09/05/2018
Por Edilson Silva em Economia

Cresce intenção de comprar presentes para o Dia das Mães

Cresce de 67% para 72% a intenção do consumidor em comprar presentes para este Dia das Mães em 2018, na comparação ao ano passado, segundo a pesquisa de Hábitos de Consumo para o Dia das Mães, da Boa Vista SCPC. Realizada ao longo do mês de abril, com mais de 1200 respondentes de todo o país, a apuração também constatou que aproximadamente 1/3 dos consumidores pretendem gastar mais em relação ao valor gasto em 2017. 47% gastarão o mesmo valor e 21% pretendem gastar menos este ano.

Também de acordo com a pesquisa da Boa Vista, itens como eletrodomésticos e de entretenimento registraram um crescimento na intenção de compra em 2018, passando de 11% para 16% e de 8% para 12%, respectivamente. Mas a preferência da maioria continua sendo os itens de uso pessoal para presentear as mães, como vestuário, calçados e cosméticos, que correspondem a 57%.


08/05/2018
Por Edilson Silva em Economia

Petrobras reajusta preço do gás em 7,1% em média a partir desta segunda

Petrobras reajusta nesta terça-feira (8) em 7,1%, em média, o preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) de uso industrial e comercial às distribuidoras. A companhia tem como base o preço de paridade formado pelas cotações internacionais mais os custos de transporte e taxas portuárias.

De acordo com a estatal, a paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos. Além disso, o preço médio considera uma margem que cobre os riscos – como volatilidade do câmbio e dos preços.

O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) informou que foi comunicado pela Petrobras na tarde de hoje (7) sobre novo reajuste de preço do GLP empresarial, para embalagens acima de 13 quilos.

De acordo com a Petrobras, o aumento será entre 5,8% e 8,6%, dependendo do polo de suprimento, válido a partir de 0h de amanhã (8) nas unidades da petroleira.

Com o aumento, o ágio praticado pela Petrobras está em 31% em relação ao preço praticado no mercado internacional. Na avaliação do Sindigás, “esse ágio vem pressionando ainda mais os custos de negócios que têm o GLP entre seus principais insumos, impactando de forma crucial empresas que operam com uso intensivo de GLP”.

Fonte: Com informações da Agência Brasil


08/05/2018
Por Edilson Silva em Economia

Receita libera hoje consulta a lote residual do Imposto de Renda

A Receita abre hoje (8), às 9h, consulta a lote multiexercício de restituição de Imposto de Renda. As restituições residuais são de 2008 a 2017.

O crédito bancário para 125.569 contribuintes será realizado no dia 15 próximo, somando R$ 200 milhões. Desse total, R$ 85,3 milhões, são de contribuintes com preferência para receber: 23.957 idosos e 2.140 com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na Internet, ou ligar para o Receitafone 146.

Pelo serviço e-CAC, na internet, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nesta hipótese, diz a Receita, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

Aplicativos

A Receita disponibiliza, ainda, aplicativo para tablets e smartphones que facilita consulta às declarações e situação cadastral no CPF – Cadastro de Pessoas Físicas.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer requerimento – por meio da Internet – mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Por Kelly Oliveira/Agência Brasil


02/05/2018
Por Edilson Silva em Economia

Conta de luz: maio começa com bandeira tarifária mais cara

Com a entrada no mês de maio, os consumidores sentirão um aumento nas contas de luz. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mudou a bandeira tarifária de verde para amarela.

O valor cobrado com a alteração será de R$ 1 a cada 100 kilowatt hora (kWh) consumidos. Segundo a Aneel, a mudança ocorre em razão do final do período chuvoso.

Com o início do período seco, cai o volume de chuva sobre os reservatórios das principais usinas hidrelétricas geradoras do país. Com isso, há a necessidade de se fazer uso da energia produzida pelas usinas termelétricas, que têm maior custo de produção.


11/04/2018
Por Edilson Silva em Economia

IBGE: ricos receberam 36 vezes acima do que ganharam os pobres em 2017

Em 2017, os ricos do país ganharam 36,1 vezes mais do que metade dos mais pobres. Este grupo 1% mais rico da população brasileira, em 2017, teve rendimento médio mensal de R$ 27.213. O valor representa, em média, 36,1 vezes mais do que metade do que receberam os mais pobres – cujo renda mensal foi de R$ 754 naquele ano. Em 2016, o grupo mais rico ganhava 36,3 vezes mais do que a média do rendimento de metade dos mais pobres.

Os dados fazem parte da pesquisa Rendimento de todas as fontes 2017, divulgada hoje (11) pelo  Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE), com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua).

A publicação revela que a massa de rendimento médio mensal real domiciliar per capita, em 2017, foi de R$ 263,1 bilhões. Deste total, os 10% da população com os maiores rendimentos ficavam com 43,3% do total. Os 10% menores rendimentos detinham apenas 0,7% da renda.

Para o coordenador da pesquisa, Cimar Azeredo, os números mostram que a desigualdade ainda é grande no país. “Vamos separar a população inteira, do mais baixo ao mais alto. Se você pega metade dela, verá que a média de rendimento médio dos 50% que ganham menos é de R$ 754, valor mais que 36 vezes menor do que o rendimento da população que ganha os maiores salários, e que chega a R$ 27.213. Os 10% com os maiores rendimentos chegam a deter 43% do total recebido”, afirmou.

Concentração

Na região Sudeste, a concentração de renda foi ainda maior. Nesta região, está a maior parcela da população e reúne rendimento médio mensal real do grupo de 1% mais ricos. No Sudeste, este grupo chegou a ter concentração 33,7 vezes superior ao rendimento médio mensal real de 50% da população com os menores rendimentos – em 2016 era de 36,3 vezes.

A região que apresentou a menor relação foi a Sul (25 vezes, em 2017 e 24,6 vezes em 2016). Em 2016, o número era 36,3 vezes maior.Também foi o Sul que teve a menor desigualdade  com 25 vezes, em 2017 e 24,6 vezes em 2016.

O estudo do IBGE compara o rendimento da população do ponto de vista da distribuição por Grandes Regiões, tipo de rendimento, sexo, cor ou raça, nível de instrução, levando em consideração os indicadores de concentração de renda. Também são avaliados os programas de transferência de renda do governo federal.

Rendimento do trabalho

Os dados do IBGE indicam que, em 2017, as pessoas que tinham rendimento de todos os trabalhos correspondiam a 41,9% da população residente, o equivalente a 86,8 milhões de pessoas, percentual afetado pela crise econômica que afetou o país. Em 2016, o percentual chegava a 42,4% Em 2017, 24,1% dos residentes (50 milhões) possuíam algum rendimento proveniente de outras fontes. Em 2016 este percentual era menor: 49,3 milhões de pessoas tinham rendimento de outras fontes, o equivalente a 24% dos residentes.

O rendimento de outras fontes, mais frequente na população, vinha de aposentadoria ou pensão. Em 2017, 14,1% da população recebia por aposentadoria ou pensão; 2,4%, por pensão alimentícia, doação ou mesada de não morador; 1,9%, por aluguel e arrendamento; enquanto 7,5% recebiam outros rendimentos, como seguro-desemprego, programas de transferência de renda do governo, rendimentos de poupança, valores similares aos de 2016.

Para o coordenador da Pnad Contínua, os números derrubam o mito de que principalmente nas regiões Norte e Nordeste, os programas de transferência renda respondem pela maior parte do rendimento das famílias.

“Isso não é verdade. Quando olhamos o país como um todo, observamos que 73,8% da composição do rendimento da família vem do trabalho, !9,4% de aposentadoria ou pensão e outros rendimentos como aluguel (2,4%), e o restante de pensões, doação de não morador.”

Bolsa Família

Com relação aos programas de transferência de renda do governo federal, a pesquisa constatou que o percentual das famílias brasileiras que recebiam o Bolsa Família caiu 0,6 ponto percentual entre 2016 e 2017, ao passar de 14,3%para 13,7%.

Segundo a pesquisa, o rendimento médio mensal real domiciliar per capita dos domicílios que recebiam o Bolsa Família em 2017 foi de R$ 324, bem inferior ao rendimento médio mensal real domiciliar per capita dos que não recebiam, que era de R$ 1.489.

Os dados indicam que os maiores percentuais de famílias que recebiam algum tipo de benefício dos programas de transferência de renda do governo estavam localizados, no ano passado, nas regiões Norte e Nordeste, com respectivamente 25,8% e 28,4% dos domicílios.

Já o Benefício de Prestação Continuada (BPC) era recebido por 3,3% dos domicílios do país, que tinham rendimento médio real domiciliar per capita de R$ 696 reais. As regiões Norte e Nordeste apresentaram os maiores percentuais (5,6% e 5,2%, respectivamente).

Desigualdade por cor, sexo e instrução

Os números da pesquisa Rendimento de todas as fontes 2017 mostram a continuidade de distorção histórica do mercado de trabalho do país: a desigualdade salarial entre homens e mulheres, cor e raça e por nível de escolaridade.

A pesquisa ratifica a persistência do salário maior para os homens do que para as mulheres. Enquanto o rendimento médio mensal real de todos os trabalhos, no Brasil, foi de R$ 2.178; entre os homens, esta média chegou a R$ 2.410. Já para as mulheres, o rendimento médio mensal registrado foi de R$ 1.868, ou seja: o equivalente a 77,5% do rendimento masculino. Em 2016, essa proporção era ainda menor: 77,2%.

As regiões Nordeste e Norte, apesar de terem os menores valores de rendimento médio mensal real para ambos os sexos dentre todas as demais regiões, apresentaram as maiores proporções de rendimento das mulheres em relação aos homens: Isto é, as maiores taxas de proximidades.

No Nordeste, o salário da mulher equivalia a 84,5% do salário do homem em 2017, enquanto no Norte este percentual era de 87,9%. Em 2016, o salário da mulher equivalia a 88,4% do homem no Nordeste e a 89,2% no Norte.

A Região Sudeste, que registrou a segunda maior média salarial para as mulheres (R$ 2.053) e a maior para os homens (R$ 2.810), foi, paralelamente, a região onde as mulheres registraram a menor proporção do rendimento masculino (73,1% em 2017 ante 71,7% de 2016).

“O Brasil é um país bastante desiguais quando se leva em conta os cortes por sexo, cor e raça, nível de instrução e regiões distintas do país. “Nós somos praticamente cinco país em um só demonstrados pelo retrato de cada uma das cinco regiões”, afirmou o coordenador da pesquisa.

Do ponto de vista da cor e da raça, o IBGE constatou que o rendimento médio mensal real de todos os trabalhos das pessoas brancas era, em 2017, de R$ 2.814, maior que os rendimentos observados para as pessoas pardas (R$ 1.606) e pretas (R$ 1.570).

As mulheres brancas apresentaram rendimentos 29,2% superiores à média nacional de R$.2 178, enquanto as pardas e pretas receberam rendimentos 26,3% e 27,9%, respectivamente, inferiores a essa média.

A mesma distorção foi observada quando a análise é feita sob o ponto de vista do grau de escolaridade, com o nível de instrução se mostrando indicador importante na determinação do rendimento médio mensal real de todos os trabalhos, apresentando uma relação positiva, ou seja: quanto maior o nível de instrução alcançado, maior o rendimento.

“As desigualdades pelos cortes de cor (preta ou parda em relação a Branca) chega a quase à metade. A diferença persiste porque há, no Brasil, como em outras partes do mundo, maior rendimento para aqueles que tem nível superior. Só que a participação de pessoas de cor de nível superior no Brasil é muito baixa”, acrescentou Azeredo.

Segundo o levantamento, as pessoas que não possuíam instrução apresentaram o menor rendimento médio: R$ 842. Por outro lado, o rendimento das pessoas com ensino fundamental completo ou equivalente foi 67,3% maior, chegando a R$ 1.409.

Por fim, aqueles que tinham ensino superior completo registraram rendimento médio aproximadamente 3 vezes maior que o daqueles que tinham somente o ensino médio completo e mais de 6 vezes o daqueles sem instrução.

Edição: Maria Claudia


27/03/2018
Por Edilson Silva em Caicó, Economia

Prefeitura de Caicó antecipa pagamento de salário dos servidores

A Prefeitura Municipal de Caicó iniciou de forma antecipada nesta segunda-feira (26) o pagamento de salários dos servidores efetivos e comissionados referente ao mês de março.

Já estão com salarios nas contas os servidores da administração, finanças, contabilidade, tesouraria, tributação, controladoria, planejamento, infra estrutura, meio ambiente, agricultura e turismo.

Também já estão em Processamento pra amanhã (27) o salários dos servidores da Assistência Social, Educação: Fundeb 60% infantil, todo o Fundeb 40% e Semece, alem dos agentes de saúde e endemias. Nesta terça até o meio dia também recebem os salários os médicos do Hospital Regional e do Seridó que houve um atraso devido problemas no sistema bancário.

A Prefeitura de Caicó conclui o pagamento de março de todos os efetivos e comissionados até quinta-feira dia 29.


06/03/2018
Por Edilson Silva em Economia

Imposto de Renda 2018: Entenda como declarar os rendimentos do MEI

O microempreendedor individual (MEI) exerce dois papéis distintos para a Receita, de pessoas jurídica e física. Para o empresário, são necessários os pagamentos mensais do DAS e a entrega da Declaração Anual do Simples Nacional. Mas o contribuinte, dependendo dos rendimentos, deve apresentar a Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física.

Só o fato de ser MEI não o obriga a fazer a declaração. De acordo com a Receita, as regras de obrigatoriedade de entrega são as mesmas para qualquer pessoa física. Alguns parâmetros básicos devem ser observados para saber se o MEI é obrigado a declarar o IR, como: obter rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70; rendimentos isentos acima de R$ 40 mil; obter ganho de capital; e ter propriedade com valor superior a R$ 300 mil.

Ainda segundo a Receita, são considerados isentos do imposto sobre a renda, na fonte e na declaração de ajuste do beneficiário, os valores pagos ou distribuídos ao MEI, exceto os que corresponderem a despesas do negócio.


01/03/2018
Por Edilson Silva em Economia

Feira do Turismo Potiguar já tem mais de 30 municípios confirmados; confira

O número parcial de expositores da 4 Feira dos Municípios e Produtos Turísticos do RN (Femptur) já revela amplo crescimento. O evento terá a presença de mais de 30 municípios, todos com estande próprio. Alguns deles: Natal, Mossoró, Parnamirim, São Miguel do Gostoso, Tibau do Sul/Pipa, Canguaretama, Caicó, Grossos, Santa Cruz, Extremoz, Guamaré, Macau, Nísia Floresta, Baía Formosa, Touros, Rio do Fogo, Ceará Mirim, Pedra Grande, Monte das Gameleiras, Serra de São Bento, Passa e Fica, Assu e Jucurutu, entre outros.

A iniciativa privada também marcará boa presença. Empresas de receptivo como Wheltour e Marazaul terão amplos estandes, assim como a Natal Bus, responsável por passeios em ônibus panorâmicos. Operadoras como a CVC, agências de viagem como a Dandara Turismo e meios de hospedagem como o Serhs Natal Grand Hotel serão outros destaques da feira, assim como empresas especializadas em aplicativos turísticos e organizadores de eventos.

Entre as atrações voltadas para o entretenimento e lazer, a Femptur terá espaço gastronômico com nove operações, ampla feira de artesanato, feira de agricultura familiar, exposição do acervo do Museu da Rampa, exposições fotográficas de Carla Belke e de Canindé Soares, além de mostra de óleos sobre tela do artista Eliezer Andrade.

A 4 Femptur e o 9 Fórum de Turismo do RN contam com o apoio do Governo do Estado do RN (Governo Cidadão), Prefeitura de Natal, Sistema Fecomércio, Sebrae e Banco do Nordeste. ABIH-RN e Natal Convention Bureau também apoiam os dos eventos, assim como a Data Show e o Serhs Natal Grand Hotel.


28/02/2018
Por Edilson Silva em Economia

Micro, pequenas e médias empresas têm captação recorde no BNDES em janeiro

O segmento de micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) respondeu por 56% dos R$ 3,9 bilhões desembolsados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no mês de janeiro deste ano, o que corresponde a R$ 2,2 bilhões. A participação é recorde, de acordo com os dados divulgados hoje (27) pela instituição. Somente as médias empresas, com faturamento médio anual de até R$ 300 milhões, responderam por 29,5% dos recursos liberados pelo banco no mês, somando R$ 1,13 bilhão, expansão de 59%.

No acumulado dos últimos 12 meses, compreendidos entre fevereiro de 2017 e janeiro de 2018, os desembolsos do BNDES atingiram R$ 69,9 bilhões, mostrando crescimento de 9% para as MPMEs, para as quais foram destinados R$ 29,6 bilhões no período.


20/02/2018
Por Edilson Silva em Economia

Mais de 16 mil MEIs tiveram registro cancelado por inadimplência no RN

A inadimplência ou falta de parcelamento dos débitos fiscais junto à Receita Federal levaram quase 16,7 mil Microempreendedores Individuais (MEI) do Rio Grande do Norte a ter o número do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) cancelado. A informação é do Sebrae. No ranking de exclusão, o estado potiguar está entre os estados com o menor índice de cancelamento em números absolutos, ocupando a 18ª posição entre todas as unidades da federação. Em todo o país, 1,3 milhão de MEIs foram excluídos dessa categoria jurídica.

Em outubro, o Comitê para Gestão da Rede Nacional para Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (CGSIM) divulgou a lista de CNPJ suspensos e alertou sobre o prazo para regularização, que terminou no dia 26 de janeiro. Foram cancelados os CNPJs de MEIs que não pagaram nenhuma guia mensal (DAS) referente aos períodos de apuração de 2015, 2016 e 2017 e não entregaram nenhuma declaração anual (DASN-SIMEI) referentes aos anos de 2015 e 2016.

Ainda de acordo com o Sebrae, o cancelamento dos CNPJs faz parte das estratégias do governo federal de atender melhor os negócios formalizados como MEI, no sentido de elaborar políticas públicas que ajudem no desenvolvimento dessas empresas. Os empreendedores irregulares foram notificados pela Receita Federal em outubro do ano passado para regularização dos débitos. Foram notificados aqueles MEIs que não fizeram nenhum pagamento do boleto mensal nos três últimos anos e que estavam com as Declarações Anuais do Simples Nacional (DASN-SIMEI) atrasadas.

O cancelamento é previsto na Lei Geral da Microempresa e Empresa de Pequeno Porte e regulamentado pela Resolução n.º 36/2016, do CGSIM.

Com a baixa de quase 17%, o Brasil passou de 7,8 milhões de MEIs para 6,42 milhões de empreendedores inscritos nessa figura jurídica. Com a redução, o Rio Grande do Norte, que contabilizava 103.794 microempreendedores, agora conta com 87.119 negócios formalizados como MEI.

Na avaliação da coordenadora do MEI no Sebrae-RN, Ruth Maia, esse percentual de MEI que estava inadimplente provavelmente já estava com o negócio fora de operação e, por isso, não impactava na arrecadação de impostos nem influenciava no atendimento do Sebrae a esse público.

É considerado MEI aqueles profissionais que trabalham por conta própria e que ganham até R$ 81mil por ano. Para ser enquadrado como MEI, o empreendedor precisa exercer uma das mais de 400 atividades regulamentadas para essa categoria de negócio, não deve ter participação em outra empresa, podendo ter até um empregado.

Segundo o Sebrae, um dos principais atrativos do programa do MEI é a tributação diferenciada. O empreendedor pagar um valor mensal fixo que corresponde a 5% do salário mínimo. A maior parte desse recolhimento vai a cobertura previdenciárias, e R$ 5 de ISS para o município, se a atividade for serviço, ou R$ 1 de ICMS para o estado, se for comércio ou indústria.

Com o registro, o trabalhador passa a ter CNPJ e a emitir notas fiscais, atuando como uma empresa, o que também facilita financiamentos e aluguel de máquinas de cartão de débito e crédito. Além disso, o MEI tem garantias de benefícios previdenciários, como auxílio-doença, salário-maternidade e aposentadoria por idade, mediante pagamento mensal de no máximo R$ 53,70.7

G1RN


07/02/2018
Por Edilson Silva em Economia

Custo da cesta básica sobe em 20 capitais, em Natal alta é de 8,85%

O custo da cesta básica – composta por alimentos essenciais – aumentou em 20 capitais brasileiras em janeiro, segundo pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Foram registradas altas mais expressivas em João Pessoa (11,91%), Brasília (9,67%), Natal (8,85%), Vitória (8,45%) e Recife (7,32%). Goiânia (0,42%) e Manaus (2,59%) anotaram as menores taxas.

A cesta mais cara foi a de Porto Alegre (R$ 446,69), seguida do Rio de Janeiro (R$ 443,81) e São Paulo (R$ 439,20). Os menores valores médios foram encontrados em Salvador (R$ 333,98) e Aracaju (R$ 349,97).

No acumulado de janeiro de 2017 a janeiro de 2018, 14 cidades apresentaram queda, com destaque para Manaus (-9,93%), Belém (-9,70%) e Salvador (-7,16%). As altas mais expressivas ocorreram em Natal (3,11%) e Recife (2,90%).

O preço do tomate aumentou em todas as cidades, por conta da redução da área plantada e das chuvas. As taxas variaram de 6,94% em Goiânia a 94,03% em João Pessoa. Em 12 meses, todas as cidades tiveram alta, que variou entre 8,63% em Belém, e 104,28% em Curitiba.

Preço da banana sobe em 19 capitais

A banana, cujo preço foi estimado por média ponderada entre os tipos prata e nanica, acusou elevação em 19 capitais e queda em Aracaju (-6,63%). Os maiores aumentos de preço foram anotados em João Pessoa (25,57%) e Rio de Janeiro (15,50%). Em 12 meses, o valor médio da banana caiu em 19 cidades, com destaque para Belo Horizonte (-32,12%) e Brasília (-30,08%).

O feijão carioquinha, pesquisado nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, além das cidades de Belo Horizonte e São Paulo, sofreu queda, exceto em João Pessoa (0,21%).

Nas demais cidades, as taxas variaram entre -11,63% em Belém e -2,67% em Aracaju. O feijão preto diminuiu em Florianópolis (-12,55%), Vitória (-5,75%), Porto Alegre (-5,27%), Rio de Janeiro (-2,87%) e Curitiba (-0,27%).

Salário mínimo

Com base na cesta mais cara, a de Porto Alegre, o salário mínimo ideal para uma família de quatro pessoas deveria ser R$ 3.752,65, equivalente a 3,93 vezes o mínimo atual de R$ 954, segundo os pesquisadores. Há um ano, a estimativa era de R$ 3.585,05.


05/02/2018
Por Edilson Silva em Economia

Preço da gasolina sobe 2,5% no RN e litro pode chegar a custar até R$ 4,40

O preço médio da gasolina para o consumidor final subiu 2,5% no Rio Grande do Norte, segundo dados da pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O valor do litro, hoje, nos postos potiguares está custando R$ 4,27.

Segundo o levantamento feito pela ANP, com análises feitas até a sexta-feira, 02, alguns postos de combustíveis do Rio Grande do Norte já estão cobrando R$ 4,39 pelo litro da gasolina.

Em Natal, o preço médio da gasolina está avaliado em R$ 4,25.

Desde o início do ano, o preço do insumo não para de subir. A ANP já registrou 14 reajustes desde 01 de janeiro. Em todo o Brasil, o combustível apresentou elevação de 0,54%

Custando R$ 4,27, a gasolina potiguar, por sinal, está acima do valor médio cobrado em todo o país, que hoje é de R$ 4,221.

Vale lembrar, ainda, que a Petrobras baixou o preço do combustível nas refinarias em 3,68%, mas este repasse ainda não chegou aos consumidores finais.


31/01/2018
Por Edilson Silva em Economia

Banco do Brasil terá R$ 12,5 bi para safra 2018/2019

O governo federal vai liberar, por meio do Banco do Brasil, R$ 12,5 bilhões para financiar a safra agrícola de 2018 e 2019. O lançamento do custeio antecipado da nova safra foi feito pelo presidente do Banco do Brasil, Paulo Cafarelli, em cerimônia realizada na manhã de terça-feira (30), na zona rural de Rio Verde (GO).

O montante é 16% superior ao valor liberado no ano passado, e servirá para adquirir insumos e serviços agropecuários para as lavouras de soja, milho, arroz, algodão e café. O objetivo do lançamento, segundo Cafarelli, é evitar que o produtor fique refém do fornecedor, além de contribuir para a sustentabilidade do agronegócio e da melhora do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e aumento da renda.

Cada produtor poderá financiar, no máximo, R$ 3 milhões. Para os médios produtores que integram o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), os recursos serão disponibilizados com taxas de 7,5% ao ano.

Para os outros produtores, o banco oferece financiamento com encargos de 8,5% ao ano. Modalidades alternativas de financiamento serão disponibilizadas para os produtores que demandam valores superiores ao limite do plano.

Impacto. Presente ao evento, o presidente Michel Temer destacou o papel do agronegócio no crescimento da economia brasileira e o grande impacto do setor no volume de exportações do país. Temer lembrou ainda que a última safra foi recorde, com uma produção de mais de 240 milhões de toneladas. E afirmou que acredita em novo recorde para a safra deste ano, conforme as projeções do Banco do Brasil.

“Nós estamos destinando esses R$ 12 bilhões de crédito aos agricultores não apenas para ter juros mais acessíveis, não apenas para aumentar a produção, mas é um reconhecimento também àquilo que os senhores fizeram pelo nosso país”, declarou Temer.

Também participaram do evento, os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, da Integração, Hélder Barbalho, e das Cidades, Alexandre Baldy, além, do governador de Goiás, Marconi Perillo.

Taxação

Meirelles. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, negou que o governo irá onerar o agronegócio com a de exportações do setor, principal responsável pelo saldo positivo da balança comercial.


30/01/2018
Por Edilson Silva em Economia

Banco do Nordeste registra aplicações recordes para MPEs no Rio Grande do Norte

A Superintendência do Banco do Nordeste no Rio Grande do Norte bateu o recorde de contratações para o segmento de Micro e Pequenas Empresas (MPEs), com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), ano passado. Foram mais de 3 mil operações e R$ 214,7 milhões liberados. No comparativo com 2016, houve o crescimento significativo de 12% nas operações e de 21% no volume de recursos.

Somando os recursos internos do Banco, que envolvem as contratações de menor valor, o número de clientes atendidos sobe para 5,5 mil, com R$ 238,7 milhões desembolsados. A pulverização do crédito faz o Estado ter o menor ticket médio de operações MPE entre todas as superintendências do Banco do Nordeste. Dividindo o volume de investimentos pelo número de operações, chegamos à média de R$ 43,4 mil por empréstimo, muito bom para uma instituição de desenvolvimento regional.


29/01/2018
Por Edilson Silva em Economia

Fiart encerra com bons negócios para expositores

A 23ª Feira Internacional de Artesanato (Fiart) terminou neste domingo (28) e gerou boas vendas e contatos para expositores. A 23ª edição da feira movimentou algo em torno de R$ 6,5 milhões e recebeu um público de aproximadamente 55 mil pessoas.

Para o artista plástico Gianfranco Popovic, que veio do Ceará, a participação na feira foi muito boa. “Mais de 90% das minhas obras foram vendidas durante a Fiart e outras encomendadas. Das 60 telas colocadas em exposição, 57 foram vendidas. A feira foi muito bem organizada. Toda a estrutura estava muito boa. Participo há pelo menos 10 anos e a cada ano a procura é maior”, afirmou Gianfranco.

O paulista e neto de japonês Thiago Ojima há cinco anos traz um pouco da cultura japonesa para a Fiart. Ele disse que as vendas foram satisfatórias nessa edição da feira e que sempre contribui para agregar valor ao evento.

“Sempre procuro melhorar, trazer novidades e fazer um bom atendimento para que todos os anos a gente contribua para aumentar o número de visitantes aqui”, completou.

O coordenador da Fiart, Neiwaldo Guedes, falou da satisfação da organização e dos parceiros Governo do Estado, Sebrae-RN e Prefeitura de Natal pelo sucesso de mais uma edição do evento.

“O Esforço foi compensado. Temos a certeza do dever cumprido. Não é fácil manter 23 edições de um evento desse porte acontecendo em Natal. A feira não seria possível sem a presença do artesanato brasileiro, do artesanato do potiguar e mundial, mas principalmente sem o apoio fundamental recebido das instituições parceiras. A Fiart é um evento que socializa e movimenta a economia. Todos ganham: o artesão, a cultura e a cidade porque atrai visitantes e turistas”, apontou.

Promovendo o artesanato potiguar em um amplo espaço na Fiart, o Governo do Estado contou com o maior número de expositores em uma edição da Feira nos últimos anos. Segundo Salmira Torres, coordenadora do Programa Estadual de Artesanato – Proarte-RN, esse é um momento de celebração para toda a cadeia do artesanato potiguar.

Ela disse que há três anos o Executivo Estadual participava com apenas 60 artesãos em um espaço de 180 metros quadrados e hoje o espaço para promoção e comercialização do artesanato potiguar contou com 400 artesãos distribuídos em mais de mil metros quadrados.


15/01/2018
Por Edilson Silva em Economia, Natal

23ª Feira Internacional de Artesanato (Fiart), acontece entre os dias 19 e 28 de janeiro no Centro de Convenções de Natal

A 23ª Feira Internacional de Artesanato (Fiart), além de ser uma oportunidade para potiguares e turistas conheceram o artesanato produzido em todas as regiões do Brasil, é também palco para promoção de artistas locais e regionais com sua vasta programação cultural – excelente opção de lazer e entretenimento nesse período da alta estação.

Esse ano, a feira realizará o Concerto na Fiart – que vai reunir orquestras, corais e bandas regionais em apresentações diárias. Além disso, a 23ª edição do evento vai contar com a tradicional participação de grupos folclóricos; de dança; artistas circenses; DJs; músicos e cantores do Rio Grande do Norte e de estados vizinhos como Paraíba e Pernambuco.

No período de 24 a 27 de janeiro, dentro da programação cultural da feira, acontece o 16º Festival Folclórico. O Festival reunirá mais de 30 grupos (de dança folclórica e contemporânea) e vai premiar as quatro melhores apresentações, escolhidas por uma comissão julgadora formada por representantes da Fundação José Augusto, do Teatro Alberto Maranhão e da Associação Norte-Rio-Grandense de Folclore.

Toda a estrutura, a programação e a expectativa dos organizadores para a 23ª Feira Internacional de Artesanato (Fiart) serão apresentadas no próximo dia 11 de janeiro.

A Fiart, organizada pela Espacial Eventos, é uma realização do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, em parceria com o Governo Federal, Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do RN – Sebrae – e Prefeitura do Natal. Outras informações e fotos estão disponíveis no site www.feirafiart.com.br

Serviço:

  • Feira Internacional de Artesanato – Fiart;
  • Quando: 19 a 28 de janeiro de 2018;
  • Local: Centro de Convenções de Natal.


15/01/2018
Por Edilson Silva em Economia

MEI que ultrapassou teto precisa fazer reenquadramento até dia 31

Começou desde o dia primeiro deste mês o prazo para os Microempreendedores Individuais (MEI) declararem à Receita Federal o faturamento bruto do negócio ao longo do ano passado. A declaração é obrigatória e pode ser feita pela internet no Portal do Empreendedor. O período para relatar as informações segue até o fim de maio. Com o aumento do teto para R$ 81 mil, que começou a vigorar a partir deste ano, quem ultrapassou o limite de R$ 60 mil em 20% ainda tem uma chance de permanecer enquadrado nesse regime fiscal. Se o excedente tiver sido superior a esse percentual, o MEI terá de ser reenquadrado em outra categoria até o dia 31 de janeiro.

A gerente da Unidade de Orientação Empresarial do Sebrae no Rio Grande do Norte, Gilvanise Borba Maia, explica que, com a entrada em vigor das mundanças do Simples Nacional, o MEI que excedeu em até 20% o limite de faturamento de R$ 60 mil poderá pagar imposto sobre o valor excedido e continuar no mesmo regime, cujo teto subiu este ano para R$ 81 mil. “Só será recolhido o imposto sobre o que foi excedido”, enfatiza a gerente.


15/01/2018
Por Edilson Silva em Economia

Empresas que aderiram ao novo Refis devem R$ 1,18 bilhão

As empresas que aderiram ao Programa Especial de Regularização Tributária (Pert), também conhecido como Novo Refis, devem R$ 1,18 bilhão em tributos correntes (que não entraram na renegociação), informou a Receita Federal.

O Fisco já enviou o aviso aos devedores e fará a cobrança este mês. De acordo com a lei que criou o programa, todos os tributos vencidos a partir de maio do ano passado, inscritos ou não na Dívida Ativa da União, precisam ser pagos para que o contribuinte não seja excluído do parcelamento especial.


04/01/2018
Por Edilson Silva em Economia

Empregadores domésticos têm até amanhã para pagar guia de dezembro do eSocial

O prazo para os empregadores domésticos pagarem o Documento de Arrecadação do eSocial (DAE) referente a dezembro termina nesta sexta-feira (5). Como o dia 7, tradicionalmente usado como data-limite para o pagamento da guia, cai no domingo este mês, o prazo foi antecipado em dois dias.

O Simples Doméstico reúne em uma única guia as contribuições fiscais, trabalhistas e previdenciárias que devem ser recolhidas. Para a emissão da guia unificada, o empregador deve acessar a página do eSocial na internet – http://www.esocial.gov.br/ . Se não for recolhido no prazo, o empregador paga multa de 0,33% ao dia, limitada a 20% do total.


02/01/2018
Por Edilson Silva em Economia

Mercado eleva estimativa do PIB para 2017 e 2018

Os especialistas ouvidos pelo boletim Focus, do Banco Central (BC), em sua pesquisa semanal, elevaram as projeções para o crescimento da economia brasileira em 2017 e em 2018.

De acordo com as estimativas divulgadas hoje (2) pelo BC, o Produto Interno Bruto (PIB – soma de todas riquezas do país) deverá apresentar crescimento de 1% em 2017. No levantamento da semana passada, a estimativa era de 0,98%.

Para 2018, a expectativa do mercado em relação ao PIB também melhorou, passou de 2,68%, no último levantamento, para 2,70% no resultado apresentado nesta terça-feira.


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