11/04/2017
Por Edilson Silva em Astronomia

‘Lua rosa’ vai iluminar o céu nesta noite de terça-feira

Apesar de podermos ver a lua cheia a cada 29 dias, a que aparecerá no céu na noite desta terça-feira (11) não é como a que estamos acostumados a ver. Ela se chama “Lua rosa” e era especialmente importante para as antigas culturas, que seguiam o calendário lunar no lugar do solar.

A “Lua rosa” recebeu este nome graças às flores da mesma cor que costumavam aparecer precisamente nesta época, coincidindo com o equinócio vernal. Eram os nativos da América do Norte que assim chamavam este corpo celeste.

Este fenômeno é cheio de simbolismo, e não é por acaso que cristãos, judeus e hindus deram a estas datas um significado especial. Antigamente, a primeira Lua cheia de abril marcava a chegada da primavera, segundo informou o The Sun.

Apesar do seu nome, esta Lua não tem um motivo para ser precisamente cor de rosa, dado que a cor que vemos depende das condições ambientais como a poluição, nuvens e névoa.


26/02/2017
Por Edilson Silva em Astronomia, Jucurutu

Dia nublado decepciona quem tentou ver eclipse solar no Brasil

Foto: Edilson Silva

O dia nublado frustrou quem esperava observar o eclipse solar parcial no Brasil neste domingo (26). O fenômeno era esperado em algumas regiões do país entre 9h e 12h. No sul do Chile, Argentina, Angola e norte da Zâmbia, o eclipse seria anular (quando se vê toda a silhueta do Sol e apenas um anel de luz ao redor). Este foi o primeiro eclipse de 2017.

O eclipse solar anular ocorre quando a Terra, a Lua e o Sol se alinham. Mesmo quando estão alinhados perfeitamente, a Lua está muito longe da Terra para bloquear completamente a visão do Sol, e por isso perto do disco negro do satélite é possível ver um anel de luz do astro.


23/02/2017
Por Edilson Silva em Astronomia

Nasa encontra sistema solar com 7 planetas parecidos com a Terra

A Nasa anunciou nesta quarta-feira, 22, que encontrou um sistema solar parecido com o nosso a apenas 40 anos-luz de distância. Ao todo, são sete planetas do tamanho da Terra orbitando em volta de uma estrela.

De acordo com agência espacial, que foi capaz de encontrar o sistema através do telescópio Spitzer, três dos planetas estão dentro da “Zona Cachinhos Dourados”, que é uma área que permite a formação de água líquida na superfície do planeta. A referência ao conto infantil se dá pelo fato de que a distância do astro faz com que o corpo celeste não seja nem muito frio para a água congelar, nem quente demais para evaporar. Na história, a jovem rejeita os pratos que considera quente ou frio demais para consumir.

Esta é a primeira vez que os astrônomos descobrem um outro sistema solar com sete planetas aproximadamente do mesmo tamanho do nosso. Mas o mais importante é que a NASA calcula que, com as condições atmosféricas adequadas, todos os sete poderiam conter água – embora as chances sejam mais altas nos três que estão na Zona Goldilocks.

Além disso, caso seja comprovado a existência de oxigênio, metano, ozônio e dióxido de carbono em suas atmosferas, a possibilidade de existir vida nesses planetas é de 99%. O problema é provar que tais elementos existem.

O conjunto, batizado de Trappist-1, encontra-se no sistema Aquarius apenas cerca de 378 trilhões de quilômetros da Terra. Alguns dos planetas são capazes de completar a volta em torno da sua estrela entre 1,5 dia e 2,4 dias, sendo que o sexto planeta é capaz de fazer isso a cada 12 dias. O planeta mais externo ainda não foi definitivamente observado, mas acredita-se que tenha uma órbita de cerca de 20 dias.

Vale notar que, mesmo que o planeta tenha condições de abrigar vida, uma viagem até lá está fora de cogitação com a tecnologia atual. O objeto mais rápido que lançamos ao espaço foi a sonda New Horizons, que saiu da Terra a 52.000 quilômetros por hora. Nessa velocidade, a viagem até lá demoraria mais de 800 mil anos.


10/02/2017
Por Edilson Silva em Astronomia

Eclipse da Lua pode ser visto hoje em todo o Brasil

A chegada da lua cheia, nesta sexta-feira (10), será marcada por um fenômeno conhecido como eclipse penumbral. Ele poderá ser visto em todo o Brasil e em países da Ásia, Europa, África, do Oriente Médio e das Américas do Sul e do Norte.

O eclipse penumbral é um fenômeno astronômico que ocorre quando a lua entra na região da penumbra da Terra e resulta em uma variação do brilho da lua que dificilmente é notada.

A sombra projetada pela Terra tem duas partes denominadas umbra e penumbra. A umbra é uma região em que não há iluminação direta do Sol e a penumbra é uma região em que apenas parte da iluminação é bloqueada.


05/02/2017
Por Edilson Silva em Astronomia

Asteroide de grandes dimensões passa perto da Terra neste domingo

Agência Brasil – O Observatório Nacional informou que um asteroide de grandes dimensões passa perto da Terra neste domingo (5), mas que não há risco de colisão. O objeto, identificado como 2013FK, tem 94 metros de diâmetro e passará a uma distância, segura, de 2,7 milhões de quilômetros do planeta.

De acordo com o Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações  e Comunicações, o monitoramento espacial é feito pelo Observatório Nacional por meio do projeto Impacton (Iniciativa de Mapeamento e Pesquisa de Asteroides nas Cercanias da Terra). No Brasil, ele é feito por um telescópio, com espelho de 1,5 metro, instalado no interior do estado de Pernambuco.

No Observatório do Sertão de Itaparica, em Itacuruba (PE), são estudadas as propriedades físicas desses objetos. Além do 2013FK, o monitoramento identificou que, em outubro, outro asteroide, de 19 metros, passará a 38.400 quilômetros da Terra, o que representa um décimo da distância entre a Terra e a Lua. Também não existe chance de colisão.

Com o equipamento, os pesquisadores conseguem estudar as propriedades físicas dos asteroides. “A depender do seu brilho, tamanho e distância, um objeto pode ser visto da Terra até mesmo com o uso de binóculos”, diz nota do ministério.

Em 23 de setembro, o objeto 2006SR131, com 11 metros, se deslocará perto da Terra, a uma distância aproximada de 153 mil quilômetros. Até o momento, são os dois únicos identificados que estarão numa distância inferior entre a Terra e a Lua, que é de aproximadamente 384 mil quilômetros.


04/02/2017
Por Edilson Silva em Astronomia

Asteroide gigante se aproximará da Terra

Um asteroide de 94 metros de diâmetro passará perto da Terra neste domingo, segundo informações do Observatório Nacional, ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Mas pode ficar tranquilo porque, segundo os especialistas, não há risco de colisão com o nosso planeta.

O objeto identificado como 2013FK passará a uma distância de 2,7 milhões de quilômetros da Terra.

O Observatório Nacional vai monitorar a passagem do asteroide por meio de um telescópio instalado em Itacuruba, no interior do Pernambuco.

O objetivo é estudar, através das observações, as propriedades físicas do objeto.

O primeiro de muitos

O asteroide deste domingo não será o único a passar perto da Terra neste ano.

Em 23 de setembro, um objeto menor – de 11 metros de diâmetro – se deslocará próximo à Terra, a uma distância de cerca de 153 mil quilômetros.

Já no dia 12 de outubro, outro objeto, dessa vez com 19 metros de diâmetro, chegará ainda mais perto: 38.400 quilômetros da superfície do planeta.

O valor equivale a um décimo da distância entre o nosso planeta e a Lua. Mesmo assim, não há risco de colisão.

Via Band


13/12/2016
Por Edilson Silva em Astronomia, Jucurutu

Jucurutu: A última lua cheia (e superlua) do ano já pode ser observada

O jucurutuense já pode contemplar a última lua cheia (e superlua) deste ano de 2016. O fenômeno acontece numa altura em que o satélite está mais próximo da Terra – mais concretamente a uma distância inferior a 110% do perigeu da sua órbita – e vai parecer maior.

Veja na imagem registrada agora pouco pelo Blog Edilson Silva:


14/11/2016
Por Edilson Silva em Astronomia, Jucurutu

Jucurutu: Blog registra #Superlua na noite desta segunda, 14/11/2016

Aqui em Jucurutu/RN registrando #Superlua na noite desta segunda, 14/11/2016. A lua vai estar a 356.511 quilômetros da terra e ficará totalmente cheia logo mais às 22h52min. 

Vamos aproveitar para contemplar, pois a próxima #Superlua só deverá ocorrer em 2034.

Não sei se estaremos por aqui … O que sei é que hoje ela está mais próxima da terra do que de costume.

Fotos/Créditos: Edilson Silva.

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15/10/2016
Por Edilson Silva em Astronomia, Jucurutu

Lua rara já ilumina céu de Jucurutu neste sábado (15)

O Blog do Edilson Silva registrou agora pouco algumas imagens da lua que ilumina os céus de Jucurutu na noite deste sábado, 15/10. De acordo com o site da Nasa uma bela superlua poderá ser vista de todos os pontos do Brasil na noite de amanhã, 16/10. 

Se hoje o céu está completamente iluminado imagine no domingo.

Já temos uma bela razão para prestigiar o céu neste fim de semana.

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15/10/2016
Por Edilson Silva em Astronomia

Aproveite a super lua do próximo domingo no céu, no mar ou meditando

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Uma bela superlua poderá ser vista de todos os pontos do Brasil na noite de domingo, 16 de Outubro/2016. O fenômeno em que a Lua parece maior e mais brilhante será melhor observado a partir das 21h, quando o astro começa a aparecer no horizonte Leste do céu. A recomendação dos astrônomos é observar o satélite nesse momento inicial da noite para aproveitar uma “ilusão de ótica” que a faz parecer maior.

“Ao observar a Lua próxima ao horizonte, podemos compará-la com prédios, árvores ou acidentes geográficos. Assim ela parece bem maior e luminosa”, explica Daniel Mello, astrônomo do Observatório do Valongo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). “Não é necessário nenhum instrumento para observar o fenômeno, mas binóculos ou lunetas podem ajudar a ver alguns detalhes da Lua, já que ela estará mais próxima de nosso planeta.”

A superlua ocorre quando o perigeu lunar – ponto da órbita em que o satélite está mais perto da Terra – coincide com a fase cheia da Lua. A distância média entre nosso planeta e a Lua é de, aproximadamente, 384.000 quilômetros. No dia 16 de outubro, a distância irá diminuir para 358.000 quilômetros. Em noites com céu claro, a Lua pode parecer até 14% maior e até 30% mais brilhante. O fenômeno vai se repetir em 14 de novembro e 14 de dezembro.

Veja


20/06/2016
Por Edilson Silva em Astronomia

Nasa encontra “segunda Lua” ao redor da Terra

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O 2016HO3 gira em torno do nosso planeta há um século e deve permanecer nesse trajeto durante várias centenas de anos.

A Nasa (agência espacial americana) anunciou ter encontrado o que a imprensa internacional chama de mini-lua na órbita terrestre. O corpo celeste é um asteroide bem menor do que a nossa já conhecida Lua e tem uma trajetória irregular. Como o curso do asteroide chamado 2016HO3 é elíptico, a distância dele varia entre 38 e 100 vezes a distância da Terra da Lua. Com isso, ele fica entre 14 milhões e 40 milhões de quilômetros de nós.

Seu movimento de translação ao redor do Sol leva 365,93 dias, o que é um pouco mais do que o tempo que o nosso planeta precisa para realizar o mesmo movimento. Avistado pela primeira vez em 27 de abril deste ano, com o uso do telescópio espacial Pan-STARRS 1, que fica no Havaí, o asteroide tem 36,5 metros de diâmetro. O 2016HO3 gira em torno do nosso planeta há um século e deve permanecer nesse trajeto durante várias centenas de anos.


24/05/2016
Por Edilson Silva em Astronomia

Marte passa próximo da Terra e fica visível a olho nu

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Na próxima segunda-feira (30), o planeta vermelho atingirá o ápice do movimento e parecerá ainda maior.

Nos últimos dias de maio de 2016, o planeta Marte inicia a sua maior aproximação da Terra nos últimos 11 anos e poderá ser visto sem dificuldades no céu. Na próxima segunda-feira (30), o planeta vermelho atingirá o ápice do movimento e parecerá ainda maior.

O fenômeno, chamado de “oposição”, marca o alinhamento do planeta com a Terra e o Sol. Durante o movimento, Marte nasce a leste, no momento em que o Sol está se pondo a oeste, no oposto do céu. Com isso, à meia-noite, quando o sol estiver no ponto oposto ao nosso céu visível, será possível observar facilmente o planeta brilhante e alaranjado a olho nu. Para observá-lo, busque o brilho mais próximo do vermelho do lado da nascente (em direção ao mar).

Facilmente notável, Marte ficará 5 vezes mais perto que o habitual. Apesar da aproximação, o planeta ainda está a aproximadamente 75 milhões de quilômetros da Terra. Esse fenômeno só poderá ser acompanhado novamente em julho de 2018, quando a distância entre os dois planetas será ainda menor: apenas 57,6 milhões de quilômetros.


25/04/2016
Por Edilson Silva em Astronomia

Asteroide de 40 metros pode atingir a Terra em 2017

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Do tamanho da Estátua da Liberdade, a pedra gigante pode causar consequências graves dependendo de onde atingir o planeta.

Uma astrônoma alertou que um asteroide do tamanho da Estátua da Liberdade está em direção à Terra e pode colidir com o planeta em outubro de 2017. As informações são do The Mirror. Segundo Judit Györgyey-Ries, do Observatório McDonald da Universidade do Texas, a pedra gigante poderá trazer um impacto maior do que aquele causado na Rússia, em fevereiro de 2013, quando o país foi atingido por este fenômeno e mais de 1.200 pessoas tiveram de ser hospitalizadas.

“O tamanho é estimado pelo seu brilho, mas não sabemos exatamente a refletividade. Assim, pode ser maior ou menos do que esperamos, tendo entre 10 e 40 metros”, afirmou.

A astrônoma americana afirmou que é possível enxergar o asteroide 2012 TC4 que poderá causar janelas quebradas e certo caos, dependendo de onde ele bater. De acordo com ela, há uma chance em um milhão de sermos atingidos.

Um asteroide gigante parecido a este quase atingiu o planeta em outubro de 2012, quando passou a 94,800 km de distância.


10/10/2015
Por Edilson Silva em Astronomia

Asteroide 86666 entre 1,2 e 2,6 km de diâmetro passará a 25 milhões de km da Terra neste sábado 10/10

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Concepção artística de asteroide (Foto: Mark Garlic/Warwick & Cambridge Universities/AFP).

O asteroide gigante 86666 (2000 FL10) terá seu ponto de trajetória mais próximo da Terra neste sábado (10), mas não representa nenhuma ameaça ao nosso planeta, segundo a Nasa.

Com um diâmetro entre 1,2 e 2,6 km, o objeto celeste deve passar a 25 milhões de km da Terra, de acordo com dados do projeto sobre Objetos Próximos da Terra do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa. “Representa ameaça zero”, disse a agência em post no Twitter. O projeto faz um trabalho de monitoramento dos objetos espaciais que podem passar perto do nosso planeta.

Este mês, a Nasa e a ESA, a Agência Espacial Europeia, anunciaram detalhes de uma missão conjunta para tentar desviar um asteroide, técnica que salvaria a Terra de um eventual impacto. O plano geral da missão, batizada de Aida (Avaliação de Impacto e Desvio de Asteroide), foi revelado no Congresso Europeu de Ciência Planetária.

A ideia é que as sondas sejam lançadas em 2020 e 2021 e cheguem a seu alvo em 2022. A estimativa de orçamento do projeto ainda não foi anunciada.


31/07/2015
Por Edilson Silva em Astronomia

Fenômeno “Lua Azul” ilumina última noite de julho

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Apesar de ser denominada “lua azul”, o planeta vai aparecer como de costume, nas cores cinza, branca e prateada.

Nesta sexta-feira (31), último dia de julho, haverá uma “lua azul”, assim chamada a segunda lua cheia no mesmo mês – fenômeno que ocorre de três em três anos, e só voltará a acontecer em janeiro de 2018.  Segundo o Observatório Naval dos Estados Unidos, cada ciclo lunar dura aproximadamente 28 dias e quando ocorre uma lua cheia no início do mês é provável que haja uma segunda no final. É isso que vai ocorrer amanhã. A primeira lua cheia foi no dia 2 deste mês.

Apesar de ser denominada “lua azul”, o planeta vai aparecer como de costume, nas cores cinza, branca e prateada. Segundo peritos, a lua ficou azul em poucas ocasiões, devido à poeira, cinza e fumo na atmosfera, provocadas por grandes erupções vulcânicas ou incêndios florestais. A última “lua azul” ocorreu no dia 31 de agosto de 2012.


16/10/2014
Por Edilson Silva em Astronomia, Recife

Clarão no céu assusta moradores do Recife; assista

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Por volta das 22h30 desta quarta-feira (15), os moradores da Grande Recife e outras cidades próximas, em Pernambuco, viram um clarão no céu. As luzes incomuns foram registradas em vídeos e fotos pelos internautas. O fenômeno despertou curiosidade nas redes sociais e foi um dos assuntos mais comentados no Twitter.
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Em sua página no Facebook, a Sociedade Astronômica Do Recife (SAR) explicou que o fenômeno foi ocasionado por um Bólido – uma bola de fogo causada pela vaporização de um corpo sólido ao entrar na atmosfera.
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“Geralmente os bólidos chegam a explodir e são acompanhados por grandes estrondos parecidos com trovões e a um grande clarão azul, o que foi visto por muito mais pessoas. Os relatos vieram do Agreste ao Litoral pernambucano, e também de alguns outros estados, como Paraíba e Rio Grande do Norte”, explica a publicação.
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Apesar do susto, ocorrências como essas são consideradas normais. Além disso, em certas épocas do ano o fenômeno ocorre com maior incidência. “Não precisamos entrar em pânico com os bólidos, isso é um evento natural e que ocorre a uma altura de aproximadamente 60Km acima do solo, na alta atmosfera”, conclui.


07/09/2014
Por Edilson Silva em Astronomia

Asteróide passará perto da Terra no domingo

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Um asteroide recém-descoberto do tamanho aproximado de uma casa passará relativamente perto da Terra no domingo, aproximando-se dos satélites de comunicação que circundam o planeta, disseram cientistas. A NASA afirmou que o asteróide, conhecido como 2014 RC, não representa uma ameaça, embora em seu ponto de maior aproximação irá estar a cerca de um décimo da distância da Lua, ou a cerca de 40 mil quilômetros da Terra.

Os satélites de comunicação e meteorológicos geralmente ficam em órbita a cerca de 36 mil quilômetros acima do planeta. “Embora este objeto celestial não pareça ameaçar a Terra nem os satélites, sua aproximação cria uma oportunidade única para os pesquisadores observarem e aprenderem mais sobre os asteróides”, informou a NASA em um comunicado divulgado na terça-feira.


27/06/2014
Por Edilson Silva em Astronomia

Noite desta sexta-feira (27/06) terá chuva de meteoros

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Uma chuva de meteoros atinge seu pico (melhor momento para sua visualização) na noite desta sexta-feira. Denominada Bootídeas, ela é visível do Brasil, mas não deve proporcionar um grande espetáculo, pois costuma apresentar uma frequência baixa de meteoros.

A chuva tem origem na constelação do Boieiro e, para observá-la, deve-se olhar para o norte das 19 horas até as 23 horas (de Brasília), sendo entre 21 horas e 22 horas o melhor horário. “É uma constelação boreal, portanto não fica muito alta no céu do Brasil”, explica Gustavo Rojas, astrofísico da Universidade Federal de São Carlos. Normalmente essa chuva é fraca, com cerca de dois meteoros por hora, mas em 1998 e 2004 ela surpreendeu os cientistas, chegando a apresentar mais de 100 por hora.

As chuvas de meteoros consistem em fragmentos de rochas e poeira que se desprendem de um cometa e continuam circulando em sua órbita. Quando a Terra passa por eles, os fragmentos se chocam com a atmosfera, provocando o espetáculo que pode ser observado no céu. No caso desta chuva, acredita-se que o cometa que a originou seja o 7P/Pons-Winnecke.

Para Rojas, as expectativas para esta sexta não devem ser muito altas. “O cometa vai voltar a passar próximo à Terra em 2015, por isso eu não apostaria numa chuva forte este ano”, disse ao site de VEJA. Isso porque as chuvas costumam ser mais fortes depois da passagem do cometa, que deixa novos fragmentos.


13/05/2014
Por Edilson Silva em Astronomia

6 planetas com grandes chances de abrigar vida

O homem sempre quis saber se existe vida fora da Terra. Para isso, o primeiro passo é descobrir se existem outros planetas parecidos com o nosso, que contém água em forma líquida na superfície e com condições para abrigar organismos vivos da forma como conhecemos. O que os pesquisadores fazem em relação a isso? Usam aqueles supertelescópios para observar planetas que estão fora do nosso Sistema Solar. Esses corpos celestes que orbitam outras estrelas são chamados de exoplanetas.

Óbvio, nem todo exoplaneta é candidato a “nova Terra”. Dá pra tirar da conta todos os que não são habitáveis, de acordo com o conceito da astronomia para o termo. “Todo planeta contém uma porcentagem de água, mas só pode abrigar vida se a temperatura dele tornar a água liquida”, explica Gustavo Porto de Mello, astrônomo da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Por causa desse critério, a lista de exoplanetas com alguma chance de abrigar vida já fica bem mais reduzida. Mas… de quantos planetas estamos falando, afinal?

Até a década de 1990, nenhum corpo celeste havia sido encontrado fora do nosso sistema planetário.  Mas há pouco tempo, astrônomos anunciaram a descoberta de mais de 1.700 exoplanetas. Listamos 6 planetas que têm chances altíssimas de conter água líquida e, possivelmente, vida.

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Quase do tamanho da Terra, Kepler-186f gira em torno de uma estrela anã-vermelha chamada Kepler-186, na constelação de Cisne, a uns 500 anos-luz da Terra. Estrelas dessa categoria têm menos que a metade da massa do Sol. Em sua órbita, há outros planetas além desse novo primo da Terra. Mas não há indícios de vida em nenhum deles, porque estão bem perto da estrela, onde é quente demais.

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Essa “Super-Terra” está a 22 anos-luz de nós e tem 3.9 vezes mais massa do que nosso planeta. O  Gliese 667 Cc orbita a Gliese 667, pertencente a um sistema estelar triplo (é como se o nosso sistema tivesse três sóis). O planeta demora 28 dias para completar uma volta na estrela. A Gliese 667 é mais fria e pálida que o Sol, mas o planeta se situa a pouca distância, por isso recebe energia suficiente para vida. As obsevações indicam que o planeta tenha grande quantidade de água em estado líquido.

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Esses são dois dos 5 corpos que orbitam a estrela Kepler-62 que está a 1200 anos-luz de distância da Terra, tem dois terços do tamanho do nosso Sol e aproximadamente 21% de luminosidade. O Kepler-62e e o Kepler-62, segundo astrônomos, são “mundos de água” – apesar de serem mais frios do que o nosso planeta, são lugares quentes o suficiente para abrigar vida. É possível que os dois planetas estejam completamente cobertos por água em estado líquido.

“Eles são maiores do que a Terra e, talvez, com bem mais oceanos do que aqui. Isso significa que há uma boa probabilidade de existirem nesse tipo de planetas vidas não muito diferentes da nossa”, diz Eduardo Janot Pacheco, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP.

A diferença entre eles:

O -62e, é  maior que o vizinho e fica mais perto da estrela. Por isso, é mais quente, pois recebe muito mais energia. Apesar disso o -62f, tem mais chances de estar na zona habitável pelo simples fato de receber menos calor.

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O Kepler-283C é cerca de 1,8 vezes maior que a Terra e dá uma volta completa em torno da estrela Kepler-283 a cada 93 dias. O planeta é um dos dois mundos conhecidos para circundar a Kepler-283, que tem pouco mais de metade da largura do Sol. O outro corpo celeste no sistema, o Kepler-283b, está muito mais próximo da estrela e é provavelmente quente demais para abrigar vida.

Fonte: Super Interessante


15/04/2014
Por Edilson Silva em Astronomia, Jucurutu

Aqui Você é o Repórter: Internautas jucurutuenses registraram eclipse lunar

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Aqui no Blog do Edilson Silva abrimos o espaço para o leitor onde “Você é o Repórter”. Um eclipse lunar pode ser visto e acompanhado na madrugada desta terça – feira (15/04) por milhares de brasileiros inclusive o fenômeno pode ser observado por internautas jucurutuenses.

Na imagem o registro fotográfico de um morador do Bairro Novo Horizonte que fica já na saída de Jucurutu para Caicó/RN.

Um eclipse é sempre extraordinário, fantástico! Já o blogueiro aqui após um dia intenso de trabalho e banho de chuva no início da noite de ontem (14/04) ficou sonolento e impossibilitado de ver o evento e o espetáculo nos céus.

Por Edilson Silva


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