Sorte do Nordeste depende de investimentos e não do clima, diz Dilma

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Ao participar de cerimônias de inauguração e de início de obras para o transporte e abastecimento de água a regiões que sofrem com a seca, a presidenta Dilma Rousseff disse que a sorte do Nordeste não depende do clima, e sim dos investimentos do Poder Público para proteger a população na região. Dilma voltou a citar a Petrobras, reforçando a importância de priorizar a compra de produtos nacionais.

“A maior seca na vida de um sertanejo sempre foi a seca da falta de oportunidades”, disse a presidenta, ao lembrar a distribuição desigual de oportunidades observada no país. Durante o evento, a presidenta inaugurou a primeira etapa e assinou ordem de serviço para a segunda fase das obras da Adutora Pajeú, que vai captar água do Rio São Francisco e distribuir água de qualidade para várias cidades pernambucanas e dois municípios da Paraíba.

Para ela, tais obras são motivo de orgulho para o governo. “Estamos transformando a questão da convivência com a seca – falta de chuva, vai haver, o que não pode é não ter políticas adequadas para conviver com a chuva ou com a falta de chuva”.

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