Tecnologia

WhatsApp libera recurso que permite grupos com 1.024 usuários

 

A Meta, controladora do WhatsApp, comunicou nesta 5ª feira (3.nov.2022) o lançamento do recurso “Comunidades” no aplicativo de mensagem. Entre outras funcionalidades, a novidade permite organizar grupos com até 1.024 usuários. Hoje, o número máximo é de 256 integrantes por grupo.

 

Porém, a ferramenta não será lançada no Brasil até 2023. O WhatsApp se comprometeu com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a esperar o fim do período eleitoral.

 

Segundo o aplicativo, o “Comunidades” terá até 10 grupos com 256 integrantes cada. Os administradores poderão enviar mensagens a todos simultaneamente, por meio de 1 grupo de aviso. O encaminhamento de mensagens estará restrito a no máximo 5 grupos por vez.

 

As novidades anunciadas nesta 5ª feira (3.nov.2022) também incluem videochamadas de 32 pessoas, além de enquetes no chat.

 

Poder 360

 

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Justiça multa Apple em R$ 100 milhões e exige carregador grátis para iPhones

 

Apple deu de cara com outra barreira no seu plano de vender celulares sem o carregador. A fabricante foi multada em R$ 100 milhões pela Justiça de São Paulo por não colocar o adaptador de tomada na caixa do iPhone. Além da pena, a companhia terá que oferecer o acessório aos consumidores que compraram o smartphone

 

O processo foi aberto pela Associação Brasileira dos Mutuários, Consumidores e Contribuintes (ABMCC). O grupo requereu a restituição dos valores despendidos ao comprar o carregador ou a entrega dos adaptadores. O pedido é destinado a quem adquiriu o iPhone 11 ou modelos mais recentes a partir de 13 de outubro de 2020.

 

Caso condenada a oferecer o carregador, os autores do processo ainda solicitaram a entrega de acessórios capazes de oferecer a velocidade de recarga prometida para cada modelo. Além disso, a ABMCC peticionou a venda dos celulares com o adaptador de tomada. Outro pedido ficou pela multa de R$ 100 milhões como indenização.

Apple é condenada por vender iPhone sem carregador

 

A decisão veio à tona nesta quinta-feira (13). Na sentença, o juiz Caramuru Francisco da 18ª Vara Cível, do Tribunal de Justiça de São Paulo relembrou o objetivo da Apple ao retirar o carregador da caixa, que é a redução do lixo eletrônico. Mas esta decisão levanta outro problema: mesmo assim, o consumidor precisa comprar o acessório para utilizar o iPhone, caso não tenha um carregador compatível guardado na gaveta.

 

“Tem-se caso evidente de venda casada, ainda que às avessas, pois não se vende o produto mediante a aquisição do outro, mas, o que, na prática é o mesmo, somente se pode utilizar o produto se se adquirir o outro”, observou o juiz.

 

Mais adiante, o Caramuru Francisco destaca que existe “nítida prática abusiva”. Segundo o magistrado, existe o condicionamento da compra de outro produto para ter o funcionamento do celular, já que o carregador é vendido separadamente. E isto não é permitido pelo Código de Defesa do Consumidor.

 

“Ao se invocar a defesa do meio-ambiente para tal medida, demonstra a requerida evidente má-fé, a ensejar quase que uma propaganda enganosa, o que se revela, também, uma prática abusiva, visto que até incentiva e estimula o consumidor a concordar com a lesão de que está a sofrer com a cessação do fornecimento dos carregadores e adaptadores”, diz o juiz.

 

Para ele, esta prática deve ser coibida “já que, nas relações contratuais, em especial as de consumo, deve prevalecer o princípio da boa-fé e da probidade.

 

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‘Pix internacional’ vai permitir transferências de valores entre mais de 60 países

 

Gastar no exterior sem cartão de crédito internacional, pagar hospedagem em outros países com transferência instantânea ou compartilhar o custo de um churrasco com amigos estrangeiros em segundos. Este tipo de transação, impensável atualmente, está em testes e pode unir mais de 60 países no Nexus, o “Pix Internacional”. O sistema vai permitir transações entre diferentes nações e moedas em até um minuto.

 

O Nexus está sendo desenvolvido dentro do hub de inovação do Bank Of International Settlements (BIS), conhecido como “o banco central dos bancos centrais”, com sede em Basiléia, na Suíça. A ideia é integrar todos os países que já contam com algum sistema instantâneo de pagamento e transferência, como o Pix.

 

O desenvolvimento do Nexus está atualmente na fase de prova de conceito, com testes entre sistemas de pagamento da Malásia, de Cingapura e da Zona do Euro, por meio do Banco da Itália. O BC brasileiro participa como observador.

 

O Globo

 

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WhatsApp começa a permitir ‘saída silenciosa’ de grupos

 

O Whatsapp anunciou nesta terça-feira (9) que permitirá aos usuários saírem dos grupos de forma silenciosa, sem serem “dedurados” no chat para todos os outros participantes da conversa.

 

Em recurso que já está valendo para a plataforma desde segunda-feira (8), o usuário agora tem a opção de notificar apenas os administradores do grupo quando decidir sair.

 

Além dessa medida, outras duas foram anunciadas com o objetivo de aumentar a privacidade. Veja abaixo:

 

  1. Escolher quem poderá ver quando você está online: em atualização que deve chegar ainda em agosto, os usuários poderão escolher quem verá a sinalização “online” e “visto por último” quando abrirem seu perfil no Whatsapp.
  2. Bloquear a captura de tela em mensagens de visualização única: não será mais possível fazer capturas de tela (print screen) daquelas fotos enviadas para serem visualizadas uma única vez.

 

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Instagram vai perguntar raça e etnia de usuários

 

O Instagram anunciou ontem 28 em uma publicação oficial no blog da rede social que vai pedir para alguns usuários dos Estados Unidos informarem dados a respeito de sua raça e etnia. Segundo os responsáveis pela rede social, a intenção é produzir estudos de como diferentes comunidades utilizam a rede social.

 

De acordo com o comunicado, os usuários serão escolhidos de maneira aleatória e receberão um pop-up que vai direcionar os selecionados a uma pesquisa do YouGov, questionando justamente a raça e etnia. No entanto, o Instagram deixa claro que o questionário é opcional e que as respostas “não limitarão as experiências que você tem no Instagram, incluindo impactar seu alcance ou como as pessoas se envolvem com seu conteúdo de alguma forma”.

 

Em um vídeo publicado ontem, Adam Mosseri, executivo da rede, apontou que “se vamos garantir que o Instagram seja justo e equitativo como uma experiência, precisamos entender como ele está funcionando para diferentes comunidades”. Mosseri afirmou que a coleta destes dados vai ajudar a encontrar novas e melhores maneiras de se usar a rede social para diferentes grupos de usuários.

 

O Instagram contou ainda que as respostas não serão vinculadas às contas dos usuários, sendo transformadas apenas em dados agregados em algumas instituições de pesquisa. “Essas informações nos permitirão entender melhor as experiências que diferentes comunidades têm no Instagram, como nossa tecnologia pode impactar diferentes grupos e se há mudanças que podemos fazer para promover a justiça”, informa a plataforma.

 

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Burro, ganso e ‘toca aqui’: veja os emojis que serão liberados em breve

 

Um pacote com 31 novos emojis deve ser publicado em setembro e, então, começar a ser liberado aos usuários. A lista inclui novos animais, como burro e ganso, além de novos corações, carinha tremendo e mãos para formarem um “toca aqui”.

 

Para chegarem às redes sociais e aplicativos de mensagens, por exemplo, os novos ícones precisam ser lançados oficialmente. Esse processo é feito pelo Unicode Consortium, que padroniza caracteres de computador, desde letras e números até emojis.

 

O site Emojipedia, focado em atualizações desses ícones, criou suas versões de como eles deverão parecer quando estiverem disponíveis. Os desenhos terão variações conforme a plataforma em que serão exibidos, mas seguirão o padrão definido pelo Unicode Consortium.

 

O pacote faz parte do padrão Unicode, versão 15.0. Veja quais são os novos emojis:

 

Cara tremendo, Coração rosaCoração azulCoração cinzaMão empurrando para a direita, Mão empurrando para a esquerdaAlceBurroAsaPássaro pretoGansoÁgua-vivaJacinto (planta)GengibreErvilhaLequePente garfoMaracasFlautaKhanda (símbolo religioso do siquismo) e Wireless.

 

Para os dois novos ícones de mãos, além do padrão amarelo, será possível usá-los em outros cinco tons de pele, totalizando mais 10 opções. Segundo o Unicode Consortium, eles poderão ser usados para representar ações de empurrar, recusar ou parar algo, além de pedir para esperar.

 

Quando usados juntos, os desenhos também poderão formar o “toca aqui”. Eles serão uma alternativa ao emoji de mãos encostadas, que está disponível há mais tempo e pode causar uma confusão se for entendido como “por favor”, “obrigado” ou um símbolo de oração.

 

Os 31 emojis formam o menor pacote de emojis desde 2020, segundo o Emojipedia. O levantamento do site aponta que foram 334 novos desenhos em 2020 e, 112 em 2021. Além disso, pela primeira vez, o Unicode Consortium divulgou uma atualização sem emojis de pessoas.

 

Após serem lançados, os emojis ficarão disponíveis para serem usados em serviços na internet. O prazo para que os desenhos cheguem aos usuários dependerá da adoção de cada plataforma.

 

g1

 

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Saiba como o 5G vai interferir nas antenas parabólicas e como trocar a sua gratuitamente

 

A partir desta quarta-feira (6), estreia o sinal 5G puro (sem interferência de outras frequências). A primeira cidade a oferecer o sinal será Brasília, mas João Pessoa está entre as pioneiras a ativar a frequência logo após Brasília, juntamente com São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre. A tecnologia ocupará a faixa 3.5GHz, que é parcialmente ocupada por antenas parabólicas antigas que operam com sinal analógico na Banda C.

 

As pessoas com esse sinal precisarão comprar uma antena nova e um receptor compatível com a Banda Ku, para onde está sendo transferido o sinal das antenas parabólicas. Famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) com parabólicas antigas receberão conversores novos, que dispensarão a necessidade de comprar outras antenas.

 

Segundo a Anatel, Brasília foi escolhida para estrear a tecnologia 5G por ter um número baixo de parabólicas. Conforme os dados mais recentes da agência reguladora, existem cerca de 3,3 mil parabólicas em funcionamento no Distrito Federal.

 

Para assegurar que as duas tecnologias (parabólicas da Banda C e 5G) convivam sem interferências, a Siga Antenado vai apoiar a população na migração da atual tecnologia de recepção para uma mais moderna, digital e que vai garantir muito mais qualidade de imagem e som.

 

A chegada do 5G no Brasil vai trazer inúmeras possibilidades para o país. E, como todo processo de implantação de novas tecnologias gera transformações, a nova frequência do celular poderá gerar interferências na recepção dos sinais de TV pelas antenas parabólicas da Banda C.

 

A transmissão dos canais abertos de TV via satélite vai migrar da Banda C para a Banda Ku, por isso os aparelhos atuais deverão ser substituídos por outros mais modernos que vão continuar garantindo o acesso à sua programação gratuita preferida. Ao trocar a sua antena parabólica e o seu conversor você contará com uma transmissão de TV digital com mais qualidade de imagem, de som, equipamentos mais modernos e com mais tecnologia. É um novo jeito de ver TV!

 

  • Se você utiliza esta antena para receber sinal de TV aberta, você deverá trocar seu equipamento para a nova parabólica digital.
  • Se você utiliza uma antena interna (instalada ao lado da TV) ou uma antena externa (instalada no telhado), já tem acesso à TV Digital e não precisará fazer nada.
  • Se você possui TV por assinatura, não precisará fazer nada.

 

Já existem kits com a nova parabólica digital, conversor e cabos disponíveis no mercado e podem ser comprados em lojas de varejo na sua cidade ou através das lojas on-line dos fabricantes.

 

Kits Gratuitos para beneficiários de programas sociais

 

Famílias que fazem parte de algum programa social do Governo Federal (CadÚnico) e assistem TV usando parabólica poderão receber gratuitamente o kit com a nova parabólica digital, conversor e cabos.

 

Grupo de Acompanhamento da Implantação das Soluções para os Problemas de Interferência na faixa de 3.625 a 3.700 MHz (Gaispi) aprovou nesta segunda-feira (4/7) a antecipação da liberação do uso da faixa de radiofrequências de 3.300 MHz a 3.700 MHz no Distrito Federal para a próxima quarta-feira, 6/7. Brasília será a primeira capital do País a disponibilizar o 5G standalone, servindo de piloto para as demais capitais.

 

O Grupo também aprovou a criação de uma “Sala de Guerra” visando dar mais celeridade e dinamicidade aos procedimentos, para imediatas soluções cautelares em caso de interferências prejudiciais.

 

Na reunião realizada hoje, a Entidade Administradora da Faixa (EAF) informou que no Distrito Federal há uma demanda estimada de 3.341 TVROs (antenas parabólicas). A troca de antenas é necessária para que moradores que possuem parabólicas não percam o sinal da TV aberta com a chegada do 5G.

 

Inscritos no Cadastro Único do Governo Federal (CadÚnico) receberão a antena sem custo. A capacidade de instalação da Siga Antenado – nome fantasia da EAF – é de 220 equipamentos por dia, sendo necessário realizar o agendamento pelo site da Entidade.

 

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Tecnologia 5G estreia no Brasil nesta quarta-feira

 

O sinal de 5G puro (sem interferência de outras frequências) estreia no Brasil nesta quarta-feira (5). A primeira cidade a oferecer o sinal será Brasília, cujo funcionamento foi aprovado na última segunda-feira (4) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).ebcebc

 

Próxima geração da internet móvel, a tecnologia 5G pura oferece velocidade média de 1 Gigabit (Gbps), dez vezes superior ao sinal 4G, com a possibilidade de chegar a até 20 Gbps. O sinal tem menor latência (atraso) na transmissão dos dados. Um arquivo de 5G pode ser baixado em cerca de 40 segundos nesse sistema.

 

A tecnologia 5G permitirá a estreia da “internet das coisas”, que permite a conexão direta entre objetos pela rede mundial de computadores. Essa tecnologia tem potencial para aumentar a produção industrial, por meio da comunicação direta entre máquinas, e possibilitar novidades como cirurgias a distância e transporte em carros sem condutores.

 

A TIM será a primeira operadora a oferecer o sinal 5G puro em Brasília. Em princípio, serão instaladas 100 antenas que atenderão entre 40% e 50% da população do Distrito Federal. Nos próximos dois meses, mais 64 antenas passarão a funcionar, elevando o alcance da tecnologia para 65% da população.

 

Segundo o conselheiro e vice-presidente da Anatel, Moisés Moreira, as próximas cidades a receber o sinal 5G puro serão Belo Horizonte, Porto Alegre e São Paulo, mas as datas ainda não estão previstas. No início de junho, a agência reguladora definiu que, até 29 de setembro, todas as capitais deverão contar com a tecnologia.

Acesso

 

Para ter acesso à tecnologia 5G, o cliente deve ter um chip e um aparelho que aceite a conexão. O cliente precisa verificar se a operadora oferece o serviço e estar na área de cobertura. O site da Anatel informa a lista de celulares homologados para o sinal 5G puro.

 

O consumidor precisa ficar atento porque existem celulares fora da lista que mostram o ícone 5G. Nesses casos, porém, o aparelho não opera o sinal 5G puro, mas o 5G no modo Dynamic Spectrum Sharing (DSS) ou non-standalone (NSA), chamado de 5G “impuro” por operar na mesma frequência do 4G, na faixa de 2,3 gigahertz (GHz). Dependendo da interferência, o sinal 5G “impuro” chega a apresentar velocidades inferiores ao 4G.

Parabólicas

 

O 5G puro ocupará na faixa de 3,5 GHz, faixa parcialmente ocupada por antenas parabólicas antigas que operam com sinal analógico na Banda C. As pessoas com esse sinal precisarão comprar uma antena nova e um receptor compatível com a Banda Ku, para onde está sendo transferido o sinal das antenas parabólicas. Famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) com parabólicas antigas receberão conversores novos, que dispensarão a necessidade de comprar outras antenas.

 

Segundo a Anatel, Brasília foi escolhida para estrear a tecnologia 5G por ter um número baixo de parabólicas. Conforme os dados mais recentes da agência reguladora, existem cerca de 3,3 mil parabólicas em funcionamento no Distrito Federal.

 

Originalmente, o edital do leilão do 5G, realizado em novembro do ano passado, previa que todas as capitais deveriam ser atendidas pela telefonia 5G até 31 de julho. No entanto, problemas com a escassez de chips e com atrasos na produção e importação de equipamentos eletrônicos relacionados à pandemia de covid-19 fez o cronograma atrasar dois meses.

 

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Com política de “segurança de menores”, TikTok remove 20 milhões de contas suspeitas

 

Diante da política de “segurança de menores”, o TikTok removeu 20,2 milhões de contas suspeitas de serem administradas por menores de 13 anos. Desde que o relatório das diretrizes da comunidade começou a ser divulgado, em 2020, esse é o maior número de remoções.

 

Segundo a empresa, os perfis e vídeos dessas contas participam, principalmente, da categoria de conteúdos que exploram nudez e atividade sexual envolvendo menores, “atividades prejudiciais”, danos físicos e psicológicos, exploração sexual e comportamento de aliciamento.

 

Desses, 4,8 milhões são usuários do Brasil. Conteúdos como dança sexualmente explícita e menores com roupas mínimas são alguns dos comportamentos dessas contas que ferem a política da empresa em relação aos seus usuários, segundo o aplicativo.

 

Além disso, houveram mais 3,3 milhões de remoções por outros motivos, como “segurança de menores” (41,7%), “atividades ilegais e mercadorias regulamentadas” (21,8%), “nudez de adultos e atividades sexuais” (11,3%), “conteúdo violento e explícito” (9,6%), “autolesão e atos perigosos” (6,7%) e “assédio e bullying” (6)%.

 

Agora RN

 

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Datafolha: 81% acham que redes sociais têm que excluir fake news imediatamente

 

A ampla maioria (81%) dos entrevistados pelo Datafolha diz achar que redes sociais como Facebook, Twitter e Instagram deveriam excluir o mais rápido possível publicações que mostram notícias falsas sobre a eleição no Brasil.

 

Outros 14% avaliam que as plataformas deveriam deixar os conteúdos disponíveis, mas com um aviso de que são mentirosos, e para 3%, as empresas não deveriam fazer nada e deixar as postagens intactas; 3% disseram não saber responder à pergunta, feita pelo instituto na terça (22) e quarta-feira (23).

 

Com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou menos, a pesquisa foi realizada em 181 cidades de todo o país, com 2.556 pessoas acima de 16 anos, e está registrada no TSE sob o número BR-08967/2022.

 

No total, 84% dos participantes do levantamento têm conta em alguma rede social, sendo 61% no Facebook, 56% no Instagram e 16% no Twitter.

 

O percentual dos que interagem em alguma plataforma chega a 98% entre as pessoas com 16 a 24 anos e cai paulatinamente conforme a idade –entre aquelas acima dos 60 anos, 57% possuem conta.

 

Em relação ao comportamento das empresas perante notícias falsas, os percentuais dos favoráveis à exclusão imediata pouco se alteram dentro das diferentes faixas etárias. Já a opinião de que os conteúdos deveriam ser mantidos com algum tipo de sinalização tem variação mais significativa.

 

Enquanto 19% no segmento de 16 a 24 anos defendem essa atitude, só 8% no grupo acima de 60 anos compartilham da mesma visão. No segmento mais idoso, a ideia de remoção instantânea é aprovada por 81%, mesmo valor da média geral.

 

Na fatia dos que consideram o governo Jair Bolsonaro (PL) ótimo ou bom, 5% acham que as plataformas não deveriam fazer nada em relação às postagens e 18% pensam que deveriam ser acrescidas de um alerta, percentuais que vão a 2% e 12%, respectivamente, entre quem acha a gestão ruim ou péssima.

 

Se na média geral 81% avaliam que as publicações deveriam ser retiradas o quanto antes, entre os que avaliam o governo como ótimo ou bom a taxa é de 74%.

 

Conteúdos com notícias falsas eram normalmente apagados das plataformas apenas mediante decisões judiciais, mas, com a pressão para que as redes contribuam no combate à desinformação, algumas delas passaram a sinalizar conteúdos potencialmente mentirosos, reduzir sua visibilidade, omiti-los por conta própria e, até mesmo, removê-los cautelarmente.

 

O Datafolha também pesquisou o nível de credibilidade dos instrumentos que a população escolhe para se informar sobre eleições. De modo geral, os meios digitais demonstraram gerar mais desconfiança do que os tradicionais.

 

Os programas jornalísticos na TV apareceram como fonte de informação confiável para 41% dos entrevistados, seguidos por programas jornalísticos de rádio (39%), jornais impressos (38%) e sites de notícias (32%). O WhatsApp é considerado de confiança por 12%.

 

Na amostra das principais redes sociais, as taxas de confiança e desconfiança, respectivamente, são de: 14% e 64% no Facebook, 19% e 56% no Telegram, 12% e 68% no TikTok e 31% e 44% no Twitter.

 

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) criou o Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação e firmou em fevereiro memorandos de entendimento com as plataformas Twitter, TikTok, Facebook, WhatsApp, Google, Instagram, YouTube e Kwai.

 

O Telegram, que é motivo de preocupação entre autoridades por causa da fragilidade nos controles de disseminação de notícias falsas, vinha ignorando os contatos da corte eleitoral e só aderiu ao programa nesta sexta-feira (25), após ação do STF (Supremo Tribunal Federal).

 

Neste mês, o ministro do STF Alexandre de Moraes ordenou a suspensão do aplicativo no Brasil por considerar que a plataforma vinha descumprindo decisões judiciais e se omitindo dos chamados para se juntar aos esforços pelo combate à desinformação e à prática de infrações penais.

 

Após a determinação, a empresa nomeou um representante oficial no Brasil e passou a atender aos tribunais. O aplicativo informou estar disposto a colaborar com os Poderes locais e afirmou ter o compromisso de contribuir no combate às fake news no país.

 

Para o advogado e professor Marco Antonio da Costa Sabino, coordenador do Centro de Pesquisas de Mídia e Internet do Ibmec-SP, as principais plataformas adotaram comportamento mais cauteloso em relação ao tema depois de 2014 e reforçaram iniciativas próprias nessa área.

 

“Elas são capazes de combater desinformação sem intervenção do Estado. Pesquisas mostram que, quando o usuário é advertido sobre um conteúdo nocivo, ele presta mais atenção ao conteúdo e cria mecanismos críticos, o que quebra o efeito de impacto das notícias falsas”, diz.

 

Sabino afirma que “há pressões sobre as empresas de todos os lados, em nível global”, reforçadas após as suspeitas de manipulação da opinião pública que envolveram, por exemplo, a eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos e a votação do Brexit, no Reino Unido.

 

Na opinião do especialista, a remoção pura e simples dos conteúdos embute o risco de censura. Para ele, a melhor saída é a da inclusão de alertas sobre teor potencialmente falso, “uma decisão baseada na liberdade de expressão, mas que depende de responsabilidade e discernimento do usuário”.

 

A Meta, empresa que responde por Facebook e Instagram, afirma em nota à Folha que “proteger a integridade das eleições” é uma de suas prioridades, que há anos vem trabalhando em parceria com o TSE e que lançou “várias iniciativas voltadas ao Brasil”.

 

“Avançamos bloqueando contas falsas, limitando a disseminação de desinformação, trazendo transparência a anúncios políticos e facilitando o acesso dos eleitores a informações confiáveis”, diz.

 

O comunicado conjunto das duas redes sociais afirma que foi lançado para o pleito deste ano um rótulo para postagens sobre eleições. O selo é aplicado automaticamente e direciona os usuários para informações oficiais em páginas da Justiça Eleitoral.

 

A empresa diz ainda que “reduz significativamente, para que menos pessoas os vejam”, a distribuição de conteúdos classificados como falsos por “verificadores de fatos independentes, que analisam e classificam a exatidão das histórias”. Quem tenta compartilhar os posts é avisado antes.

 

O Twitter, também em nota, afirma que sua atuação é no sentido de “contribuir para um debate democrático saudável”, por meio de iniciativas como a parceria com o TSE, “manter a integridade das eleições de 2022” e “prevenir o dano potencial na vida das pessoas”.

 

Seu foco, entretanto, “não é em determinar se uma informação é verdadeira ou falsa –esse tipo de análise ou discussão cabe aos diferentes atores, como agências de checagem, jornalistas, formadores de opinião, especialistas e outras pessoas com diferentes perspectivas, que participam do debate público no Twitter”.

 

A rede social ressalta ter implementado um “lembrete que notifica as pessoas da importância de ler uma matéria ou artigo antes de compartilhá-lo” e “uma etiqueta para os perfis se identificarem como automatizados, facilitando que as pessoas saibam quando estão interagindo com um robô”.

 

“Além disso, vale lembrar que o Twitter proíbe a propaganda eleitoral paga na plataforma –ou seja, conteúdos com esse teor só podem ter alcance orgânico no Twitter, e não promovido. Essa política foi anunciada globalmente em 2019 e vale para o Brasil.”

 

JOELMIR TAVARES
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

 

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Chips implantados na mão repletos de funções são lançados na Suécia

 

A tecnologia abriu muitas oportunidades para os indivíduos que com sua ajuda podem viver uma vida de conveniência e luxo. A chegada da mais recente tecnologia de chips implantados é uma das inovações tecnológicas mais significativas dos últimos tempos. Ela permitiu que as pessoas fizessem coisas com seus smartphones que seriam impensáveis apenas alguns anos atrás!

 

Lembrar-se de tomar suas vacinas pode ser uma luta. Felizmente, a empresa sueca Epicenter descobriu uma nova maneira de armazenar essas informações. A empresa ganhou as manchetes após revelar seu mais novo uso para microchips subdérmicos – armazenar o histórico de vacinação do cliente.

 

O implante, que pode armazenar todas as informações do seu cartão de vacinação, foi testado e pode ser lido por qualquer dispositivo eletrônico com comunicação a curta distância, a chamada Comunicação de Campo Próximo (NFC), tecnologia já usado para pagamento por aproximação, onde o dinheiro é retirado automaticamente do cartão de crédito / débito ou do celular, prática comum em vários países.

 

Os consumidores do chip podem recorrer ao seu uso para todos os tipos de fins. Além da vacinação, eles podem ser usados para fins de identificação, resgate de passes de ônibus ou até mesmo para acesso a academias.

 

Segundo a declaração feita ao site russo, Ruptly, por Hannes Sjoblad, diretor da empresa:

 

“Implantes são uma tecnologia muito versátil que pode ser usada para diversas coisas, e é muito conveniente que, agora, possamos ter nosso passaporte de vacina da COVID sempre acessível.

 

A Suécia tomou a iniciativa e determinou que todos os participantes de qualquer evento com mais de 100 pessoas devem ter um passaporte de vacinação. Um pesquisador sueco da Universidade de Lund descobriu que, dos 6.000 implantes de chips da Suécia, nem todos mencionaram uma vacinação.

 

Os chips são implantados no braço ou no polegar. O processo é 100% reversível, de acordo com reportagem do tabloide britânico Daily Mail.

 

É impossível garantir que os chips implantados são 100% seguro, ou algo assim. No entanto, você assinará um acordo sobre os recursos do dispositivo no momento da implantação que explicará que tipo de informações seu chip guarda e como seus dados serão protegidos.

 

Fonte: BitMagazine

 

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Black Friday 2021: estratégias e expectativas para o comércio on-line

 

O comércio on-line iniciou o planejamento estratégico e ações de marketing para a maior data de vendas do ano: a Black Friday. Entre janeiro e junho deste ano, houve uma alta de 74,4% nas vendas por meio do e-commerce se comparado com o mesmo período de 2020. Para este segundo semestre, cerca de 32% dos brasileiros pretendem aumentar o consumo de vestuário e 29% planejam comprar aparelhos eletrônicos, segundo o levantamento “Retomada do Consumo 2021”, realizado pela Inteligência de Mercado Globo.

 

Mas muitos me perguntam, ainda não está muito cedo para pensar na Black Friday? E eu digo: não! O grande erro do comércio em geral é acreditar que os preparativos para a principal data do varejo no ano começam em meados de outubro, após o Dia das Crianças. Por conta disso, muitas empresas sofrem prejuízos, perdem leads e não entendem o que o concorrente fez de diferente. Por isso, listei alguns pilares importantes para este período que antecede a data. Confira:

 

Hype

 

A Black Friday, assim como outras datas sazonais como Dia dos Pais, Dia das Crianças etc., gera uma grande expectativa nas pessoas. Por isso, é imprescindível aproveitar esse hype para engajar o consumidor e deixar ele com vontade de “quero mais”.

 

Um grande exemplo é o segmento de produções de filmes e séries. Disponibilizam o trailer de um filme com seis meses de antecedência; compartilham imagens dos atores nos estúdios de gravação para mostrar o desenrolar da produção; e as plataformas de streaming destacam na home os filmes que estarão disponíveis nas semanas seguintes. Isso tudo serve para criar uma expectativa nos consumidores e preparar terreno para uma data específica.

 

Além disso, posso citar ocasiões como eventos de Rock In Rio e LollaPalooza, que fazem isso de forma magistral. Para se ter uma ideia, o Rock In Rio esgota as vendas de quase 1 milhão de ingressos em poucos dias, e isso se deve muito a esses preparativos.

 

Faça uma análise da Black Friday 2020

 

Como tudo na vida, é preciso tirar ensinamentos de experiências passadas, e no varejo não é diferente. Faça uma análise profunda sobre a última Black Friday com o intuito de analisar as mercadorias que mais tiveram saída, assim como as que tiveram uma baixa procura, as campanhas de marketing, entre outros pontos, para melhorar a eficiência e ser mais assertivo nas vendas.

 

A crise, causada pela Covid-19, alterou a forma do consumidor se relacionar e comprar. No último ano, a data de vendas registrou R$ 4,02 bilhões no faturamento, valor 25,1% superior ao de 2019. Nunca se comprou tanto na internet e, diante desse fato, é essencial analisar os pontos positivos e negativos de 2020 para se preparar e aproveitar a maior Black Friday da história.

 

Pesquisa com a base de clientes

 

É bastante comum as empresas não realizarem uma pesquisa com a sua base de clientes, com certo tempo de antecedência, para entender o perfil e desejo de comprar para esse intervalo de tempo. E, falando sobre mudança de comportamento, isso é um grande erro dos varejistas.

 

É muito importante utilizar sua cartela de clientes para entender, de fato, essa mudança. Como analisar os horários e dias da semana que o site é mais frequentado, produtos procurados, canais mais utilizados para contato, satisfação de atendimento, preço dos produtos etc.

 

Precificação de produtos

 

E falando sobre preço, a grande expectativa de compra para a Black Friday é devido às promoções. Há alguns anos, lançamos com a nossa base de clientes uma pesquisa interna para entender o que faz um usuário comprar um produto na sua loja, e percebemos que preço e condições de pagamento são os principais fatores para concluir uma compra.

 

E para oferecer preço mais em conta, é necessário, meses antes, iniciar uma negociação com os distribuidores para conseguir descontos. Se você entender os produtos de desejo, consegue negociar o preço daquelas mercadorias que você sabe que terá maior saída na loja.

 

O ticket médio da última Black Friday foi cerca de R$ 630. Para este ano a expectativa é que esse valor seja menor, mas os clientes irão comprar em muito mais quantidade.

 

Guilherme Lippert é cofundador e Key Account Manager da V4 Company, maior rede de franquias de marketing digital do país, e colunista do E-commerce Brasil. Lippert já atuou à frente de campanhas para gigantes do mercado como o Spotify. Atualmente, ele é responsável pelas principais contas da companhia e pelo planejamento estratégico para o crescimento da V4 Company.

 

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WhatsApp, Instagram e Facebook permanecem fora do ar

 

Grandes redes sociais relacionadas ao Facebook ficaram inacessíveis hoje (4) no início da tarde e ainda não tiveram o acesso normalizado. O Facebook – a maior rede social do mundo -, o Instagram – a mais popular plataforma de compartilhamento de imagens – e o WhatsApp – o aplicativo de troca de mensagens via celular preferido dos brasileiros – ficaram indisponíveis para os usuários por uma falha ainda não detalhada pelo conglomerado.

 

Outras plataformas sociais, como o Telegram e o Twitter, apresentaram instabilidades e funcionam de maneira intermitente, com usuários de todo o mundo registrando queixas pelo serviço internacional de monitoramento de servidores e aplicativos Downdetector.

 

Pouco antes das 17h, Mike Schroepfer, oficial-chefe de tecnologia do Facebook, publicou um pedido de desculpas para os usuários impactados pelo que classificou como “erros de rede”.

 

A falha generalizada no acesso mostra para os usuários uma mensagem de erro no domain name system (DNS) – a tecnologia que liga o endereço usado para se chegar aos sites internet protocols (IPs) dos servidores correspondentes que hospedam o conteúdo das páginas. Esta não é a primeira vez que o grupo de serviços administrados pelo Facebook apresenta problemas. Em junho deste ano, uma interrupção semelhante aconteceu.

 

Na prática, é como se os números de telefone dos serviços do Facebook tivessem sido apagados da gigantesca agenda da internet. O gestor do DNS do Facebook e dos demais serviços é o próprio Facebook, o que pode significar que uma atualização malsucedida ou um erro grave nos principais servidores das redes sociais possa ter acontecido.

 

Segundo os números da Nasdaq – a bolsa de valores do mercado de tecnologia -, o Facebook perdeu cerca de 5,34% de valor de mercado até o momento com a falha. Isso equivale a cerca de US$ 50 bilhões – o valor total estimado da rede social Twitter. As ações do Facebook estão cotadas no momento a US$ 326,23.

 

Agência Brasil

 

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Pane global derruba o WhatsApp, Facebook e Instagram

 

WhatsAppFacebook e Instagram apresentam instabilidade no começo da tarde desta segunda-feira (4). Internautas em todo o mundo estão relatando dificuldade pra acessar os serviços que pertencem ao Facebook.

 

Às 13h10, o site Downdetector, que monitora reclamações sobre serviços da internet, registrava cerca de 40 mil queixas sobre o o aplicativo de mensagens. Para o Instagram, eram cerca de 10 mil e, para o Facebook, 5 mil.

 

O termo WhatsApp se tornou o primeiro nos Trending Topics do Twitter no Brasil por volta das 12h50. Cerca de meia hora depois, o concorrente Telegram, que segue no ar, passou a ser o segundo mais comentado.

 

No Twitter, os perfis do Facebook e do WhatsApp postaram: “Estamos cientes de que algumas pessoas estão enfrentando problemas com o WhatsApp no momento. Estamos trabalhando para que as coisas voltem ao normal e enviaremos uma atualização assim que possível”.

 

E o Instagram tuitou: “O Instagram e amigos estão tendo um momento complicado agora e talvez você esteja com problemas para usá-los. Conte com a gente, estamos em cima disso”.

 

G1

 

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WhatsApp testa no Brasil funcionalidade de indicação de negócios

 

O aplicativo de mensagens WhatsApp anunciou que a cidade de São Paulo foi escolhida para testar uma nova funcionalidade que permite localizar bares, restaurantes, lanchonetes e outros tipos de empreendimento que usam a plataforma para fazer negócios.

 

A novidade, que será testada exclusivamente no Brasil, será chamada Guia de Negócios e funcionará como uma espécie de mapa de locais recomendados por usuários.

 

No momento, o guia está disponível somente para algumas empresas no centro da cidade de São Paulo que vendem produtos e serviços na região, incluindo alimentação, varejo e educação. Com o tempo, esperamos incluir mais categorias e áreas geográficas, e disponibilizar o guia para mais para empresas que usam o app”, informou a empresa em comunicado.

 

Para as empresas que tiverem interesse em aderir e estejam localizadas no centro da cidade de São Paulo, o WhatsApp disponibilizou um vídeo explicativo para o processo de cadastro.

 

ASSISTA:

 

Para usuários, a opção estará disponível em uma aba exclusiva que aparecerá com a atualização do aplicativo. Como é focada no mercado paulista, indicações de negócios ainda não aparecerão para os públicos de outras localidades.

 

Segundo pesquisa da empresa especializada em mercados de aplicativos e internet Statista, o WhatsApp conta com um mercado global de 2 bilhões de usuários, dos quais 120 milhões são brasileiros. O país fica atrás apenas da Índia, que tem 400 milhões de linhas móveis cadastradas no WhatsApp.

 

Agência Brasil

 

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Olhos marejados, coração com as mãos e carinha ‘derretendo’: os novos emojis que chegarão aos celulares em breve

 

O comunicação por emojis deve ficar mais rica com a chegada de 37 novos emojis aos celulares e computadores. A Unicode Consortium, organização que padroniza códigos dos ícones no mundo inteiro, aprovou na última terça-feira (14) um novo conjunto – essa é a versão 14.0. Entre as novidades estão uma carinha com olhos marejados, outra que está “derretendo”, uma representação de um raio-x e a imagem de um ingrediente típico na mesa dos brasileiros: o feijão.

 

Agora, a bola está com as empresas que desenvolvem os sistemas operacionais. Para chegarem nas telinhas das pessoas, empresas como Google, Apple e Microsoft precisam implementar os emojis – o que deve acontecer entre dezembro de 2021 e agosto de 2022, segundo o site “Emojipedia”.

 

Alguns dos emojis podem parecer repetidos, como o que cobre a boca com a mão – até agora, algumas plataformas o representam com um olhar mais sério e outros como se estivesse sorrindo.

 

Daqui para a frente, haverá uma diferenciação – da mesma forma com o emoji com os olhos marejados, que pode se parecer com o ícone de “implorar” 🥺, mas está sorrindo.

 

Veja abaixo as novidades em uma representação feita pelo “Emojipedia” – os ícones são diferentes da imagem acima, da Unicode, e ilustram como cada empresa desenvolve versões diferentes:

 

 

O Unicode 14.0 incluiu 838 novos caracteres – desses, 37 são completamente novos e o restante são combinações de tons de pele.

 

O emoji de aperto de mão 🤝, por exemplo, poderá ser combinado entre todos os tons de pele – são 25 opções só para esse ícone, aumentando a representatividade.

 

As opções de gravidez agora incluem uma representação de um homem trans, pessoa não-binária de de uma mulher com cabelo curto.

 

No total, serão 3.633 opções diferentes, entre todos os emojis.

 

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WhatsApp deixará de funcionar em celulares Android antigos

 

WhatsApp vai restringir as versões do Android que têm suporte ao seu aplicativo. A mudança afetará as edições mais antigas do sistema operacional do Google.

 

No site do mensageiro, há a informação de que, “a partir do dia 1º de novembro de 2021, o WhatsApp não será mais compatível com aparelhos Android com o sistema operacional 4.0.4 e versões anteriores”.

 

Para continuar usando o aplicativo é preciso atualizar o sistema ou transferir a conta para um aparelho com uma versão mais recente. O serviço também permite fazer um backup do histórico de mensagens.

 

Com a decisão, o WhatsApp funcionará apenas nos seguintes sistemas:

 

  • Celulares com Android 4.1 e mais recentes
  • iPhones com iOS 10 e mais recentes
  • Alguns modelos com KaiOS 2.5.1

 

O Android 4.0.4, também conhecido como Ice Cream Sandwich, foi lançado em dezembro de 2011. Ele foi sucedido pelo Android 4.1 (Jelly Bean), liberado em julho de 2012.

 

O site do mensageiro não trata de mudanças no iOS, mas a recomendação é usar a versão mais recente do sistema da Apple.

 

G1 perguntou ao WhatsApp quais smartphones com versões mais antigas do Android serão afetados com o fim do suporte, mas o aplicativo explicou que não tem uma lista com os modelos.

 

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O Papa: que os políticos protejam a dignidade humana das ameaças tecnológicas

 

“Pornografia infantil, roubo de dados, falsidade das redes sociais: é necessária uma legislação atenta para orientar a evolução e aplicação da tecnologia para o bem comum”.

 

Salvatore Cernuzio/Mariangela Jaguraba – Vatican News

 

O Papa Francisco recebeu, no Vaticano, nesta sexta-feira (27/08), os participantes do encontro promovido pela Rede Internacional de Legisladores Católicos, uma rede de parlamentares católicos provenientes de todo o mundo nascida, em Trumau, na Áustria, em 2010, com o patrocínio do arcebispo de Viena, cardeal Christoph Schönborn.

 

Existe a pandemia da Covid que “perturba” e continua causando mortes e contágios; existem distúrbios e polarizações políticas que criam desconfiança em relação aos representantes políticos, mas acima de tudo existe um desafio que questiona e torna ainda mais delicado o papel dos parlamentares, especialmente dos parlamentares católicos, que é o desafio das novas tecnologias e das ameaças à “dignidade humana”. Pornografia infantil, exploração de dados pessoais, fake news: contra essas chagas é necessária uma legislação atenta e orientada ao bem comum. Este é um mandato claro e definido que o Papa Francisco confiou aos membros da Rede Internacional de Legisladores Católicos. O cardeal Christoph Schönborn esteve presente na audiência do Papa junto com o professor Alting von Geusau e e Ignatius Aphrem II, patriarca da Igreja sírio-ortodoxa.

Contra a Covid ainda há muito a ser feito

 

Agradecendo ao organismo o trabalho realizado nestes onze anos de acompanhamento e apoio à obra da Santa Sé nos respectivos países e na Comunidade internacional, o Papa abordou, em seu discurso, a realidade de hoje gravemente marcada pela pandemia da Covid que parece ganhar ímpeto.

 

Fizemos certamente progressos significativos na criação e distribuição de vacinas eficazes, mas há ainda muito trabalho a ser feito. Já foram confirmados mais de 200 milhões de casos e quatro milhões de mortos devido a esta praga terrível, que também causou tanta ruína econômica e social.

Uma boa política é indispensável para a paz social

 

O papel dos parlamentares é mais importante do que nunca. “Nomeados para servir o bem comum, vocês são agora chamados a colaborar, através de sua ação política, a renovar integralmente as suas comunidades e a sociedade como um todo”, disse Francisco. O objetivo não é apenas “vencer o vírus” e “voltar ao status quo antes da pandemia”, mas “enfrentar as causas profundas que a crise revelou e ampliou: pobreza, desigualdade social, desemprego e falta de acesso à educação”.

 

“Irmãos e irmãs, de uma crise não se sai iguais: sairemos melhores ou piores. De uma crise não saímos sozinhos: sairemos juntos ou não conseguiremos sair.”

 

Não é um trabalho fácil, ainda mais numa “época de perturbação e polarização política”, na qual “os parlamentares e os políticos em geral nem sempre possuem grande estima”. No entanto, observou o Papa, “que chamado maior existe do que servir o bem comum e dar prioridade ao bem-estar de todos, antes do ganho pessoal”?

 

“Uma boa política é indispensável para a fraternidade universal e a paz social.”

O desafio das novas tecnologias

 

Neste contexto, um dos maiores desafios da atualidade é “a administração da tecnologia para o bem comum”, ressaltou o Pontífice. Certamente, “as maravilhas da ciência e tecnologia modernas aumentaram a nossa qualidade de vida”, todavia, “abandonadas a si mesmas e apenas às forças do mercado, sem as devidas orientações das assembleias legislativas e de outras autoridades públicas orientadas por um sentido de responsabilidade social, essas inovações podem ameaçar a dignidade do ser humano”.

 

“Não se trata de frear o progresso tecnológico”, esclareceu o Papa, mas “de proteger a dignidade humana quando esta é ameaçada”. Os instrumentos políticos e regulamentares permitem que os parlamentares o façam.

 

O Papa enumerou alguns destes ataques contra a pessoa provenientes da internet: “Penso no flagelo da pornografia infantil, na exploração de dados pessoais, nos ataques a infraestruturas importantes como hospitais, nas falsidades difundidas nas redes sociais”.

 

“Uma legislação atenta pode e deve orientar a evolução e aplicação da tecnologia para o bem comum.”

Cidadãos responsáveis e líderes preparados

 

O incentivo é o de “assumir a tarefa de uma reflexão moral séria e profunda sobre os riscos e oportunidades inerentes ao progresso científico e tecnológico, para que a legislação e as normas internacionais que os regulam possam centrar-se na promoção do desenvolvimento humano integral e da paz, e não no progresso como um fim em si mesmo”.

 

O Papa convidou os membros da Rede Internacional de Legisladores Católicos a “promoverem o espírito de solidariedade, começando das necessidades das pessoas vulneráveis e desfavorecidas”. “O compromisso dos cidadãos, nas várias esferas da participação social, civil e política, é indispensável”, disse ele.

 

“Para curar o mundo, duramente provado pela pandemia, e para construir um futuro mais inclusivo e sustentável em que a tecnologia sirva as necessidades humanas e não nos isole uns dos outros, precisamos não apenas de cidadãos responsáveis, mas também de líderes preparados e animados pelo princípio do bem comum”.

 

Foto: O Papa na Audiência aos Legisladores Católicos em 2018

 

Fonte: Vatican News

 

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Instagram anuncia fim do ‘arrasta para cima’ nos Stories

 

O Instagram anunciou na segunda-feira (23) o fim da função “arrasta para cima” nos Stories, voltada apenas para contas verificadas e com mais de 10 mil seguidores.

 

Mas os usuários ainda vão poder anexar links aos Stories. A diferença é que, a partir do dia 30 de agosto, isso passará ser feito em figurinhas. Ao clicar no adesivo, o usuário será redirecionado para a página da web anexada à imagem.

 

A função já vinha sendo testada há alguns meses pela rede social e a principal mudança visual é a possibilidade de adicionar a figurinha em qualquer lugar da tela.

 

“A ‘figurinha de link’ funciona assim como as outras, ou seja, oferecendo mais opções criativas às pessoas, incluindo a possibilidade de alternar para estilos diferentes, ser redimensionado e colocado em qualquer lugar do Stories”, disse o Instagram, em nota.

 

Uma outra mudança é que os usuários vão poder receber reações e respostas rápidas com o adesivo. Antes, não era possível responder a um Stories com o link de “deslizar para cima”.

 

Por outro lado, a opção de anexar link continua restrita a contas verificadas e com mais de 10 mil seguidores.

 

“Estamos avaliando se o acesso ao link será expandido para mais contas no futuro, levando em conta aspectos como integridade e segurança e como isso poderia impactar na disseminação de desinformação e spam. Esta transição entre o link ‘deslizar para cima’ e a figurinha nos ajudará a determinar se é a decisão certa antes de expandir o acesso a mais pessoas”, afirmou a rede social.

 

G1

 

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Vícios em Redes Sociais

 

Vivemos em um tempo muito favorável, de facilidades e avanços. E tudo isso, graças às evoluções tecnológicas. As máquinas facilitam os trabalhos domésticos e especializados. A tecnologia nos trouxe uma ampliação do olhar e do conhecimento, jamais imaginado, e a internet nos conectou com tudo isso, inclusive nos aproximou de pessoas até já “esquecidas” em nossa memória.

 

É tão interessante poder pensar que hoje, através de uma busca, se pode encontrar um amigo de infância, um colega que estudou com você no ensino fundamental, e que juntos podem fazer memória daquele tempo, tudo de forma online. Outro grande benefício é a possibilidade de trabalho, de divulgação de um produto ou serviço pessoal, de ampliar seu campo de atuação, interação e conhecimento. Aliás, é graças às redes que você lê este texto!

 

A internet e as mídias sociais trouxeram tudo isso, que é muito bom! No entanto, fica a pergunta: como você tem se relacionado com essas tecnologias? Quanto tempo você tem investido ou desperdiçado diante da tela de um computador ou do seu smartphone? Qual é a primeira coisa que tem feito ao levantar da cama? Já observou que, nos últimos anos, você já levanta da cama com o celular na mão? Não consegue dormir com este pequeno aparelho longe do seu alcance, por ficar preso no discurso que precisa dele por conta do despertador?

 

No entanto, você esquece de observar, que ao longo de um dia inteiro, seu celular o acompanha como a própria sombra, sempre com uma desculpa diferente: “tenho que responder o whatsapp, estou trabalhando, estou pesquisando algo importante para comprar, estou resolvendo um problema, estou… estou… Estou dependente dessa coisa e não percebi”.

 

Essa relação é tão viciante e séria, que tem chamado a atenção de muitos, a ponto de surgirem até mesmo, novas doenças psicológicas, que creio, deva entrar na próxima edição do DSM (Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais). Isso tudo, porque, de fato, dentro do sistema cerebral, é acionado um mecanismo de recompensa, que gera prazer, durante o tempo gasto nessas operações. Afinal de contas, pesquisamos, ouvimos, assistimos, seguimos e nos relacionamos, apenas com aqueles que pensam como nós e estão alí nos “aplaudindo”, com seus comentários e curtidas.

 

A questão se amplifica e potencializa, quando a quantidade de tempo, curtidas, comentários e aplausos não são mais suficientes para gerar prazer. Daí, é preciso buscar mais, mais e mais… A melhor pose, a melhor frase, a informação mais quente, o mais… o mais… o mais… E assim, um novo mecanismo é acionado: a ansiedade!

 

Houve um aumento significativo do transtorno de ansiedade, em especial o TAG (transtorno de ansiedade generalizada), que é a ansiedade por tudo! Tudo me dispara ansiedade, inclusive a não reação imediata do whatsapp que enviei, da foto que postei, da pesquisa que realizei, da compra que efetuei. O dedinho está sempre ali, “stalkeando” alguma coisa e o aparelho ligado.

 

A questão é, como algo que é tão bom pode se tornar ruim, a ponto de gerar uma doença psicológica? Será que esta era a intenção daqueles que iniciaram esses projetos? Especialmente as mídias sociais? Essa questão foi levantada no documentário “Dilema das Redes”, que mostra todo o efeito das redes sociais no comportamento do ser humano e que provoca um olhar diante do espelho, dessa nossa relação com elas. Vale a pena assistirmos e revermos nossa postura. Nossos recursos tecnológicos são bons, mas devem ser usados com moderação! *Aline Rodrigues é psicóloga, especialista em saúde mental e missionária da Comunidade Canção Nova. Atua com Terapia Cognitiva Comportamental; no campo acadêmico, clínico e empresarial.

 

*Aline Rodrigues

 

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