12/11/2018
Por Edilson Silva em Tecnologia

Whatsapp vai começar a apagar mensagens antigas

A partir desta segunda-feira (12) owhatsapp vai apagar todos os arquivos de conversas com mais de um ano no sistema operacional Android. A ação é resultado de um acordo feito pelo aplicativo (que pertence ao Facebook) e o Google para que todas as conversas, fotos e vídeos enviados sejam armazenados no Google Drive, o serviço de hospedagem de arquivos do buscador.

Em um comunicado na página do WhatsApp, a empresa emitiu o alerta. “Para evitar a perda destes dados, recomendamos que se faça uma cópia de segurança dos seus dados no WhatsApp antes do dia 12 de novembro de 2018.” Quem usa o sistema da Apple não será afetado porque a empresa já possui um acordo com o aplicativo de conversas para que os usuários de iPhone possam guardar seus dados na nuvem iCloud. Os outros usuários precisam backup de suas conversas antes de 12 de novembro para não perder seus arquivos.


03/10/2018
Por Edilson Silva em Tecnologia

Facebook remove conta de falsos candidatos

O Facebook informou nesta terça-feira, 2, que removeu no Brasil contas de pessoas que se passavam por candidatos e agiu contra fotos manipuladas com informações incorretas, como perfis que continham “santinhos fake”. A rede social não informou quantas contas foram já foram alvo em meio à campanha eleitoral.

O Facebook acredita estar mais preparado para controlar interferência ilegal e notícias falsas sobre a eleição brasileira do que estava na disputa presidencial americana que levou Donald Trump à Casa Branca. Em conversa com jornalistas ontem, diretores da empresa detalharam as iniciativas tomadas para evitar que contas falsas interfiram no processo eleitoral brasileiro.

“A maior mudança nesse ano para o Brasil em comparação com os EUA em 2016 é que estamos muito mais proativos em prevenir abusos”, afirmou nesta terça o diretor de produtos para eleições e engajamento cívico da empresa, Samidh Chakrabati. Segundo ele, os “adversários” que divulgam desinformação se sofisticaram de lá para cá, mas o Facebook também melhorou suas ferramentas.

As eleições brasileiras são consideradas uma prioridade na empresa. O fundador e CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, admitiu em entrevista no início do ano que o Facebook cometeu erros em 2016 e afirmou que a empresa estava muito comprometida com a integridade da votação no Brasil.

Entre as medidas tomadas pelo Facebook nas eleições brasileiras estão, por exemplo, a inauguração de uma “sala de guerra” na sede da empresa, em Menlo Park, Califórnia. No local, que começou a funcionar há cerca de uma semana, o time de engenheiros, comunicação e política do Facebook decide questões sensíveis ligadas à eleição, como o que fazer após a identificação de contas falsas. Com uso de inteligência artificial, o Facebook já bloqueou 1,3 bilhões de contas falsas no mundo inteiro. A empresa não divulgou números específicos relacionados à eleição brasileira. A empresa tem parcerias com agências de checagem de fatos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


18/09/2018
Por Edilson Silva em Brasil, Tecnologia

Anatel começa domingo processo de bloqueios de celulares irregulares

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou que começa a partir de domingo, 23, em dez estados, o processo de bloqueio de celulares irregulares, aparelhos adulterados, roubados, extraviados e não certificados pela Anatel.

Segundo a agência, que divulgou a informação nesta segunda-feira, 17, a medida atinge os usuários de celulares de estados das regiões Centro-Oeste, Sul, Norte e Sudeste. No Acre, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, Tocantins, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, quem estiver utilizando aparelhos irregulares, vai começar a receber a partir deste domingo mensagens alertando sobre o problema.

Nesses estados, a medida vale para aparelhos irregulares habilitados a partir de 23 de setembro de 2018. Os aparelhos irregulares receberão a partir de domingo a seguinte mensagem, enviada pelo número 2828: “Operadora avisa: Pela Lei 9.472 este celular está irregular e não funcionará nas redes celulares em 75 dias. Acesse www.anatel.gov.br/celularlegal“.

Já o bloqueio dos aparelhos será feito a partir do dia 8 de dezembro. A última mensagem, na véspera do bloqueio, apresentará o seguinte conteúdo: “Operadora avisa: Este celular IMEI XXXXX é irregular e deixará de funcionar nas redes celulares.

Aparelhos Certificados

De acordo com a legislação, todo aparelho celular em uso no país deve ser certificado ou ter sua certificação aceita pela Anatel. “Aparelhos celulares certificados passaram por uma série de testes antes de chegarem às mãos do consumidor. O usuário deve sempre procurar o selo da Anatel no verso da bateria do celular e também no carregador”, informou a assessoria da agência.

Com o bloqueio, a Anatel pretende coibir o uso de telefones móveis não certificados, com IMEI adulterado, clonado ou outras formas de fraude. Segundo a Anatel, os usuários que já têm aparelhos móveis irregulares habilitados não serão desconectados, caso não alterem o número.

IMEI (do inglês International Mobile Equipment Identity) é o número de identificação do celular. O IMEI DB, como é chamado, é acessado por fabricantes, operadoras e agências reguladoras de todo o mundo, razão pela qual aparelhos certificados em qualquer país têm o número de identificação.


03/09/2018
Por Edilson Silva em Tecnologia

Facebook é a rede social mais usada pelos eleitores do RN

O Facebook é a rede social preferida do eleitorado potiguar para se informar sobre política e eleições. De acordo com a Pesquisa Fiern/Certus, divulgada nesse domingo (2), 36,94% dos entrevistados acessam a plataforma criada por Mark Zuckerberg.

O WhatsApp, com 28,29%, e o Instagram, com 13,82%, aparecem em seguida. Uma parcela de 6,47% se informa pelo YouTube e 1,06% pelo Twitter.

Os portais de notícias e os blogs também foram postos na pesquisa como redes sociais. A preferência por esses canais é de 5,06% e 1%, respectivamente.

A ‘3ª Pesquisa Fiern/Certus Retratos da Sociedade Potiguar’ foi realizada entre 24 e 27 de agosto e está registrada na Justiça Eleitoral sob os números RN-06196/2018 e BR-07862/2018. Foram feitas 1.410 entrevistas com eleitores maiores de 16 anos nas oito regiões do RN, sendo 54,47% das pessoas ouvidas mulheres e, consequentemente, 45,53% homens. A margem de erro é de 3% e o intervalo de confiança de 95%.


13/08/2018
Por Edilson Silva em Tecnologia

Aplicativos são usados para compras por 51% dos internautas

A disponibilidade dos smartphones e a necessidade de ter acesso a determinados serviços têm contribuído para o aumento do índice de contratações por meio de aplicativos. Segundo a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 51% dos internautas fizeram compras em app nos últimos 12 meses. Entre jovens de 18 a 34 anos, o índice chega a 60%. Facilidade de acesso ao celular é o principal motivo para 52% dos internautas. Destes, 55% eram do sexo feminino e 54% pertenciam a uma das classes C, D e E.


25/07/2018
Por Edilson Silva em Tecnologia

Celular se torna principal forma de acesso à internet no Brasil

A conexão à internet somente pelo celular se tornou a forma mais comum de navegar na web no Brasil. A conclusão é da pesquisa TIC Domicílios 2017, produzida pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (CETIC.Br), vinculado às Nações Unidas e ao Comitê Gestor da Internet no Brasil. O levantamento divulgado nessa terça-feira (24) é um dos mais importantes do país sobre o tema.

Em 2017, 49% dos lares brasileiros dependiam de um celular para acessar a rede mundial de computadores. O índice foi pela primeira vez superior aos domicílios que usam tanto dispositivos móveis quanto computadores de mesa (os chamados desktops) para se conectarem. Dos lares pesquisados, 19% acessavam a internet mas não possuíam computador.

A exclusividade da conexão móvel está mais presente nas classes de menor renda. Enquanto na classe A o índice de domicílios com acesso à web e computador é de 98%, nas classes D e E esse índice é de apenas 7%. Entre os usuários deste segmento, 80% dependem de um celular pra navegar. Essa prevalência se manifesta também nas áreas rurais (72%) e no recorte de gênero, estando presente mais entre mulheres (53%) do que entre homens (45%).


24/07/2018
Por Edilson Silva em Tecnologia

Facebook vai bloquear contas de crianças e pré-adolescentes

Facebook e o Instagram vão começar a banir ativamente perfis de crianças que fingem ser maiores de idade para usar as redes sociais. Com a mudança, moderadores que trabalham nas plataformas poderão bloquear qualquer conta suspeita, confirmou um porta-voz da rede social ao site TechCrunch — o protocolo anterior era banir esse tipo de perfil somente mediante denúncias de outros usuários.

Uma vez bloqueado, o dono da conta poderá recuperá-la se apresentar um documento de identidade com foto que prove que ele tem mais de 13 anos — é possível usar o celular para tirar a foto e encaminhar a imagem para a rede social.


02/07/2018
Por Edilson Silva em Tecnologia

WhatsApp introduz nova opção para tornar grupos menos irritantes

No que diz respeito a grupos de WhatsApp, todos estamos pelo menos em um que tenha dezenas de pessoas e que, geralmente, é difícil saber o que está realmente sendo falado. A última novidade do aplicativo de mensagens vai fazer toda a diferença nesse sentido.

Como conta o WhatsApp no seu blog, será introduzida a opção de apenas os administradores do grupo enviarem mensagens, evitando assim que a conversa avance de forma desorganizada.

A nova opção está chegando gradualmente a todos os usuários do WhatsApp. Ela pode ser ativada na área de ‘Definições’ do grupo.


19/06/2018
Por Edilson Silva em Tecnologia

Redes sociais perdem espaço como fonte de notícia,diz relatório global

Nos últimos anos, as redes sociais se tornaram uma fonte importante de acesso a notícias. Contudo, esta tendência começa a mudar. A conclusão é do Relatório sobre Notícias Digitais do Instituto Reuters, um dos mais conceituados do mundo. O estudo, divulgado nesta semana, entrevistou milhares de pessoas em 37 países para entender os hábitos de consumo de jornalismo.

Segundo a pesquisa, o índice de pessoas que se informam pelas redes sociais caiu em diversos mercados importantes, como Estados Unidos (6%), Reino Unido e França. “Quase a totalidade disso se deve à diminuição da busca, publicação e compartilhamento de notícias do Facebook”, analisam os autores. Apesar disso, a rede social ainda é a mais utilizada para ler notícias (36%), seguida de Whatsapp (15%), Twitter (11%), FB Messenger (8%) e Instagram (6%).

Na comparação entre países, o Brasil ainda é o local pesquisado em que o Facebook tem maior popularidade como fonte de notícias (66%), seguido por Estados Unidos (45%), Reino Unido (39%) e França (36%).


21/05/2018
Por Edilson Silva em Tecnologia

Seis doenças causadas pelo uso desenfreado da tecnologia

O que o seu ambiente de trabalho têm em comum com o familiar e de lazer? Eles estão conectados. Hoje em dia a tecnologia é um recurso indispensável para as atividades do dia a dia, afinal, é um caminho para aproximar as pessoas, filtrar informações e otimizar o tão escasso tempo.

Mas, apesar do meio apresentar benefícios para a sociedade, o uso desenfreado da internet causa dependência das ferramentas tecnológicas e trazem comportamentos de saúde prejudiciais ao ser humano, tais como: ansiedade, estresse, irritabilidade e alteração do apetite.  Ao serem ignorados, os sinais podem desencadear uma série de doenças críticas.

Pensando em alertar os heavy users, o Instituto Brasileiro de Coaching (IBC) listou as seis principais patologias que estão com presença de peso no mundo contemporâneo por conta do abuso tecnológico. Confira a relação abaixo:

Síndrome do Toque Fantasma

Um dos primeiros a trabalhar a temática foi o Dr. Larry Rosen, professor aposentado e ex-presidente do Departamento de Psicologia da Universidade do Estado da Califórnia, nos Estados Unidos. No livro iDisorder o especialista mostra que 70% dos usuários assíduos já sentiram o aparelho de celular vibrar ou tocar sem nem ter recebido notificações ou ligações.

Nomofobia

O termo foi utilizado pela primeira vez em 2008 em um artigo do UK Post Office para abreviar a expressão inglesa “no-mobile”. Em português a expressão significa a ansiedade causa pelo distanciamento do celular ou devido à falta de bateria do aparelho. As consequências da patologia são problemas de interação social e dificuldades de se comunicar em público.

Depressão

A depressão por conta das redes sociais acontece quando o usuário deposita a sua realização pessoal no número de curtidas e quantidade de comentários recebidos nas publicações. Recentemente, uma pesquisa publicada na revista Cyberpsychology, Behavior, and Social Networking comprova essa relação.

Problemas na Coluna

O ato de inclinar a cabeça para mexer no celular pode colocar uma carga muito além da suportada pelo pescoço do usuário. Um estudo publicado pela Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos revelou que a coluna cervical aguenta no máximo seis quilos. Porém, dependendo do posicionamento do pescoço para interagir com os dispositivos eletrônicos, é aplicada uma carga de até 27 quilos.

Perda Auditiva

A interferência dos fones de ouvido em casos de perda auditiva é acontece cada vez mais devido a alta frequência utilizada pelos usuários. Inclusive, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um comunicado no qual metade dos jovens ao redor do mundo escutam músicas em volumes prejudiciais aos tímpanos.

Insônia

O pensamento coletivo de que o uso de forma despretensiosa de aparelhos eletrônicos faz a vontade de dormir aparecer mais rápido é mito, pois a luz emitida pelos dispositivos faz com que o organismo produza menos melatonina – hormônio responsável pela regulação do sono.

Como prevenir os efeitos colaterais? 

Pata José Roberto Marques, presidente do Instituto Brasileiro de Coaching, a saída está no autocontrole. “Vale lembrar que o equilíbrio na rotina é a chave para preservar a qualidade de vida”, ressalta. “Para não alimentar o vício, é importante descobrir os seus reais talentos e desenvolver a inteligência emocional fora da internet. Uma sugestão que pode ser seguida é diminuir o uso das tecnologias em casa. Deixe você e os dispositivos descansarem”, aconselha.

Marques recomenda priorizar as tarefas offline quando encerrar o expediente. “Não faça refeições com aparelhos próximos, desligue ou deixe o celular no modo avião no momento de dormir. Por último, caso não consiga amenizar a frequência, procure a ajuda de um profissional”, conclui.


17/05/2018
Por Edilson Silva em Tecnologia

Microchip que promete acesso à internet em 130 países chega ao Brasil

Quem viaja para fora do país e quer manter o celular conectado precisa comprar um chip local ou pagar altos valores pelo roaming internacional. Porém, isso não precisa ser um problema. A SIPVoice Telecom lançou no país um microchip que promete o acesso a dados de internet em 130 países do mundo.

O FlexiRoam X é um microchip adesivo que o consumidor instala uma única vez e não precisa mais retirar, nem mesmo quando estiver de volta ao Brasil. Com isso, ele consegue ter acesso a dados de internet no exterior, além de chamadas telefônicas para telefones fixos e celulares.

Basta adesivar o produto sobre o chip da operadora utilizada no Brasil e baixar o aplicativo FlexiRoam X, que está disponível para os sistemas operacionais Android e iOS. O aplicativo fica responsável pela operação de alternância entre o chip da operadora brasileira e o Flexiroam X, assim como a aquisição de planos de dados e controle de créditos.

O microchip pode ser adquirido por R$ 99 com um pacote inicial de 100 MB e as opções de recarga vão de pacotes a partir de 100 MB até 11 GB. O produto está à venda no quiosque da marca no Aeroporto Internacional de Guarulhos e através do site flexiroam.com.br. Em breve, ele também passará a ser comercializado em outros aeroportos brasileiros, agências de viagem e outros parceiros.

Fonte: Olhar Digital


08/05/2018
Por Edilson Silva em Tecnologia

Educação é defendida como ferramenta para combater fake news

A Importância da Educação Midiática na formação da cidadania e no combate às notícias falsas foi a pauta da 12ª Conferência Legislativa sobre Liberdade de Expressão, realizada na manhã de hoje (8), na Câmara dos Deputados, em Brasília.

Para a presidente do Instituto Palavra Aberta, Patrícia Blanco, o objetivo do debate é discutir como fazer com que crianças e adolescentes passem a interpretar, de forma correta, o conteúdo de informações que recebem, especialmente por meio das redes sociais.

“Com a mudança na forma como se consome informação, é necessário desenvolver o senso crítico para diferenciar os conteúdos. Com esses conhecimentos, disseminados a partir da Educação Midiática, o cidadão passa a ter discernimento e liberdade”, destacou Blanco. A instituição defende que esse tema faça parte das competências exigidas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC).


10/04/2018
Por Edilson Silva em Tecnologia

‘Uma reflexão sobre os grupos de WhatsApp’

Cada grupo tem suas finalidades e penso que uma delas é a comunicação do que é interessante e necessário para todo o grupo. Se uma postagem não tem nada a ver com o grupo, essa postagem não deve ser feita. Se acho que essa postagem é importante para alguém, que eu envie diretamente para a pessoa supostamente interessada. Postagens que não têm nada a ver com o grupo são como ruídos ou palavras mal colocadas. Há quem pense que, para ter participação ativa no grupo, tem que ficar postando qualquer publicação, seja o que for. O grupo, dessa forma, fica desinteressante, repetitivo, vulgar. Pior é quando são postagens de notícias falsas (“fake news”), notícias que não tiveram sua veracidade checada.

Um resultado disso é que, no dia de uma comunicação importante, ninguém mais olhará, a não ser os desocupados de plantão (se não gostaram do termo desocupados, substituam-no por curiosos). A desocupados ou curiosos, enfim, a essas pessoas sugiro, se forem religiosas, rezarem; se não, sugiro mergulhar em livros; ou, então, através do YouTube, assistirem a excelentes vídeos sobre os mais variados temas para a construção da personalidade e da cultura.

O silêncio também é inteligente quando a palavra a ser dita nada acrescenta e a postagem nada tem de novo, além das muitas que se repetem, enfadonhamente. Ainda nem amanheceu e já temos uma chuva, ou melhor, um dilúvio de mensagens de bom dia, bom dia, bom dia, bom dia, bom dia, bom dia, bom dia, bom dia, bom dia, bom dia, bom dia, bom dia. Felizmente, participo de grupos nos quais os participantes já entenderam que isso não torna o grupo mais interativo, nem simpático, nem entrosado.

Sugiro a quem gosta de compartilhar tudo o que vê – infelizmente, muitos nem leem tudo o que veem! – que crie uma lista de transmissão, no seu WhatsApp, e envie para cada pessoa, individualmente, o que bem deseja. Assim, os grupos ficam preservados do excesso de futilidade, besteira, inutilidade, informações distorcidas e notícias falsas, com que os abarrotamos. Foquemos no objetivo de cada grupo.

Obrigado pela atenção.

Por Padre Glaiber Dantas, Pároco de Florânia.


06/04/2018
Por Edilson Silva em Tecnologia

Palestras da Campus Party destacam avanços tecnológicos na gestão pública do RN

Durante a próxima semana, o Rio Grande do Norte recebe um dos maiores eventos da área de Ciência e Tecnologia do mundo. A Campus Party será realizada de 11 a 15 de abril, no Centro de Convenções de Natal, por iniciativa do Governo do Estado, que também vai promover palestras sobre projetos que têm contribuído para o desenvolvimento tecnológico no RN dentro das 250 horas ininterruptas de conteúdo. Reunião realizada nesta terça-feira (3), no Gabinete Civil, definiu a participação do Executivo na programação.

Na sexta-feira (13), entre 12h e 13h, o professor e servidor do Estado, Hidel Paulino, apresenta aos participantes a Plataforma Ceres – sistema de informação criado pelo Governo, em parceria com a Universidade Potiguar, para gerenciar as atividades vinculadas à agropecuária.

O Ceres também é responsável pela criação do Portal da Mulher Potiguar, e pelo sistema de agendamento eletrônico de atendimento nas Centrais do Cidadão. Também na sexta-feira (13), às 18h, a professora da UFRN e ex-Secretária de Educação do Estado, Betânia Ramalho, vai proferir a palestra “Inovação tecnológica e inclusão digital na educação pública do RN”, contando a experiência da implantação do Sistema Integrado de Gestão da Educação (SigEduc), e da rede de internet de alta velocidade nas escolas, a Giga Metrópole.


28/03/2018
Por Edilson Silva em Tecnologia

Samsung lança seu smartphone mais sofisticado

Lançado no Brasil nesta terça-feira (27), o mais novo e sofisticado smartphone da Samsung, o Galaxy S9. A pré-venda do smartphone começa nesta quarta-feira (28), nas principais redes de varejo do País.

O preço da versão mais básica do S9 (com 128 GB de armazenamento) é de R$ 4299,00. A versão com tela maior, a S9+, custará R$ 4899,00. As vendas em lojas só terão início em 28 de abril.

O Galaxy S9 foi apresentado no fim de fevereiro no Mobile World Congress, e é o smartphone mais sofisticado da Samsung. O aparelho mantém o design do S8 e traz novidades principalmente na câmera.

Como no modelo anterior, o S9 vem em duas versões; S9 e S9+. As principais diferenças entre as duas versões são o tamanho da tela (5,8 polegadas e 6,2 polegadas) e uma segunda câmera na traseira do aparelho (presente apenas no S9+). O design dos novos aparelhos é praticamente idêntico ao da linha S8, incluído aí a chamada “tela infinita” (a tela ocupa praticamente toda a frente dos aparelhos).

A câmera do S9 foi aprimorada para melhorar a qualidade das fotos tiradas com poucas luz e inclui ainda um modo super-slow-motion para vídeos. A câmera é a primeira em um smartphone que permite ao usuário mudar a abertura de foco. A lente tem aberturas de foco de f/1.5 (para ambientes com menos luz) e f/2.4 (para ambientes com mais luz).

O S9 traz ainda um novo recurso de emojis animados, similar ao apresentado pela Apple no iPhone X. A diferença aqui é que, além dos emojis incluídos no sistema, é possível criar uma animação a partir do rosto do usuário. O S9 traz ainda o aplicativo SmartThings, criado para que o smartphone possa interagir com outros objetos conectados do lar, como lâmpadas e termostatos.

Sistema Operacional – Android 8 (Oreo)
Tela Curva Quad HD+ de 5,8 polegadas Super AMOLED (S9) e 6,2 polegadas (S9+)
Câmera traseira: Sensor Super Speed Dual Pixel 12MP com OIS (F1.5/F2.4)
Câmera frontal: 8MP (F1.7)
Processador Snapdragon 845 Octa-core (2,7 GHz Quad + 1,7 GHz Quad)
Memória 4GB RAM (6 GB no S9+)
Armazenamento 128GB/256GB + entrada para micro SD (até 400 GB)
Bateria: 3.000mAh / 3.500 mAh (S9+)
Conexões: Wi-Fi 802.11 a/b/g/n/ac, Bluetooth 5, conector USB tipo C, NFC Autenticação


17/03/2018
Por Edilson Silva em Comportamento, Religião, Tecnologia

Como lidar com o bombardeio de informações nas mídias sociais

Tenho escutado, com frequência, amigos e parentes dizerem que “estão dando um tempo para as redes sociais”. Cansaram de administrar a vida real mais a virtual. Cansaram de consumir conteúdos de maneira frenética e não saber o que fazer com eles.

Não percebemos o quanto estamos rodeados por informações a todo minuto. As atualizações não param no celular com e-mails, mensagem de voz, imagens, ao mesmo tempo em que desempenhamos as tarefas cotidianas como trabalhar, dirigir, estudar. Como o nosso cérebro aguenta? Estamos cegos com tanto conteúdo! Em vez de nos ajudar, ficamos perdidos, atônitos.

Perdemos a concentração, a memória e o foco. Estamos numa camada superficial com pouca interpretação. Vivemos ansiosos, com hábitos imediatistas, sem paciência para esperar por um segundo. Dados recentes mostram que 88% dos brasileiros assistem a TV e navegam na internet ao mesmo tempo, segundo o Ibope. O smartphone é o dispositivo mais usado (65%), seguido pelo computador (28%) e pelo tablet (8%).

Quantas vezes nos sentimos ignorados durante uma conversa, porque perdemos a disputa para o celular? Quem é mais importante: a pessoa a sua frente ou alguém que lhe chama a quilômetros de distância? Consequências da vida moderna. Até voltar ao assunto que estava sendo falado, já se perdeu muita coisa.

E pensar que nossos pais e avós sobreviveram sem essa enxurrada de palavras e nós nos sentimos culpados de não conseguirmos nos adequar a essa vida! Novos tempos… Dores de cabeça, estresse, mau humor que aparecem, de forma repentina, podem estar associados a essa realidade informacional. O mais contraditório é que deveríamos nos alegrar, comemorar pela disseminação da informação, pelo fato de a tecnologia nos permitir romper barreiras físicas e temporais; mas ao contrário, caímos num buraco escuro e com terras sendo jogadas em nossas cabeças.

O que guardar e o que descartar?

Há quem se aproveita disso, tentando nos cegar ainda mais. Como estratégia, essas informações excessivas são usadas para desviar a atenção do que realmente importa, de assuntos que poderiam estar sendo discutidos de modo democrático em nossa sociedade. Banalizam para esconder o que de fato faz a diferença.

Diante das variadas opções, o que guardar e o que descartar? A quantidade de notícias falsas, que são divulgadas diariamente na Internet, obriga o cidadão a ter de saber diferenciar a mentira da verdade. O estilo jornalístico é copiado, porém, sem a mínima responsabilidade e compromisso, gerando uma confusão na cabeça de quem lê, já que os envolvidos são personalidades políticas, cantores entre outros.

Cabe a nós tentar estabelecer uma escala de prioridades para não perder tempo com bobagens, deixando-nos afetar de forma negativa. Analisar, respirar e seguir pode ser uma alternativa. Rumo à prática!

Por Ioná Piva – Atualmente é professora da Faculdade Canção Nova (Jornalismo e Rádio e Televisão). Mestre  em Comunicação Social pela  linha de pesquisa Inovações Tecnológicas na Comunicação Contemporânea.


10/03/2018
Por Edilson Silva em Notas, Tecnologia

Pesquisa: notícias falsas circulam 70% mais do que as verdadeiras na internet

Notícias consideradas falsas se espalham mais facilmente na internet do que textos verdadeiros. A conclusão foi de um estudo realizado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), instituição de ensino reconhecida mundialmente pela qualidade de cursos de ciências exatas e de áreas vinculadas à tecnologia.

Os pesquisadores Soroush Vosoughi, Deb Roy e Sinan Aral analisaram 126 mil mensagens (não apenas notícias jornalísticas) divulgadas na rede social Twitter entre 2006 e 2017. No total, 3 milhões de pessoas publicaram ou compartilharam essas histórias 4,5 milhões de vezes. O caráter verdadeiro ou falso dos conteúdos foi definido a partir de análises realizadas por seis instituições profissionais de checagem de fatos.

Os autores estimaram que uma mensagem falsa tem 70% mais chances de ser retransmitida (retuitada, no jargão da rede social) do que uma verdadeira. As principais mensagens falsas analisadas chegaram a ser disseminadas com profundidade oito vezes maior do que as verdadeiras. O conceito de profundidade foi usado pelos autores para medir a difusão por meio dos retuítes (quando um usuário compartilha aquela publicação em sua rede).

O alcance também é maior. Enquanto os conteúdos verdadeiros em geral chegam a 1.000 pessoas, as principais mensagens falsas são lidas por até 100.000 pessoas. Esse aspecto faz com que a própria dinâmica de “viralização” seja mais potente, uma vez que a difusão é “pessoa a pessoa”, e não por meio de menos fontes com mais seguidores (como matérias verdadeiras de contas de grandes veículos na Internet).

Motivos

Os pesquisadores investigaram o perfil dos usuários para saber se estaria aí o motivo do problema. Mas, para sua própria surpresa, descobriram que os promotores desses conteúdos não são aqueles com maior número de seguidores ou mais ativos. Ao contrário, em geral são pessoas com menos seguidores, que seguem menos pessoas, com pouca frequência no uso e com menos tempo na rede social.

Uma explicação apresentada no estudo seria a novidade das mensagens. As publicações falsas mais compartilhadas eram mais recentes do que as verdadeiras. Outra motivação destacada pelos autores foi a reação emocional provocada pelas mensagens. Analisando uma amostra de tuítes, perceberam que elas geravam mais sentimentos de surpresa e desgosto, enquanto os conteúdos verdadeiros inspiravam tristeza e confiança.

Política no centro

A pesquisa também examinou a disseminação por assunto. As mensagens sobre política circulam mais e mais rapidamente que as de outras temáticas. Esses tipos de conteúdos obtiveram um alto alcance (mais de 20 mil pessoas) três vezes mais rápido que as publicações de outros assuntos. Também ganharam visibilidade os tuítes sobre as chamadas “lendas urbanas” e sobre ciência.

“Conteúdos falsos circularam significantemente mais rapidamente, mais longe e mais profundamente do que os verdadeiros em todas as categorias de informação. E esses efeitos foram mais presentes nas notícias falsas sobre política do que naquelas sobre terrorismo, desastres naturais, lendas urbanas e finanças”, constaram os autores.

Robôs

Os autores também examinaram a participação de robôs (bots, no jargão utilizado por especialistas) na disseminação dessas notícias. Diferentemente de teses apresentadas em outros estudos, os robôs avaliados compartilharam mensagens falsas e verdadeiras com a mesma intensidade. “Notícias falsas se espalham mais do que as corretas porque humanos, e não robôs, são mais suscetíveis a divulgá-las”, sugere o artigo.

Edição: Fernando Fraga


01/03/2018
Por Edilson Silva em Tecnologia

Prazo para adesão ao programa Internet Para Todos vai até o dia 5 de março

Até o dia 5 de março as prefeituras podem fazer a inscrição, enviando e-mail para internetparatodos@mctic.gov.br. Até esta quarta-feira (28), 30 municípios potiguares haviam concluído o processo.

Os municípios que quiserem receber as antenas de comunicação ainda no primeiro semestre, precisam se inscrever logo. O contrato será assinado no dia 12 de março”, reforça Fábio Faria, relembrando a importância do programa.

O ‘Internet Para Todos’ é um programa federal que vai levar internet banda larga gratuita às escolas públicas e hospitais, e a preço reduzido às zonas rurais que ainda não contam com o serviço, democratizando o acesso à informação.

É um dos maiores investimentos que o governo federal está fazendo: R$ 3 bilhões no programa do satélite que vai permitir conectar todas as localidades”, afirma Kassab.

Os municípios que tiverem dúvidas sobre o programa podem entrar em contato pelo (61) 2027-6932.


20/02/2018
Por Edilson Silva em Tecnologia

8 razões que mostram que o Facebook atingiu seu auge e pode começar a perder influência

Na superfície, o Facebook é uma das propostas comerciais mais bem-sucedidas na história dos negócios. Sua capitalização de mercado está hoje em mais de meio trilhão de dólares. As ações são seis vezes mais rentáveis atualmente do que há cinco anos.

O retrato geral é de crescimento e prosperidade, como o editor de mercado de capitais do Financial Times, Miles Johnson, escreveu esta semana: “A rede social… está aumentando seus lucros em mais de 50% por trimestre e os ganhos por ação em mais de 70%, fazendo com que sua rentabilidade e crescimento estejam a anos-luz da média de uma empresa nos Estados Unidos”.

Mas a imagem que se tem a médio e longo prazo da companhia é muito diferente.

O Facebook está acumulando inimigos e desafios a tal velocidade que seus horizontes ficaram, de repente, nublados.

A empresa tem enfrentado turbulências na relação com anunciantes poderosos, como a Unilever, e com a mídia. Neste último caso, decorrentes de sua decisão de diminuir a visibilidade do jornalismo profissional nas páginas dos usuários para privilegiar outros tipos de interação – a medida levou, por exemplo, o jornal brasileiro Folha de S.Paulo a anunciar que iria parar de atualizar suas páginas na rede.

“As desvantagens em utilizar o Facebook como um caminho para essa distribuição (de conteúdo) ficaram mais evidentes após a decisão da rede social de diminuir a visibilidade do jornalismo profissional nas páginas de seus usuários. O algoritmo da rede passou a privilegiar conteúdos de interação pessoal, em detrimento dos distribuídos por empresas, como as que produzem jornalismo profissional”, escreveu a Folha em texto em que anuncia a decisão.

Pode parecer loucura, ou contradição, argumentar que o poder do Facebook está diminuindo. Mas aqui há oito razões para pensar que, em termos de influência, se não riqueza, a rede social certamente já alcançou seu ponto máximo.

1. Usuários em queda

Em seu último relatório de lucros, o Facebook revelou que, pela primeira vez, o número de usuários diários ativos caiu nos Estados Unidos e no Canadá, seu maior mercado.

A redução foi pequena, de 185 milhões para 184 milhões, mas trata-se de um fato importante. Primeiro porque foi a primeira queda e, além disso, porque ela precede as mudanças que Mark Zuckerberg anunciou no feed (página inicial) dos usuários para priorizar “interações significativas” em vez de notícias.

2. Menos engajamento

Mas talvez a queda no número absoluto de usuários não seja o fator mais preocupante para o gigante das redes sociais. Também houve um recuo no tempo que eles passam na plataforma ou, em outras palavras, no engajamento.

O Facebook informou que a quantidade de tempo gasta pelos usuários na rede social caiu em 50 milhões de horas por dia. Isso representa uma queda enorme, e sugere que a experiência do seu feed de notícias se tornou menos viciante – o que também o torna menos atrativo para os anunciantes.

3. Turbulências com anunciantes

Falando neles, a maior vulnerabilidade do Facebook poderia ser uma retirada massiva de anunciantes.

Há alguns dias, o diretor de marketing da Unilever, Keith Weed, disse que a confiança dos consumidores nas redes sociais despencou. Ele ameaçou tirar dinheiro não só do Facebook, mas também do Google. E o que aconteceria se outros grandes anunciantes o seguissem?

Já existe uma inimizade notável entre alguns anunciantes e grandes empresas de tecnologia por causa do alegado sigilo sobre os usuários que são alvo dos anúncios. Importantes agentes do mundo publicitário reclamam do que veem como uma falta de transparência de companhias como o Facebook nesse sentido.

Para além de tudo isso, a empresa foi obrigada a admitir no passado que superestimou extremamente a quantidade de tempo que os espectadores passavam assistindo vídeos na plataforma. Tudo isso colabora para uma potencial fuga de anunciantes, que pode eventualmente ser terrível para seu modelo de negócios.

4. Desinformação e notícias falsas

Justificando sua posição, Keith Weed, da Unilever, disse que “as pessoas estão cada vez mais preocupadas preocupadas com o impacto do digital no mundo bem-estar, na democracia e na verdade propriamente dita”.

Está muito claro que a investigação em curso sobre a suposta participação da Rússia na eleição de Donald Trump como presidente dos EUA analisará o uso que aqueles que cercam o Kremlin fizeram da plataforma. Além disso, Hillary Clinton afirmou no ano passado que o Facebook havia sido a causa fundamental da derrota apertada que sofreu.

E se o Facebook, que se define como uma empresa cuja missão social é tornar o mundo mais aberto e conectado, passa a ser conhecido como aquele cara mau cuja desinformação minou a vontade do povo americano, isso certamente afetará sua reputação.

5. Ataques de seus ex-executivos

Outra coisa terrível para a reputação da companhia são os ataques que chegam de ex-alto executivos.

Chamath Palihapitaya, ex-vice-presidente de crescimento de usuários, disse alguns meses atrás que as ferramentas de interação criadas pela rede social “estão destruindo como a sociedade funciona”. E acrescentou: “Não há discurso civil nem cooperação, há desinformação, mentira”.

Outros ex-executivos fizeram o mesmo, incluindo Sean Parker, cofundador do Facebook.

A razão pela qual isso importa não é apenas o fato de gerar manchetes negativas. É que se a reputação do Facebook no Vale do Silício cair, isso pode ser uma barreira às suas aquisições (Instagram, WhatsApp, etc.), que podem promover o crescimento futuro da companhia.

6. Regulações mais duras

Tanto na Europa como nos Estados Unidos, entidades reguladoras estão travando uma espécie de guerra de desgaste mútuo contra o Facebook, que poderia se tornar rapidamente muito mais explosiva.

Em Bruxelas, a comissária responsável pela concorrência, Margrethe Vestager, está com as empresas de tecnologia na mira. Na Alemanha, leis que penalizam a incitação ao ódio estão sendo usadas para impor multas pesadas ao Facebook.

O clima está ficando pesado em todos os lados, e isso nos leva a entrar no assunto dos dados…

7. Regulação de proteção de dados

As novas superpotências no mundo dos negócios são um tipo recente de gigante da tecnologia: o que lucra com o uso de dados pessoais.

Mas com a evolução da economia de dados vem a evolução da regulação de dados.

O Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia (GDPR, na sigla em inglês) entrará em vigor no dia 25 de maio e terá um enorme impacto sobre empresas como o Facebook, que poderiam enfrentar grandes multas por infrações.

A diretora de operações do Facebook, Sheryl Sandberg, disse que a empresa ajustou suas configurações de privacidade com antecedência.

No sua teleconferência mais recente para divulgação de resultados financeiros, o Facebook alertou especificamente que o GDPR poderia ser um obstáculo ao seu crescimento futuro.

8. Antagonismo com a indústria de notícias

A indústria de notícias tem se voltado contra a rede social há algum tempo, em parte devido à velocidade com que o Facebook e o Google engolem os recursos publicitários.

O domínio dessas duas empresas limita a capacidade das empresas de notícias tradicionais de ganhar dinheiro na internet e, como tal, poderia ser fatal para suas perspectivas.

Mas, para muitas figuras importantes no mundo das notícias, as mudanças recentes do Facebook poderiam reduzir drasticamente o tráfego de usuários para suas páginas na internet. O Buzzfeed, que depende fortemente das notícias compartilhadas nas redes sociais, anunciou recentemente cortes de empregos, por exemplo.

Este duplo golpe para o setor de notícias – o fato de o Facebook engolir o dinheiro de publicidade por um lado e, em seguida, apertar as torneiras do tráfego para os sites restringindo os conteúdos que chegam ao feed de notícias dos usuários – garante um relacionamento antagônico com o segmento em todo o mundo.

As ameaças não param por aí

Além de tudo isso, existem outras preocupações para o Facebook: a possibilidade de estar atingindo o limite de sua capacidade de crescimento no mundo de língua inglesa; se a sua plataforma móvel está equipada bem o bastante para aproveitar a próxima duplicação da população da internet; se os gigantes tecnológicos chineses vão vencê-lo nos mercados em crescimento da África; e se a cultura da empresa é saudável o suficiente para suportar todas essas pressões.

Mas essas são ameaças futuras ou emergentes – as citadas anteriormente já estão tendo um impacto muito sério na empresa agora.

Sem querer fazer deste texto um passeio pela cidade das ressalvas, convém lembrar que o Facebook é uma das empresas mais inovadoras de toda a história, que acumulou uma riqueza impressionante por meio de um imenso trabalho duro e que oferece um serviço agradável e gratuito (se você descontar que paga com seus dados pessoais).

No entanto, ganham força as suspeitas de que Mark Zuckerberg e sua equipe desencadearam algo que não podem controlar. E que, depois de um crescimento vertiginoso de 14 anos, sua influência em nosso domínio público global pode ter atingido o auge.


21/12/2017
Por Edilson Silva em Tecnologia

Facebook avisará se outra pessoa usar sua foto no perfil

O Facebook anunciou nesta terça-feira (19) que utilizará sua tecnologia de reconhecimento facial não apenas para sugerir marcações de rosto, mas para avisar usuários quando alguém utilizar a foto deles como imagem de perfil. O recurso será opcional e também vai sugerir marcações de fotos até em postagens em que o usuário não esteja marcado — desde que ele esteja incluso na audiência da publicação.

Para facilitar o gerencimanto do recurso, a empresa vai unificar todas as permissões com reconhecimento facial num único comando, onde todos os usuários escolherão se ativam a função. Segundo a empresa, a ideia é tornar o Facebook mais seguro com relação à identidade.

Além da ferramenta de localização, o Facebook anunciou que irá implementar um recurso que identifica as pessoas na foto e faz uma narração, como forma de auxiliar deficientes visuais. Ela se soma a outra invenção da empresa, que ajuda deficientes visuais descrevendo o que está em cada foto, além de narrar cada ação do feed de notícias de usuários.




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