Saúde

Primeiro caso de varíola dos macacos é confirmado no Brasil; sete casos seguem sob investigação

 

O primeiro caso de varíola dos macacos (Monkeypox) foi confirmado nesta quarta-feira (8) na cidade de São Paulo. O paciente é um homem de 41 anos com histórico de viagem a Espanha. O paciente está em isolamento no Hospital Emílio Ribas, que fica na Zona Oeste da capital paulista. Outros sete casos seguem em investigação no Brasil.

 

Os casos suspeitos são quatro homens e três mulheres. Há dois casos sob monitoramento em hospitais, conforme informado pela Sala de Situação da Monkeypox, do Ministério da Saúde.

 

A Sala de Situação tem por objetivo divulgar orientações para resposta a casos dessa doença no Brasil, bem como direcionar as ações de vigilância quanto à definição de caso, processo de notificação, fluxo laboratorial e investigação epidemiológica no país.

 

Patrícia Carvalho, integrante do comando da sala, disse nesta quarta-feira, durante uma webinar promovida pelo ministério, que, entre os sete casos suspeitos, dois encontram-se em Santa Catarina, nos municípios de Blumenau e Dionísio Cerqueira. Outros dois estão sob acompanhamento em Rondônia. “Trata-se de um casal de Rio Crespo (RO)”, disse.

 

Há, ainda, um caso suspeito em em Pacatuba (CE); um em Porto Alegre; e um em Corumbá. Segundo Patrícia, o caso suspeito em Corumbá “é de um boliviano, que encontra-se internado e está sendo acompanhado no Brasil”.

 

“Dos casos suspeitos, três têm históricos de viagem para fora do Brasil”, acrescentou ela referindo-se a pessoas que vieram de Portugal, Argentina e Bolívia.

 

Até o momento, segundo as autoridades brasileiras, existe aumento de casos confirmados em pelo menos 31 países. O número está em 1.077 casos, sendo a maior parte em países onde a doença é endêmica, localizados no continente africano.

 

“Essa doença é um evento incomum e inesperado em áreas não endêmicas. Trata-se de um agente com alto potencial de transmissão por contato através de gotículas, principalmente por fluidos corporais, e existe a necessidade de assegurar a assistência – o que inclui tratamento, capacidade laboratorial, equipamentos de proteção, e descontaminação”, disse Janaína Sallas.

 

Patrícia Carvalho destacou, também, a importância de se notificar, o quanto antes, casos suspeitos que apresentem sinais e sintomas como febre, erupção cutânea e adenomegalia (espécie de íngua). Como a transmissão pode ser por fluidos corporais, gotículas ou materiais contaminados, ela sugere, como medida de prevenção, o uso de máscaras e a lavagem de mãos.

 

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Jucurutu: Sindicato dos Agentes de Saúde do RN realizou evento em comemoração conquistas da categoria

 

O Sindicato dos Agentes de Saúde do RN realizou neste sábado (04), na sede da Arena da Chácara, uma confraternização para agentes de saúde do município de Jucurutu, em mais uma iniciativa de reconhecer o importante trabalho desses servidores na promoção e prevenção da saúde dos jucurutuenses.

 

O diretor do Sindas, Cosmo Marins de Souza Medeiros, ainda destacou a extrema importância dos agentes para a promoção e prevenção da população.

 

Estamos felizes pela conquista do novo piso salarial da categoria, cada dia mais este sindicato tem feito diferença na vida dos associados e seus dependentes, afinal de contas estamos presentes em todo o RN. Percorremos todos os municípios do estado, fomos até Brasília lutar e representar nossos companheiros. Agora mais do que nunca precisamos permanecer unidos, pois de fato, unidos é que somos mais forte, juntos somos apenas aglomeração, mas unificados é que venceremos. Somos verdadeiros anjos do SUS, auxiliando milhares e milhares de brasileiros, pois estamos na ponta fazendo a prevenção.”, destacou o presidente.

 

O evento contou com almoço, churrasco e som ao vivo com Juninho Vocal, artista jucurutuense.

 

Confira nas imagens do #BlogEdilsonSilva

 

 

 

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OMS diz que Mundo tem 131 casos confirmados de varíola dos macacos

 

Até o momento, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) há 131 casos confirmados de varíola dos macacos, registrados fora do continente africano e 106 outros casos suspeitos, desde que o primeiro foi relatado em 7 de maio.

 

A varíola de macaco é uma doença pouco conhecida porque a incidência é maior na África.

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu nota reforçando a necessidade de adoção de medidas “não farmacológicas”, como distanciamento físico, uso de máscaras de proteção e higienização frequente das mãos, em aeroportos e aeronaves, para retardar a entrada do vírus no Brasil.

 

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Governo cria comissão para acompanhar casos de varíola de macacos

 

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) constituiu, em caráter consultivo, uma Câmara Técnica Temporária de pesquisa denominada CâmaraPox MCTI, para acompanhar os desdobramentos científicos sobre o vírus monkeypox, conhecido como “varíola dos macacos’.

 

A medida de vigilância científica, por meio da consulta aos especialistas, é necessária diante dos casos de infecção registrados no Reino Unido, Portugal, Espanha e Estados Unidos em maio de 2022. Segundo a pasta, até o momento, não há registros de casos varíola dos macacos no Brasil.

 

A iniciativa segue a mesma ideia da formação da RedeVírus MCTI, comitê de especialistas instituído em fevereiro de 2020, antes mesmo de a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarar pandemia do coronavírus. O comitê de especialistas presta assessoramento técnico-científico à pasta sobre as estratégias e necessidades na área de ciência, tecnologia e inovação necessárias na área de saúde.

 

Integram o grupo, até o momento, sete especialistas brasileiros da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade Feevale. Os pesquisadores produziram dois informes técnicos sobre a doença, envolvendo as principais formas de contágio e as informações disponíveis sobre os casos registrados em outros países.

 

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Maio Cinza: Liga chama a atenção pra o diagnóstico e tratamento do câncer de cérebro

 

Você já ouviu falar no Maio Cinza? Trata-se de uma importante campanha que busca conscientizar sobre o câncer de cérebro, um dos mais agressivos que existem e que figura entre os dez tipos mais comuns da doença. O Instituto Nacional de Câncer (Inca) fez uma projeção de aproximadamente 11 mil casos em 2021 no Brasil. A Liga Contra o Câncer registrou 7.402 novos casos de câncer em 2021, sendo 57 do tipo cerebral. Para combatê-lo, a Liga conta com sua tradição em oncologia, seus especialistas, avançado centro de diagnóstico, uma sala de alta complexidade, na Policlínica, com equipamentos entre os mais modernos e precisos para a realização de neurocirurgias.

 

Dor de cabeça, náusea, alteração na fala ou visão, confusão mental, convulsões, dormência ou formigamento na perna ou braço: esses são alguns dos sintomas, que facilmente podem ser confundidos com outras condições. Assim, é necessário que na presença destes sintomas se busque um especialista para que se faça o diagnóstico precoce e se tenha a definição do tratamento mais adequado e para aumentar as chances de melhora.

 

Nesse contexto, a medicina diagnóstica se apresenta como a melhor ferramenta a favor do paciente. A Liga, que já é referência em procedimentos oncológicos de alta complexidade, possui um dos mais avançados centros de diagnóstico por imagem do Nordeste, abrangendo variadas áreas de cuidado com a saúde.

 

O núcleo de medicina diagnóstica da Liga conta com mais de 48 especialidades médicas, com infraestrutura moderna e completa, em ambiente acolhedor e com tecnologia de ponta. A sua excelência no campo do diagnóstico por imagem inclui os seguintes exames: cintilografia, colonoscopia, densitometria óssea, endoscopia digestiva alta – EDA, mamografia, radiografia (RAIO-X), ressonância magnética, tomografia computadorizada, tomografia por emissão de pósitrons – PET-CT (PET SCAN) e ultrassonografia.

 

É possível agendar exames via site (ligacontraocancer.com.br), aplicativo e pela Central de Atendimento: 84 4009-5600 (fixo) e 84 4009-5601 (Whatsapp).

 

Sala de alta complexidade

 

Visando otimizar ainda mais a realização de neurocirurgias, recentemente a Liga Contra o Câncer inaugurou uma das mais modernas salas de alta complexidade do país. A Sala de Alta Complexidade Dr. Gilverson de Araújo Cordeiro é voltada a variados procedimentos neurocirúrgicos, especialmente as cirurgias de tumores do sistema nervoso central, além de cirurgias de alta complexidade de outras especialidades como cirurgia de cabeça e pescoço, cirurgia oncológica, entre outras.

 

A sala conta com o moderno microscópio cirúrgico Pentero, da marca alemã Zeiss, único no Estado do Rio Grande do Norte e um dos poucos do Nordeste do Brasil a dispor do recurso de fluorescência, por exemplo. Ele aumenta a precisão e segurança dos procedimentos, sendo o menos invasivo possível, o que diminui a chance de sequelas. O coordenador do serviço de neurocirurgia da Liga, Dr Emerson Oliveira, neurocirurgião, ressalta que o microscópio cirúrgico Pentero é um dos mais completos e avançados do mundo.

 

Sobre a Liga

 

Reconhecida pela democratização do acesso à oncologia de ponta, a Liga é formada atualmente por seis unidades, sendo uma de apoio humanitário: o Centro Avançado de Oncologia (CECAN), Hospital Dr. Luiz Antônio, Policlínica, Hospital de Oncologia do Seridó (em Caicó), o Instituto de Ensino, Pesquisa e Inovação (IEPI) e a Casa de Apoio Irmã Gabriela (unidade de apoio humanitário).

 

Instituição privada sem fins lucrativos, a Instituição realiza por ano quase 1,5 milhão de procedimentos e destina 70% de seu atendimento a pacientes do SUS, como parte de sua missão de levar a melhor assistência oncológica a todos os cidadãos, independente da forma de acesso.

 

Ao longo de sua história, a Liga conseguiu alcançar um nível de excelência raro para uma instituição filantrópica, além de estar se reinventando e, com isso, conseguindo dar conta do vertiginoso crescimento da demanda. “Por sermos uma instituição filantrópica, tudo o que é arrecadado é reinvestido. Então, isso nos permite fazer coisas que uma instituição que visa o lucro não faria. É otimizando nossa receita e controlando cada despesa que conseguimos tratar da melhor forma possível todos os nossos pacientes”, afirma o superintendente da Liga, Dr. Roberto Sales.

 

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Campanha alerta sobre a relação entre a ansiedade e a tontura

 

Com o slogan Tontura é Coisa Séria, a Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) discute, neste Dia Nacional da Tontura, celebrado hoje (22), a relação entre a ansiedade e a tontura.

 

Problema que acomete cerca de 30% da população mundial, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), e afeta principalmente as mulheres, por causa dos seus ciclos hormonais, a tontura pode ser um indicador de problemas mais graves, como um acidente vascular cerebral (AVC).

 

“A tontura ou a falta de equilíbrio e de orientação espacial pode ser uma coisa séria. Então é sempre importante averiguar o que está acontecendo porque existem muitos fatores responsáveis pela tontura. Por exemplo, uma tontura aguda, com uma vertigem, onde tudo roda, com náuseas, vômitos e em que não se consegue parar em pé pode ser um sintoma de AVC”, disse Jeanne Oiticica, do Departamento de Otoneurologia da associação, em entrevista à Agência Brasil. “A tontura precisa ser investigada sempre para a gente entender [o que a está provocando] já que ela é um aviso que o corpo está dando de que as coisas não estão equilibradas”.

 

Ansiedade

 

A tontura também pode estar relacionada à ansiedade, problema que se agravou durante a pandemia do novo coronavírus. “Os problemas podem ser o mais diversos possíveis. Pode, por exemplo, ser um problema hormonal, metabólico, soltura dos cristais dentro do ouvido ou ansiedade, estresse, depressão”, disse Jeanne.

 

Dados da OMS sinalizam que, no primeiro ano da pandemia, a ansiedade e a depressão cresceram 25% em todo o mundo. “A campanha de 2022 [da associação] aborda a relação e a influência da ansiedade com a tontura. Diante do período de isolamento social e o convívio diário com a pandemia, as dificuldades emocionais se agravaram e percebemos que quadros de pacientes com ansiedade e tontura se tornaram mais frequentes em consultório nos últimos dois anos”, disse em nota Guilherme Paiva Gabriel, otorrinolaringologista da ABORL-CCF e coordenador da Campanha da Tontura.

 

Agência Brasil

 

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Drª Larissa Queiroz passa atender em Caicó, através do convênio com a Unimed

 

A médica ginecologista, Larissa Queiroz abriu sua agenda de atendimentos do mês de abril para a região do Seridó. Em Caicó, ela estará na Clínica na Clínica Humana no dia 09 de abril, atendendo inclusive através do convênio com a UNIMED.

 

A médica seridoense atende casos de ginecologia, obstetrícia, histeroscopia e outros procedimentos que envolvam a Saúde da Mulher.

 

Agendamentos no número (84) 991455810.

 

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Governo federal define reajuste de 10,89% nos preços de medicamentos

 

Os medicamentos vendidos no Brasil passarão, nesta semana, por novo reajuste de preços. De acordo com o Sindicato dos Produtos da Indústria Farmacêutica (Sindusfarma), o aumento acordado pelo governo federal é de 10,89%.

 

A modificação passa a valer, possivelmente, a partir desta quinta-feira (31/3). A definição do valor é de incumbência da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), comissão interministerial coordenada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

 

“O reajuste não é automático nem imediato, pois a grande concorrência entre as empresas do setor regula os preços: medicamentos com o mesmo princípio ativo e para a mesma classe terapêutica (doença) são oferecidos no país por vários fabricantes e em milhares de pontos de venda”, explica nota do Sindusfarma.

 

O reajuste pode afetar cerca de 13 mil apresentações de medicamentos existentes no mercado varejista brasileiro.

 

As farmácias e drogarias, assim como laboratórios, distribuidores e importadores, não podem cobrar pelos medicamentos preços acima do permitido pela CMED.

 

Metrópoles

 

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Solange Almeida alerta sobre cigarro eletrônico: “Quase perdi tudo”

 

Em participação em um podcast, Solange Almeida revelou seu vício em cigarros eletrônicos. A cantora de 47 anos de idade disse que o uso contínuo do produto lhe causou uma série de problemas.

 

Eu não tinha falado disso até hoje e queria que servisse de alerta para as pessoas. No final de 2020, fui apresentada ao cigarro eletrônico, estava com uma turma e tal… Aí comecei a usar aquilo e virou aquela coisa de: ‘é bacana isso aqui!, eu vou usar!’”.

 

A cantora confessou que, quando percebeu, já estava viciada: “Eu já estava, digamos que, realmente viciada naquilo, sabe? De acordar com ele do meu lado, na cabeceira da minha cama”.

 

Ela disse que achou interessante pelo fato do cigarro eletrônico não ter nicotina, mas se arrependeu: “Rapaz, meu amor, vaporzinho que eu quase perdi tudo! Do meu pulmão ficar lascado, entendeu?”.

 

“Aquilo começou a me trazer um estado de ansiedade que vocês não têm ideia. Eu ouvia vozes! Com o cigarro eletrônico, comecei a sentir coisas que eu não sentia. Era uma ansiedade, crise de pânico, uma série de coisas que depois fui ver de pessoas que deixaram de usar que sentiram a mesma coisa”, finalizou.

 

Em dezembro de 2021, Zé Neto, da dupla com Cristiano, também fez um alerta sobre o uso do cigarro eletrônico. O sertanejo começou a sentir muita falta de ar e precisou fazer tratamento no pulmão.

 

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Não vacinados têm 240 vezes mais chances de morrer por covid-19 que pacientes com três doses da vacina no RN

 

No Rio Grande do Norte, a taxa de morte por covid-19 entre pacientes não vacinados é 240 vezes maior que a taxa entre aqueles que completaram o esquema vacinal com três doses. O dado está presente em relatório divulgado nesta sexta-feira (18) pelo Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (Lais) da UFRN.

 

Os pesquisadores calcularam a Taxa de Óbitos dos Não Vacinados (693,36), Taxa Óbitos de Vacinados com a D1 (122,76), Taxa Óbitos de Vacinados com a D2 (26,36) e Taxa Óbitos de Vacinados com a D3 (2,89). Foram cruzados dados das plataformas RegulaRN e RN Mais Vacina, observando as mortes de pacientes que foram internados em leitos covid-19 SUS/RN no período de janeiro de 2021 a janeiro de 2022, considerando-se somente os óbitos após o início da imunização no RN.

 

“Fica claro que pacientes com esquema vacinal incompleto são mais afetados quando fazem a forma mais grave. Da mesma forma, os pacientes com a dose de reforço são mais protegidos, portanto a taxa de óbitos nestes casos é mais baixa”, diz o relatório. Nesse período, o estado registrou 2.183 óbitos entre pessoas não vacinadas, 451 de indivíduos apenas com a D1, 382 com a segunda dose e 30 com a terceira.

 

O documento também traz uma análise detalhada do processo de vacinação e sua repercussão na ocupação de leitos e óbitos. Como resultado da imunização e da expressiva parcela da população vacinada estima-se que, durante a terceira onda com a alta contaminação em janeiro de 2022, foram poupadas mais de 1.000 vidas quando se compara o número de novos casos diários e de óbitos do mês de março de 2021.

 

O texto diz também que o Rio Grande do Norte “tem avançado de forma consistente e satisfatória na imunização em todos os municípios e em todos os grupos vacinais”. No dia 16 de fevereiro de 2022, o estado conseguiu alcançar 90% de toda a sua população com pelo menos a primeira dose e é possível que no mês de fevereiro de 2022 consiga imunizar 80% com a segunda.

 

Mas os pesquisadores alertam também para a necessidade de criar novos ambientes e horários mais oportunos para vacinar a população trabalhadora; e as crianças de 5 a 11 anos e adolescentes nas escolas, sejam elas públicas ou privadas.

 

Saiba Mais

 

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Covid-19: Brasil registra 1.085 óbitos e 147 mil novos casos

 

O Brasil chegou, nessa quarta-feira, (16), a 640 mil mortes em consequência da covid-19. Com 1.085 novos óbitos registrados em 24 horas, o país totalizou 640.774 vidas perdidas ao longo da pandemia.

 

Ainda há 3.136 mortes em investigação. Os óbitos em investigação ocorrem pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demandar exames e procedimentos posteriores.

 

O número de pessoas que contraíram covid-19 no país alcançou 27.806.786. Em 24 horas, foram confirmados 147.734 diagnósticos positivos da doença. No dia anterior, o sistema de informações do Ministério da Saúde contabilizava 27.659.052 casos acumulados.

 

A quantidade de casos em acompanhamento de covid-19 está em 2.649.421. O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta nem evoluíram para óbito.

 

Até hoje, 24.516.591 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 88,2% dos infectados desde o início da pandemia.

 

As informações estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado nesta quarta-feira. Nele, são consolidadas as informações enviadas por secretarias municipais e estaduais de saúde sobre casos e mortes associados à covid-19.

 

Os números em geral são menores aos domingos, segundas-feiras e nos dias seguintes aos feriados, em razão da redução de equipes para a alimentação dos dados. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, em geral há mais registros diários pelo acúmulo de informações.

 

Estados

 

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão: São Paulo (162.165); Rio de Janeiro (70.988); Minas Gerais (58.600); Paraná (41.879) e Rio Grande do Sul (37.706).

 

Já os estados com menos óbitos são: Acre (1.937); Amapá (2.091); Roraima (2.116); Tocantins (4.067) e Sergipe (6.191).

 

No caso do Rio Grande do Norte, o estado potiguar contabiliza 7.957 mortes pela covid-19 e 463.152 casos acumulados da doença desde o início da pandemia.

 

Vacinação

 

Até hoje, foram aplicadas 376,2 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 170 milhões com a 1ª dose e 154,9 milhões com a 2ª dose ou dose única. Outros 46,4 milhões já receberam a dose de reforço.

 

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Dia de Luta contra o Câncer Infantil reforça a importância do diagnóstico precoce

 

Era setembro de 2020 quando a família de Davi Miguel recebeu a notícia de que o pequeno estava com leucemia. “Ele começou a se queixar de dores abdominais, os vômitos ficaram recorrentes. Após 15 dias, percebemos que ele começou a ficar muito fraquinho, sem querer brincar e sem se alimentar. Quando fizemos os exames, descobrimos que ele estava com leucemia. Foi um dia muito triste”, relata a mãe, Denise França.

 

Já são quase dois anos lutando contra a doença, dividindo a rotina entre as sessões de quimioterapia na Liga Contra o Câncer e o acolhimento na Casa Durval Paiva. Assim como o pequeno Davi Miguel, muitas outras crianças enfrentam a mesma batalha. Em todos os casos, o diagnóstico precoce é o que faz a diferença no tratamento. É esse o alerta que o ‘Dia Internacional de Luta contra o Câncer Infantil’, celebrado nesta terça-feira (15), deixa para todos os pais e responsáveis.

 

O diagnóstico precoce é a principal arma contra o câncer infantojuvenil. Ou seja, quanto mais cedo for diagnosticado, maiores serão as chances de cura. Segundo especialistas, na infância e adolescência, não há uma causa específica, em que se possa atuar prevenindo. Contudo, se diagnosticados precocemente, as chances de cura são de até 80%. Os principais tipos de câncer infantojuvenil são as leucemias (câncer da medula óssea), tumores do sistema nervoso central, linfomas (tumores do sistema linfático) e tumores sólidos como o neuroblastoma, sarcomas e o tumor de Wilms.

 

Dentre os sintomas mais visíveis da doença estão os vômitos acompanhados de dores de cabeça, dores nos ossos ou nas articulações, palidez repentina, febre frequente ou persistente, perda de peso, ínguas ou nódulos com crescimento rápido e sem dor, suor excessivo noturno, manchas roxas no corpo ou nas pálpebras e/ou reflexo de olho de gato.

 

Um levantamento realizado pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca) mostrou que o câncer infantil ainda é a principal causa de morte, entre crianças e adolescentes, de 0 a 19 anos, no Brasil, e a segunda causa de óbito, neste grupo etário. No Rio Grande do Norte, o número é de 130 casos novos por ano (2020 – 2022). Destes, 70 casos previstos para meninos e 60 para meninas.

 

A escassez de políticas públicas, voltadas para este nicho de atendimento, fez com que a taxa de mortalidade do câncer infantojuvenil, no país, atingisse o dobro da verificada em países desenvolvidos, com uma média de 43,4 mortes por milhão. Esse patamar permanece estagnado há 20 anos, segundo pesquisa realizada pelo Instituto Desiderata (2020).

 

Além de esbarrar em diversos obstáculos como: descarte de suspeita – por falta de informação das equipes da atenção básica, barreiras nos exames para precisão do diagnóstico, desarticulação da rede de atendimento primário, que resulta na demora entre o diagnóstico até o tratamento especializado, além de registros imprecisos.

 

A Casa Durval Paiva é uma referência no suporte ao tratamento de crianças e adolescentes, e realiza, desde 2002, a Campanha do Diagnóstico Precoce, divulgando os principais sinais de alerta do câncer infantojuvenil. Além de capacitar os profissionais da saúde, educação e áreas correlatas.

 

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Alzheimer: conheça os sinais de alerta e possíveis tratamentos

 

O Alzheimer é um transtorno neurodegenerativo progressivo e fatal que se manifesta pela deterioração cognitiva e da memória, comprometendo as atividades diárias. A doença se manifesta principalmente em mulheres, a partir dos 65 anos.

 

“Alzheimer é o tipo de demência mais comum e também é um termo geral usado para descrever as condições que ocorrem quando o cérebro não mais consegue funcionar corretamente. Nos estágios iniciais, os sintomas de demência podem ser mínimos, mas pioram conforme a progressão da doença”, explica o neurologista do Hapvida, Dr. Marcelo Marinho.

 

Segundo o neurologista, ainda não se sabe o que causa a doença, mas acredita-se que seja geneticamente determinada. O paciente necessita de cuidados especiais não só por parte dos profissionais que o acompanham, mas também da família. Como explica o especialista.

 

“O idoso que possui esse tipo de demência não deve ficar sozinho, pois há o risco de esquecer o fogão ligado, por exemplo. A família precisa se adaptar à nova rotina do paciente e estar preparada emocionalmente para atender a nova realidade”.

 

Entre os sinais de alerta para a doença estão: esquecer de parte ou da totalidade de um acontecimento ou informação que conhecia; perder progressivamente a capacidade de seguir indicações verbais ou escritas; não saber em que data ou estação do ano está.

 

O tratamento para o Alzheimer é feito para controlar os sintomas e retardar o agravamento da degeneração cerebral provocada pela doença e inclui o uso de remédios, mas, é importante fazer terapias que melhoram a independência e o raciocínio, como terapia ocupacional, fisioterapia, atividades físicas, além de dar preferência a uma alimentação equilibrada.

 

A escolha do melhor tratamento e as opções de medicamentos são indicadas pelo médico após avaliação e identificação das necessidades de cada paciente.

 

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Covid-19: Brasil registra 943 mortes e mais de 164 mil novos casos diagnosticados em 24h

 

O Brasil registrou, nesta quinta-feira (10), 943 mortes por Covid-19 e 164.066 novos casos diagnosticados, de acordo com os dados enviados pelos estados ao Ministério da Saúde e ao Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde).

 

Com o balanço de hoje, o país contabiliza 636.017 óbitos e 27.119.500 pessoas que já foram diagnosticadas com a doença. De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 23 milhões de pessoas já se recuperaram da Covid-19 no país.

 

Segundo o Conass, a taxa de letalidade do coronavírus no Brasil é de 2,3%, uma queda de 2% em comparação com janeiro, e a taxa de mortalidade por cada 100 mil habitantes é de 302,7. A média móvel de óbitos nos últimos 7 dias é de 859, e a média móvel de novos casos é de 146.854, com tendência de queda.

 

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Mãe alerta sobre visitas na pandemia após bebê com 1 mês testar positivo para Covid-19: ‘teve madrugada que gemia de dor’

 

A pequena Alice Vitória tinha apenas 34 dias de vida quando sentiu febre e o nariz ficou congestionado, acompanhado de uma tosse seca. Os sintomas, que surgiram na última quinta-feira (27), fizeram a recém-nascida, de João Pessoa, querer apenas colo. Além disso, foram os sinais para que a mãe desconfiasse que havia algo errado e suspeitasse que ela havia sido contaminada com Covid-19, após receber visitas, que hoje são motivo de alerta para a família.

 

No mesmo dia, a mãe da menina começou a ter febre e dor no corpo. As duas, que não saíam de casa desde o sétimo dia de vida da bebê, quando fez o teste do pezinho, foram em busca de atendimento médico. A pediatra que atendeu Alice pediu que ela fizesse um teste para diagnóstico de Covid no 3º dia de sintomas. O resultado foi positivo.

 

Receber pessoas em casa após o parto da menina não era uma opção para a auxiliar financeira, Fernanda. Mãe de primeira viagem, ela passou por muitas dificuldades na gravidez e fez de tudo para proteger Alice, a quem define como “um milagre”.

 

Ela explicou que não estava aceitando visitas. Mas teve quem insistiu. Quem foi até o local e chegou sem máscara recebeu o pedido para recolocar o equipamento de proteção individual no rosto, mas algumas pessoas, voltavam a tirá-la. Constrangida, Fernanda não insistia.

 

Depois do susto, o pensamento dela é outro. A mãe até usou as redes sociais para expandir o pedido que as visitas a bebês sejam evitadas.

 

G1

 

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Maior UTI covid do RN tem 95% de internados sem imunização completa

 

O Hospital Giselda Trigueiro (HGT), unidade com maior quantidade de leitos de UTI covid do RN, está próximo da lotação total. Dos 22 leitos críticos a disposição, 19 pacientes estão internados – sendo 18 pacientes sem o esquema vacinal completo. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), que revela um indicativo que representa 95% do total de pacientes internados na unidade até o fechamento dessa reportagem.

 

Entre os internados, 50% não tem em seus registros que tenham tomado sequer uma dose. “Esses dados só reforçam a necessidade da vacinação. A rede de saúde está sofrendo uma pressão neste momento, muito em parte por conta de quem não se vacinou ou não atentou para completar sua vacinação. Por isso, reforçamos o apelo aqui para toda sociedade a respeito da proteção, da procura pela vacina, que é segura e claramente eficaz”, afirmou o secretário de Estado da Saúde Pública, Cipriano Maia.

 

Ampliando o levantamento para outras unidades de referência, que estão entre as maiores da rede Covid da Sesap, não se altera o quadro de ampla maioria de não vacinados entre os internados. Uma média incluindo, além do HGT, os hospitais Geral João Machado (HGJM), Rafael Fernandes, em Mossoró, e Regional Dr. Cleodon Carlos de Andrade, em Pau do Ferros, aponta para 75,5% dos internados com esquema vacinal incompleto.

 

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Morre adolescente de 14 anos que estava na fila de espera por UTI Covid pediátrica no RN

 

Um adolescente de 14 anos que aguardava vaga em um leito pediátrico de UTI Covid, morreu nesta sexta-feira (28,) no município de São Tomé, na região do Trairí, no Rio Grande do Norte.

 

Geovani Augusto, de 14 anos, tinha paralisia cerebral, estava com covid-19 e precisava de um leito de UTI, mas ainda integrava uma lista de espera por leitos críticos.  Ele estava internado desde a última quarta-feira (26) em um leito clínico na unidade mista de saúde do município de São Tomé.

 

O sistema de regulação chegou a conseguir uma vaga no hospital regional de Currais Novos, mas a unidade não recebeu o menino por não ter estrutura com leito de UTI pediátrico.

 

Houve tentativa de conseguir uma transferência para o hospital Maria Alice Fernandes, em Natal, mas não havia vaga.

 

Segundo profissionais de saúde, não havia registro de vacinação do garoto contra a Covid-19 no RN Mais Vacina, nem na plataforma do Ministério da Saúde.

 

De acordo com a Secretaria de Estado e Saúde Pública (Sesap), nesta sexta-feira (28), todos os leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) para Covid-19 disponibilizados ao público infantil na rede pública de saúde do RN estão ocupados.

 

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Padre morre com suspeita de Covid-19 em Natal

 

O padre Antônio Cassiano da Silva morreu nesta segunda-feira (24) na Casa de Saúde São Lucas, em Natal, onde estava internado desde o dia 21 de dezembro passado, em tratamento de problemas cardiorrespiratórios e outras comorbidades.

 

O sacerdote também estava com suspeita de Covid-19, apontada há 15 dias, que segue em investigação.

 

A informação foi divulgada pela Arquidiocese de Natal. O local e horário do sepultamento ainda não foram divulgados.

 

“Padre Cassiano foi chamado para a casa do Pai, onde contemplará, eternamente, a face de Deus a quem muito amou e serviu ao longo de sua vida e exercício ministerial”, diz a nota de pesar divulgada pela instituição religiosa.

 

Padre Antônio Cassiano nasceu em 10 de maio de 1945, no município de Timbaúba (PE) e foi ordenado sacerdote em 01 de fevereiro de 1975, em Natal.

 

Foi pároco da Paróquia de Santana, em Santana do Matos, nos primeiros anos da vida sacerdotal.

 

De maio de 1982 a agosto de 2020, foi pároco da Paróquia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, nas Quintas, zona oeste de Natal, quando se tornou emérito.

 

Entre 1984 e 2006, também desempenhou a função de capelão da Polícia Militar do Rio Grande do Norte.

 

“Aos seus familiares, ex-paroquianos, irmãos no sacerdócio e a todos os seus amigos, desejamos a paz, a esperança e a consolação que vêm do Senhor”, encerra a nota da Arquidiocese de Natal.

 

Agora RN

 

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Nova onda de Covid no RN gera pressão por leitos e aumento da fila de espera

 

O Rio Grande do Norte vive um novo surto de casos de Covid-19 nos últimos dias, além de enfrentar ainda um salto no número de pessoas com síndromes gripais. Desde a última quarta-feira 19, foram mais de mil novos casos de coronavírus registrados diariamente, e a taxa de ocupação de leitos críticos voltou a ultrapassar o índice de 60% no estado.

 

Para o epidemiologista e professor Ion de Andrade, o RN vivencia um novo período da pandemia. “Temos, em primeiro lugar, como elo frágil, o fato de que 30% da população ainda não se vacinou. Nessa minoria, há pessoas que se esqueceram de tomar a dose de reforço e o principal componente do movimento hospitalar é o grupo que não completou a vacinação”, pontuou ele em entrevista ao Bom Dia RN/Inter TV Cabugi.

 

“Os hospitais estão sendo pressionados, hoje já temos pacientes em fila, o que significa a dificuldade do poder público em internar. Outro componente é o comportamento de pessoas vacinadas que estão doentes e levam o vírus para os vulneráveis. Então o problema é decorrente de tudo de positivos que acumulamos: os vacinados, no lugar de agir com prevenção, liberalizaram o comportamento e passam a ser transmissores do vírus, e os não vacinados agravam e vão para os hospitais. Isso tudo contribui para a explosão de casos que estamos tendo”, disse.

 

Segundo o epidemiologista, a variante Ômicron é muito transmissível porque tem a capacidade de driblar as defesas imunes e, por isso, a partida é de um cenário de riscos. “Estamos vivendo uma terceira onda e, do ponto de vista de número de casos novos, ela é muito maior que as anteriores. Essa nova onda de Covid produz uma gravidade menor que possivelmente está relacionada com a cobertura vacinal e com o fato de que a variante Ômicron pode produzir casos mais leves”, relatou.

 

O problema, no entanto, é que a pressão sobre os hospitais, que é o que regula a ação do poder público, não se interessa por proporções e sim por casos. Mesmo que a Ômicron cause casos mais leves, a pressão de leitos nos hospitais não é menor, e as unidades hospitalares estão afogadas. “O processo de abertura de leitos é mais lento do que a difusão da doença. É de se esperar o aumento, nos próximos dias, de pacientes em filas. Temos pacientes demais e muito além daqueles que nós conseguimos internar”, afirmou Ion.

 

“Essa é uma doença letal e grave que produz uma pressão por leitos hospitalares que pode obrigar o poder público a tomar medidas restritivas que ninguém gostaria de atravessar novamente, para que os hospitais possam se tornar solventes de novo”, frisou ele ao indicar que o Estado deve estudar a antecipação da terceira dose para os idosos, pois esse público voltou a ser maioria nos leitos.

 

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Contra vacina, atriz Elizangela é internada em estado grave com sequelas da Covid

 

A atriz Elizangela, de 67 anos, foi internada na quinta-feira (20), em Guapimirim, na Baixada Fluminense, em estado grave com sequelas respiratórias da Covid. Segundo a prefeitura, ela chegou passando muito mal ao Hospital Municipal José Rabello de Mello e quase teve que ser intubada.

 

Segundo a assessoria da prefeitura, Elizangela é “bem rebelde” e se mostrou radicalmente contra a vacinação — como deixa claro em suas redes sociais. Ela não tomou nenhuma dose do imunizante contra a doença.

 

Nesta sexta-feira (21), Elizangela estava estabilizada no CTI (Centro de Terapia Intensiva). Os testes recentes apontaram que a atriz não tem mais o vírus da Covid. A Prefeitura de Guapimirim disse que a atriz já tinha ido ao hospital na semana passada após se sentir mal. Na ocasião, ela foi atendida, medicada e teve alta.

 

Na quinta-feira, Elizangela retornou à unidade em estado mais grave. Ela foi encaminhada à sala vermelha, onde os médicos conseguiram estabilizá-la.

 

G1

 

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