção nacional provêm de hidrelétricas, que dependem do recurso em abundância.

 

Por outro lado, a típica circulação de massas de ar frio vindas do sul do continente tendem a derrubar as temperaturas, o que pode causar a formação de geadas nas regiões Sul, Sudeste e no estado de Mato Grosso do Sul, e até mesmo queda de neve em áreas serranas e planaltos da Região Sul.

 

Veja abaixo o prognóstico do Inmet para os próximos três meses em cada uma das regiões brasileiras.

 

Região Norte – A previsão climática indica maior probabilidade de que as chuvas ocorram ligeiramente acima da média climatológica sobre o norte da região, principalmente os estados de Roraima e Amapá. Nas demais áreas, existe uma tendência de as chuvas ficarem próximas e abaixo da média, principalmente no sul da região amazônica, onde normalmente chove abaixo de 300 mm no período de julho a setembro. A temperatura média do ar nos próximos meses deve permanecer acima da média.

 

As condições de falta de chuvas, alta temperatura e baixa umidade relativa do ar favorecem a incidência de queimadas e incêndios florestais, muito comuns na metade do inverno e início da primavera. Por outro lado, isso não descarta a ocorrência de eventuais episódios de friagens no sul dessa região, devido à passagem de massas de ar frio mais continentais.

 

Região Nordeste – A previsão indica o predomínio de áreas com maior probabilidade de chuvas próximas à climatologia durante esta estação, principalmente no interior da região. Em algumas áreas, como o norte do Maranhão e do Ceará, leste do Rio Grande do Norte e da Paraíba, as chuvas ainda poderão superar ligeiramente a média durante o mês de julho. Predomínio de temperaturas próximas e acima da média em grande parte da região, exceto no centro-leste da Bahia, onde as temperaturas podem ser ligeiramente abaixo da média durante o mês de setembro.

 

Região Centro-Oeste – No Centro-Oeste, o período seco já teve início, e a tendência é que a umidade relativa do ar diminua ainda mais nos próximos meses, com valores diários que podem ficar abaixo de 30% e picos mínimos abaixo de 20%. Dessa forma, a previsão para o inverno indica alta probabilidade de as chuvas ocorrerem dentro e abaixo da faixa climatológica em grande parte da região, exceto no centro-sul de Mato Grosso do Sul, onde as chuvas deverão ser ligeiramente acima da média durante o mês de setembro. As temperaturas deverão permanecer acima da média, devido à permanência de massas de ar seco e quente, principalmente nos meses de agosto e setembro, favorecendo a ocorrência de queimadas e incêndios florestais. Em algumas localidades do leste de Mato Grosso do Sul e sul de Mato Grosso, as temperaturas poderão ser ligeiramente abaixo de seus valores climatológicos, devido à passagem de algumas massas de ar frio mais continentais.

 

Região Sudeste – O trimestre de junho a agosto corresponde ao período mais seco da região, especialmente no norte de Minas Gerais. Desse modo, a previsão do Inmet para o inverno no Sudeste indica que as chuvas devem permanecer próximas ou ligeiramente abaixo da média, porém não se descarta a ocorrência de chuvas próximas ao litoral da Região Sudeste no mês de julho, devido a passagem de frentes frias. No caso das temperaturas, elas devem permanecer acima da média em grande parte da região, com exceção do norte de Minas Gerais e do Espírito Santo, onde as temperaturas podem ser próximas ou ligeiramente abaixo de seus valores climatológicos.

 

Região Sul – O prognóstico para os meses de inverno indica predomínio de chuvas próximas e abaixo da média em grande parte da Região Sul. Em algumas áreas localizadas sobre o sul e leste do Rio Grande do Sul e sudeste de Santa Catarina, a tendência é de que ocorram chuvas abaixo da média, principalmente no mês de setembro. A maior frequência das frentes frias contribuirá para maiores variações nas temperaturas ao longo do trimestre, com a previsão de temperaturas médias próximas e acima da climatologia em grande parte da Região Sul. As temperaturas médias mais elevadas estão previstas para o mês de setembro, principalmente no Paraná. Temperaturas abaixo da média são previstas para o leste de Santa Catarina e do Paraná, além do nordeste do Rio Grande do Sul, pois a incursão de massas de ar de origem polar pode provocar declínio nas temperaturas, possibilitando a ocorrência de geadas especialmente em áreas de maior altitude.

 

*Com informações da Agência Brasil

 

Compartilhe aqui:

RN registrou chuvas 30,4% abaixo do esperado

 

As análises da unidade instrumental de Meteorologia da Empresa de Pesquisa do Rio Grande do Norte (Emparn) registram que período chuvoso de 2021 (que compreende os meses de fevereiro a maio) no interior no estado foi 30,4% abaixo do esperado.

 

A expectativa era de uma média de chuvas em torno de 526,2 milímetros (mm), porém foi volume médio observado foi de 369,2 mm no período.

 

“O período chuvoso no RN foi marcado pela presença do Fenômeno La Niña no Oceano Pacífico, associados às condições do Oceano Atlântico, com temperaturas quentes na bacia tropical norte e frias na bacia tropical sul, dificultou a ocorrência de chuvas no Estado. Como resultado deste cenário observaram-se desvios negativos em todas as regiões do Rio Grande do Norte”, avaliou o chefe da unidade, o meteorologista, Gilmar Bristot.

 

Municípios localizados ao longo da Costa Branca, Região da Borborema, Trairí, Mato Grande e todo o Litoral Leste, foram os locais com maiores déficits.

 

Compartilhe aqui:

46 municípios do RN podem ter chuvas acima de 100 milímetros nesta sexta-feira

 

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) colocou 46 municípios do Rio Grande do Norte em alerta vermelho para acumulado de chuvas. O aviso, indicado como de “grande perido”, é no nível mais alto do instituto e é válido durante toda a sexta-feira (14).

 

De acordo com o Inmet, podem ocorrer chuvas superiores a 60 milímetros por hora ou acima de 100 milímetros pro dia. “Grande risco de grandes alagamentos e transbordamentos de rios, grandes deslizamentos de encostas, em cidades com tais áreas de risco”, afirma o instituto.

 

As instruções para a população são desligar aparelhos elétricos e quadro geral de energia; observar alterações nas encostas; permanecer em locais abrigados; em caso de situação de inundação, proteger os pertences em sacos plásticos; solicitar informações junto à Defesa Civil (199) ou Corpo de Bombeiros (193).

 

As áreas do Rio Grande do Norte atingidas são a Leste Potiguar, Agreste Potiguar e Central Potiguar. Além do RN, o alerta vale para municípios da Paraíba e de Pernambuco. Outras áreas do RN, como o Oeste, a Central e o Agreste, estão em alerta laranja com possibilidade de chuva de até 100 milímetros por dia.

 

Veja os municípios do RN em alerta:

 

  • Arez
  • Baía Formosa
  • Bento Fernandes
  • Bom Jesus
  • Brejinho
  • Canguaretama
  • Ceará-Mirim
  • Espírito Santo
  • Extremoz
  • Goianinha
  • Ielmo Marinho
  • Januário Cicco
  • João Câmara
  • Jundiá
  • Lagoa de Pedras
  • Lagoa Salgada
  • Macaíba
  • Maxaranguape
  • Montanhas
  • Monte Alegre
  • Natal
  • Nova Cruz
  • Nísia Floresta
  • Parazinho
  • Parnamirim
  • Passagem
  • Pedra Grande
  • Pedro Velho
  • Poço Branco
  • Pureza
  • Rio do Fogo
  • Santa Maria
  • Santo Antônio
  • Senador Georgino Avelino
  • Serrinha
  • São Bento do Norte
  • São Gonçalo do Amarante
  • São José de Mipibu
  • São Miguel do Gostoso
  • São Pedro
  • Taipu
  • Tibau do Sul
  • Touros
  • Vera Cruz
  • Vila Flor
  • Várzea

 

Compartilhe aqui:

João Pessoa (RN) registra 189,4 milímetros de chuva nas últimas 24 horas

 

João Pessoa (PB), capital paraibana, já registrou 189,4 milímetros de chuva nas últimas 24 horas. A informação foi dada nesta manhã de sexta-feira (14), pela Defesa Civil, que o ClickPB teve acesso.

 

O volume de chuva registrado equivale a mais do que esperado para todo o mês de maio, que é de 150 milímetros. Nas últimas seis horas choveu mais de 90 milímetros na capital paraibana.

 

Vários pontos de alagamento foram registrados na manhã desta sexta-feira (14), em diversos bairros da capital paraibana. A Defesa Civil monitora pontos de alagamentos e de possíveis deslizamentos, como a ladeira do Castelo Branco que dá acesso a BR-230.

 

Ainda de acordo com a Defesa Civil, é esperado chuvas nas próximas horas na capital paraibana, podendo se estender para os próximos dias.

 

A Polícia Rodoviária Federal também registrou problemas nas rodovias e pede atenção aos motoristas.

 

Compartilhe aqui:

Condições de chuva aumentam no RN entre esta quinta-feira e o fim de semana

 

Após um início de semana com pouco volume, as análises da unidade instrumental de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte apontam o aumento do volume das precipitações, a partir desta quinta-feira (13) ao longo da faixa litorânea leste e chegando em todo o estado durante final de semana.

 

“Possibilidade de ocorrência de chuva mais fortes sobre a faixa leste do Estado entre a quinta dia 13/05 e o domingo dia 16/05. Essas chuvas serão ocasionadas pela presença da Zona de Convergência Intertropical e Sistema Frontal e Instabilidades de Origem Oceânicas ”, explicou o meteorologista, chefe da unidade, Gilmar Bristot.

 

As temperaturas esperadas variam na capital potiguar entre 24?°C e 30ºC, nas madrugadas e durante o dia, respectivamente. Na região do Seridó e interior do estado, as mínimas deverão variar entre 20º e 34ºC. Já para as regiões serranas, a previsão é de temperatura entre os 20ºC e 31°C.

 

Previsão

 

13/05/21-quinta-feira – Céu parcialmente nublado com pancadas de chuvas durante a tarde e noite no interior. No Litoral Leste e Agreste, céu parcialmente nublado a claro com chuvas a qualquer hora.

 

14/05/21-sexta-feira– Céu parcialmente nublado com chuvas durante a tarde e noite no interior. No Litoral Leste e Agreste, céu parcialmente nublado a claro com chuvas moderadas a qualquer hora.

 

15/05/21- sábado– Céu parcialmente nublado com chuvas durante a tarde e noite no interior. No Litoral Leste e Agreste, céu parcialmente nublado a claro com chuvas moderadas a fortes a qualquer hora.

 

16/05/21- Domingo– Céu parcialmente nublado com chuvas durante a tarde e noite no interior. No Litoral Leste e Agreste, céu parcialmente nublado a claro com chuvas moderadas a fortes a qualquer hora.

 

Com informações do Blog do BG

 

Compartilhe aqui:

Chuvas continuam e Natal volta a registrar pontos de alagamento; veja os locais

 

As chuvas persistem em Natal. E, na manhã desta sexta-feira (14), a capital potiguar segue registrando pontos de alagamento em diversas avenidas da cidade. O monitoramento é feito pela Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU).

 

Segundo a secretaria, a faixa reversível da ponte de Igapó está em operação mesmo com as chuvas.

 

Veja os locais:

 

PONTO DE ALAGAMENTO TRANSITÁVEL NA AVENIDA CAP MOR GOUVEIA X AV ADOLFO GORDO, CIDADE DA ESPERANÇA.

 

PONTO DE ALAGAMENTO TRANSITÁVEL NA AVENIDA FELIZARDO MOURA, PRÓXIMO A COMPAL, SENTIDO URBANA.

 

PONTO DE ALAGAMENTO TRANSITÁVEL NA AVENIDA LIMA E SILVA, EM FRENTE AO ARENA DAS DUNAS, SENTIDO OESTE.

 

PONTO DE ALAGAMENTO TRANSITÁVEL NA AVENIDA NEVALDO ROCHA (ANTIGA BERNARDO VIEIRA, NA ALTURA DA LINHA DO TREM PRÓXIMO A AVENIDA CORONEL ESTEVAM, SENTIDO MIDWAY.

 

PONTO DE ALAGAMENTO TRANSITÁVEL NA AVENIDA NEVALDO ROCHA (ANTIGA BERNARDO VIEIRA) EM FRENTE A SEMTAS, SENTIDO ZONA NORTE.

 

PONTO DE ALAGAMENTO TRANSITÁVEL NA AVENIDA INTEGRAÇÃO, PRÓXIMO A BR-101.

 

PONTO DE ALAGAMENTO TRANSITÁVEL NA AVENIDA CORONEL ESTEVAM X ANTÔNIO BASÍLIO, SENTIDO ALECRIM.

 

PONTO DE ALAGAMENTO TRANSITÁVEL NA AVENIDA SENADOR SALGADO FILHO, NA ALTURA DO HOTEL MAINE, SENTIDO CENTRO.

 

PONTO DE ALAGAMENTO TRANSITÁVEL NA AVENIDA PRUDENTE DE MORAIS X ALEXANDRINO DE ALENCAR, EM FRENTE AO CORPO DE BOMBEIROS SENTIDO ZONA SUL.

 

Compartilhe aqui:

Maio caminha para ser o mês mais chuvoso de 2021 em Mossoró, avalia secretaria

 

O mês de maio caminha para ser o mais chuvoso de 2021 em Mossoró por conta das últimas chuvas registradas no município nesses primeiros dez dias do quinto mês do ano. De acordo com dados da Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Rural (SEADRU), faltam pouco mais de 10 milímetros para que o maio ultrapasse o mês de março.

 

O terceiro mês do ano é, até o momento, o mais chuvoso de 2021. Março somou 152,6 milímetros. Até essa segunda-feira, maio acumulava 142,6mm. Esse índice pluviométrico corresponde somente aos 10 primeiros dias. O professor de Ciências Naturais Alciomar Lopes explica que esse volume de chuvas em maio está sendo tratado como surpresa porque historicamente as chuvas nesse mês são menores do que nos outros meses da chamada quadra chuvosa na região.

 

“Conforme os dados que nós temos aqui na meteorologia, março tem 152,6 milímetros e maio, em dez dias, temos 142,6mm, uma diferença de 10 milímetros e ainda temos 20 dias pela frente. A meteorologia está mostrando que o índice pluviométrico para maio será bem mais elevado e isso é uma surpresa para nós que fazemos esse trabalho, pois geralmente no mês de maio é um mês em declínio pluviométrico”, contou.

 

O técnico da Secretaria de Agricultura diz ainda que dois fatores contribuem para essas chuvas em maio. Um deles é bem conhecido na região e que estava atuando no início do ano próximo ao estado do Amazonas e o segundo bem menos citado por aqui.

 

“Existem dois fenômenos que estão atuando. O primeiro é a Zona de Convergência Intertropical, que no início do ano se encontrava lá próximo ao Amazonas, próximo ao Peru (país). A mudança climática nos dois oceanos, no Pacífico neutralizou e no Atlântico aqueceu, fez com que a Zona de Convergência descesse até nosso estado. Hoje ela se localiza entre o estado do Ceará e o Rio Grande do Norte provocando esse alto índice de pluviometria. O segundo fator é a chamada Ondas de Leste, ou conhecida como Cavado. Essas ondas se formam próximas ao Centro-Oeste e vai subindo onde se encontra com a massa quente da nossa região o que provoca essas chuvas finas que a gente está vendo e que elas podem se prolongar até agosto”.

 

Alciomar Lopes informa também que as regiões de Mossoró que fazem limite com o estado vizinho são as mais chuvosas. “Tratando sobre Mossoró nós estamos verificando que as regiões mais próximas do Ceará são as mais chuvosas. Devido essa mudança elas estão acontecendo do Norte para o Sul, ou seja, Jucuri, Cabelo de Nego, São José, Chafariz, Lorena, essa região são as que estão acontecendo as maiores precipitações”.

 

Por fim, o professor destaca que as próximas precipitações na cidade serão de leves a média. A maior parte dessas chuvas pode chegar até 5 milímetros. Pode haver ainda precipitação que atinja a marca de 20 a 30mm.

 

“Os próximos dias serão sempre nesses limites da Zona de Convergência com as Ondas de Leste, mantendo o índice de 3 a 5 milímetros. Pode ser que um ou outro dia aumente o índice para 20 ou 30, mas as previsões é que serão de chuvas leves a média”, finalizou.

 

Compartilhe aqui:

Semana terá tempo instável em todo o RN

 

A previsão para a semana é de instabilidade, chuvas ao longo do dia e mudanças bruscas do tempo em diversos pontos do RN. Essa é a expectativa do portal Clima Tempo, referência nacional em meteorologia. De acordo com as previsões, o tempo instável do final de semana deve se manter nos próximos cinco dias, com a sexta-feira sendo o dia com expectativa de maior volume de chuvas.

 

O tempo deve variar em outras regiões do RN. Em Caicó, no Seridó potiguar, algumas nuvens no céu durante toda a semana e só deve chover na terça e na sexta-feira. Mínima de 23, máxima de 36 graus. Em Macau, no norte do Estado, expectativa de chuvas durante toda a semana durante a tarde e noite. Mínima de 22 e máxima de 34 graus. E em Assu, na região central, tempo instável durante toda a semana. A temperatura varia entre 22 e 36 graus.

 

Tribuna do Norte

 

Compartilhe aqui:

Próximo trimestre de 2021 deve ter chuvas dentro da normalidade no RN

 

O mês de maio começou com chuvas em todas as regiões do Rio Grande do Norte, com maior concentração na região de Mossoró, Vale do Assú e Médio Oeste, devido à atuação combinada entre a Zona de Convergência Intertropical (ZCTI) e o Sistema Frontal (FF), segundo análises dos especialistas da Unidade Instrumental de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN).

 

De acordo com recente reunião com representantes de diversos órgãos do setor de meteorologia de estados como Paraíba, Bahia, Alagoas, Pernambuco e do Distrito Federal, os especialistas concluíram que a previsão para o próximo trimestre – maio, junho e julho de 2021- é de chuvas dentro da normalidade no Rio Grande do Norte.

 

“O acumulado previsto para próximo trimestre é de: 550 mm no Leste, 270 mm no Agreste, 140 mm na região Central e 180 mm no Oeste. Durante esses meses, poderão ocorrer eventos de chuvas intensas ao longo da faixa litorânea Leste devido à influência da região oceânica que está com as águas mais aquecidas do que o normal”, explicou o meteorologista da Emparn, Gilmar Bristot.

 

Para esta semana, Gilmar analisa que a tendência é de ocorrência de chuvas em todas as regiões potiguares. “As chuvas deverão aumentar a partir desta terça-feira (04) com maior intensidade nas Regiões Oeste e Central e se estenderem por toda a semana com a continuidade da atuação da ZCTI e FF sobre o estado”, comentou.

 

A temperatura deverá variar entre 24º C durante as madrugadas e as máximas em torno dos 30ºC durante as tardes, em Natal e para o interior do estado, no Seridó, mínimas deverão variar entre 20º C a 25º C e as máximas em torno dos 34º C. Nas regiões Serranas, as temperaturas oscilarão entre 20º C e 31º C.

 

BALANÇO DO FINAL DE SEMANA

 

O boletim pluviométrico, das 7h da sexta-feira (30/04) até a manhã de hoje (03/05), registrou no mesmo horário ocorrência de chuvas em 40 postos de monitoramento instalados nas quatro regiões do Rio Grande do Norte. O município de Mossoró teve o maior volume acumulado no período, com 88,7 mm.

 

O boletim completo pode ser acessado no site www.emparn.rn.gov.br, “Chuvas Diárias” ou na aba “Meteorologia”.

 

Previsão da semana

 

03/05/21 – Segunda-feira: Céu parcialmente nublado a claro com pancadas de chuva isoladas durante a tarde e noite no interior. No Litoral Leste e Agreste, céu parcialmente nublado a claro com pancadas de chuvas a qualquer hora.

 

04/05/21 – Terça-feira: As chuvas deverão aumentar nas regiões Oeste e Central durante a tarde e noite no interior. No Litoral Leste e Agreste, céu parcialmente nublado a claro com chuvas a qualquer hora.

 

05/05/21 – Quarta-feira: Céu parcialmente nublado com pancadas de chuvas durante a tarde e noite no interior. No Litoral Leste e Agreste, céu parcialmente nublado a claro com chuvas a qualquer hora.

 

06/05/21 – Quinta-feira: Céu parcialmente nublado com pancadas de chuvas durante a tarde e noite no interior. No Litoral Leste e Agreste, céu parcialmente nublado a claro com chuvas a qualquer hora.

 

07/05/21 – Sexta-feira: Céu parcialmente nublado com chuvas durante a tarde e noite no interior. No Litoral Leste e Agreste, céu parcialmente nublado a claro com chuvas a qualquer hora.

 

08/05/21 – Sábado: Céu parcialmente nublado com chuvas durante a tarde e noite no interior. No Litoral Leste e Agreste, céu parcialmente nublado a claro com chuvas a qualquer hora.

 

09/05/21 – Domingo: Céu parcialmente nublado com chuvas durante a tarde e noite no interior. No Litoral Leste e Agreste, céu parcialmente nublado a claro com chuvas a qualquer hora.

 

Compartilhe aqui:

Bom volume de chuvas foi registrado na Região Oeste nas últimas 24 horas; no RN choveu em 47 cidades

 

Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (RN) (Emparn) registrou chuvas em pelo menos 47 municípios potiguares nas últimas 24 horas. O período monitorado ocorreu entre 07h dessa quarta-feira(28) e 07 desta quinta-feira(29). Destaque para o bom volume na região Oeste, especialmente, em Rodolfo Fernandes (RN) (102mm), Viçosa (RN) (102 mm), Portalegre (RN) (88 mm), Pau dos Ferros (RN) (75 mm), Riacho da Cruz (RN) (74,7 mm) e Serrinha dos Pintos (RN) (70 mm).

 

Veja o volume de chuvas pelas cidade, por regiões:

 

OESTE POTIGUAR

Rodolfo Fernandes(Prefeitura) 102,0
Viçosa(Prefeitura) 102,0
Portalegre(Particular) 88,8
Pau Dos Ferros(Particular) 75,0
Riacho Da Cruz(Emater) 74,7
Serrinha Dos Pintos(Prefeitura) 70,0
Antônio Martins(Emater) 65,0
Francisco Dantas(Emater) 60,0
Martins(Particular) 59,5
Apodi(Base Fisica Emparn) 52,8
Campo Grande(Particular 2) 52,8
São Francisco Do Oeste(Prefeitura) 49,0
Campo Grande(Particular) 43,6
Caraúbas(Particular) 43,5
Felipe Guerra(Prefeitura) 42,0
Paraná(Emater) 37,0
Água Nova(Prefeitura) 35,0
João Dias(Emater) 29,6
Tenente Ananias(Emater-st Mororo) 28,3
Coronel João Pessoa(Emater) 23,9
Severiano Melo(Prefeitura) 23,0
José Da Penha(Emater) 22,9
Assu(Emater/st. Casa Forte) 20,6
Ipanguaçu(Base Fisica Da Emparn) 20,1
Itajá(Emater) 20,0
Olho D’agua Dos Borges(Particular) 18,0
Areia Branca(Emater) 17,7
Major Sales(Prefeitura) 17,5
Riacho De Santana(Emater) 17,0
Rafael Fernandes(Emater) 12,5
Porto Do Mangue(Prefeitura) 11,0
São Rafael(Emater) 10,0
Ipanguaçu(Emater) 9,6
São Rafael(Particular Ii) 7,7
Janduís(Emater) 7,0
Jucurutu(Emater-pedra do Navio) 2,5
Tibau(Prefeitura) 1,0

 

CENTRAL POTIGUAR

Florânia(Sitio Jucuri) 58,5
São Fernando(Emater) 27,0
Macau(Defesa Civil (ex-emater)) 12,5
Timbaúba Dos Batistas(Prefeitura-fz. Timbauba) 11,0
São João Do Sabugi(Emater) 7,5
Fernando Pedroza(Emater) 4,3

 

AGRESTE POTIGUAR

Boa Saúde(Emater) 31,2
Serrinha(Emater) 15,9
Lagoa De Pedras(Prefeitura) 10,5
Monte Alegre(Emater) 10,0
Monte Das Gameleiras(Emater) 8,2
São Pedro(Emater) 3,0

 

LESTE POTIGUAR

Montanhas(Prefeitura) 1,1

 

Compartilhe aqui: