27/12/2017
Por Edilson Silva em Policial

Moradores são feitos reféns em explosões de Bancos na Paraíba

Mais duas agências do Bradesco foram alvos de quadrilhas na madrugada desta quarta-feira (27). Desta vez, os estabelecimentos escolhidos foram nas cidades de Pilar e Lagoa Seca, ambas no Agreste.

O primeiro caso aconteceu em Pilar, onde um grupo rendeu moradores e explodiu um caixa eletrônico, mas não conseguiu fugir levando dinheiro.

Já em Lagoa Seca, os suspeitos também fizeram moradores reféns e efetuaram disparos de arma de fogo por pelo menos 15 minutos no Centro da cidade. Devido a explosão, o prédio onde fica o Banco ficou danificado.


26/12/2017
Por Edilson Silva em Policial

PRF publica balanço da Operação Natal

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou o resultado da “Operação Natal” nesta terça-feira (26), com 22 acidentes e 26 pessoas feridas e uma morta nas rodovias do estado. O caso mais grave foi um acidente na BR 226, próximo ao município de Santa Cruz, onde um homem morreu após uma colisão frontal entre um carro e um caminhão.

Cerca de 450 motoristas realizaram o teste do etilômetro e 17 foram autuados por embriaguez ao volante. Outras 435 pessoas foram notificadas por diversas infrações em sua maioria por excesso de velocidade (106) e ultrapassagem proibida (64). Nove pessoas foram presas, quatro armas foram apreendidas junto com 18 munições.

O número de acidentes foi maior do que o registrado no último feriado, o de Nossa Senhora da Apresentação, que registrou 14 acidentes com 16 pessoas feridas e uma morta. De acordo com a PRF, a diferença nos números se dá pela menor abrangência entre a data, que é celebrada apenas na capital do Estado.


26/12/2017
Por Edilson Silva em Policial

Mulher é encontrada morta em zona rural de Mossoró

Uma mulher, identificada como Luciana Dantas dos Santos, de 37 anos, foi encontrada morta na tarde desta segunda-feira, 25, em um sítio do município de Mossoró.

Encontrada por populares, a vítima estava vestida apenas com uma blusa e calcinha, e possuía marcas de cortes por todo seu corpo. Peritos do ITEP acreditam que, pelos ferimentos e quantidade de sangue ao redor de seu corpo, a mulher teria sido morta em outro local e levada até lá. Até o presente momento, não há pistas dos autores ou razão do crime.

A Polícia Militar de Mossoró atendeu a ocorrência após ser acionada. Mesmo com a crise atual pela qual o estado enfrenta e a greve realizada pelos policiais do RN, no município os oficiais realizam patrulhamentos e mantém um regime para manter o funcionamento e garantir a segurança da população.


23/12/2017
Por Edilson Silva em Policial, Política

Em indulto, Temer (MDB) perdoa corruptos e quem cumpriu só um quinto da pena

Agência Brasil – O presidente Michel Temer assinou um decreto que concede indulto natalino a presos. O benefício vale para pessoas condenadas ou submetidas a medida de segurança e leva em conta a parcela de pena já cumprida e o crime praticado. A medida foi publicada na edição de sexta-feira, 22, do Diário Oficial da União. O texto prevê também a comutação de pena.

Os benefícios não poderão ser concedidos a pessoas condenadas por crimes como tortura ou terrorismo; crimes hediondos ou a eles equiparados, ainda que praticados sem grave ameaça ou violência. Também ficam excluídos os que tenham sofrido sanção e sido incluídos no Regime Disciplinar Diferenciado, entre outros.

Ao contrário de solicitação feita pela força-tarefa da operação Lava Jato e recomendação das câmaras criminais do Ministério Público Federal (MPF), o benefício foi estendido a presos condenados por crimes de corrupção.

O indulto natalino será concedido, por exemplo, a brasileiros e estrangeiros que, até o dia 25 de dezembro, tenham cumprido um quinto da pena, se não reincidentes, e um terço da pena, se reincidentes, nos crimes praticados sem grave ameaça ou violência à pessoa.

O decreto prevê também que o tempo de cumprimento das penas será reduzido para casos como os de gestantes, pessoas com idade igual ou superior a 70 anos, pessoas que tenham filho com doença crônica grave ou com deficiência, que necessite de seus cuidados, com paraplegia, tetraplegia ou cegueira adquirida posteriormente à prática do delito.


21/12/2017
Por Edilson Silva em Jucurutu, Policial

Agricultor é executado na zona rural de Jucurutu

Na madrugada de hoje, quinta-feira (21), três homens se passando por policiais civis tiraram o agricultor da presença de esposa e dois filhos e o executaram cerca de mil metros da sua residência

Agricultor Antônio Jane de Figueiredo de 28 anos, conhecido por Janinho, teve sua residência invadida por três homens encapuzados que estavam fortemente armados e andavam em uma Hilux branca. Se passando por policiais civis os homens renderam e retiraram o agricultor da presença da família.

Ele foi morto a tiros a cerca de 1.000 metros da casa onde a família ouviu os disparos. O COPOM da cidade Jucurutu foi informado. Policiais do Grupo Tático Operacional e da Rádio Patrulha localizaram o agricultor, já sem vida, próximo ao sítio Riachão 2 na saída para a BR 226 aonde aguardaram a chegada de equipes da Polícia Civil e ITEP para os procedimentos legais.


20/12/2017
Por Edilson Silva em Policial, Política

Maluf se entrega à Polícia Federal

Deputado Federal e ex-prefeito de São Paulo, Paulo Maluf se apresentou na sede da Polícia Federal na Lapa, Zona Oeste da capital paulista, pouco antes das 9h. Nesta terça-feira o STF determinou que a pena de 7 anos, 9 meses e 10 dias de prisão,  por supostos desvios praticados por Maluf na Prefeitura de São Paulo deveria começar imediatamente, em regime fechado, sem possibilidade de saída durante o dia para trabalho.

A assessoria do deputado informou que ele não se manifestará sobre a condeção. O advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, informou em nota que recorrerá à presidência do Supremo e confirmou a intenção do político de se entregar.

O ministro Edson Fachin rejeitou um recurso apresentado pela defesa. Fachin enviou ofício ao diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, pedindo o cumprimento da prisão, segundo a Agência Estado.


19/12/2017
Por Edilson Silva em Policial, Política

STF decide que denúncia contra peemedebistas deve prosseguir, mas não com Moro

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (8), por unanimidade, pela continuidade da investigação, na primeira instância, contra os ex-deputados do PMDB Geddel Vieira Lima, Eduardo Cunha, Rodrigo Rocha Loures e Henrique Eduardo Alves por organização criminosa.

As denúncias no entanto, serão remetidas à 10ª Vara Federal de Brasília, e não ao juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, como havia sido determinado antes pelo relator do caso no STF, ministro Edson Fachin. Essa decisão foi tomada por 5 votos a 4. O ministro Luiz Fux se declarou impedido e não votou nesse tópico, e Celso de Mello não participou da sessão.

“São fatos ocorridos no Congresso Nacional, na Câmara dos Deputados, na articulação política ilícita. Não são fatos diretamente ligados à questão só da Lava Jato, à Petrobras”, disse o ministro Alexandre de Moraes, o primeiro a votar pela retirada dos processos da Vara Federal de Curitiba, responsável pelas ações da Lava Jato na primeira instância.

Os peemedebistas foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) junto com o presidente Michel Temer e os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, por organização criminosa. A tramitação da denúncia contra Temer e os ministros foi suspensa por decisão da Câmara dos Deputados. Depois disso, Fachin decidiu desmembrar o processo, enviando para a primeira instância as investigações contra os acusados sem foro privilegiado na Corte.

A referida organização criminosa seria responsável por negociar com empresas vantagens indevidas na Petrobras, na Caixa Econômica Federal e na própria Câmara, segundo a PGR.

As defesas de Geddel, Cunha e Loures haviam entrado com recurso pedindo para eles a extensão da imunidade conferida a Temer, Padilha e Moreira Franco. No entanto, o STF manteve o entendimento do relator, Edson Fachin, de que seria “inviável” dar a outros acusados a imunidade garantida ao presidente pelo Artigo 86 da Constituição. “É algo absolutamente específico e singular ao presidente da República, não havendo possibilidade de se estender a coautores e partícipes”, afirmou Alexandre de Moraes nesta terça.

Também estão implicados nas investigações sobre a suposta organização criminosa do PMDB na Câmara o banqueiro André Esteves e os executivos Joesley Batista e Ricardo Saud, ambos do Grupo J&F.  Somente o caso do deputado André Moura (PSC-SE), que figura como investigado no processo, deve permanecer no STF.

J&F

Em relação à outra denúncia feita contra Temer, também barrada na Câmara, por obstrução das investigações, foi mantido o envio à Justiça Federal de Brasília, determinado anteriormente por Fachin, da parte que envolve Joesley Batista, Ricardo Saud, Eduardo Cunha e Rodrigo Rocha Loures.


19/12/2017
Por Edilson Silva em Policial

Deicor prende cinco pessoas por associação criminosa na Zona Norte de Natal

Uma investigação da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor) resultou na prisão, nesta segunda-feira (18), de cinco pessoas que fazem parte de um grupo especializado em falsificar documentos. “Acreditamos que mais de mil identidades foram confeccionadas por este grupo”, afirmou o diretor da DEICOR, delegado Odilon Teodósio.

No flagrante, as cinco pessoas foram presas no loteamento Jardim Progresso, Zona Norte de Natal, em uma casa que pertence a um ladrão de banco, investigado pela Deicor, são eles: Marcos Eugênio Pontes Pessoa, 38 anos, vulgo “Barão” ou “Mariano”, preso na Operação Jet Coca, em 2003, pelo crime de tráfico de drogas, Emanoel Morais da Silva, 47 anos, que no momento da prisão, apresentou aos agentes uma identidade falsa da Polícia Militar, Maria de Fátima Medeiros, 57 anos, Maria Estela Alves Teixeira, 38 anos, e Rui Soares da Silva, 52 anos.

Os policiais apreenderam com o grupo, Cartões de crédito, Cheques em branco, identidades em branco e outras já confeccionadas, notebooks, celulares, e dois veículos, um Ford KA preto e um Volkswagem Voyage vermelho. Os cinco foram autuados por falsificação de documento público, uso de documento falso, e associação criminosa, sendo encaminhados ao sistema prisional, onde ficarão à disposição da Justiça.


17/12/2017
Por Edilson Silva em Policial

Acidente com vítima fatal na RN-118 em Ipanguaçu

Na manhã de hoje, 17 de dezembro, por volta das 07hs, aconteceu um acidente na RN-118, nas proximidades do IFRN na cidade de Ipanguaçu.

Segundo informações, um ônibus de passageiros que vinha de Macau, com romeiros para Canindé, se envolvendo no acidente com uma caminhonete tipo Hilux. Uma pessoa teria ficado preso às ferragens e uma outra vindo a óbito no local

Os policiais do NORE chegaram no local e uma equipe do Corpo de Bombeiros está no local para resgatar as vítimas.


14/12/2017
Por Edilson Silva em Policial, Política, RN

Após Agripino Maia virar réu por corrupção, DEM adia convenção

Após o Supremo Tribunal Federal (STF) aceitar denúncia contra o presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN), e torná-lo réu na Operação Lava Jato, a cúpula do partido decidiu adiar para fevereiro a convenção nacional da sigla, marcada inicialmente para esta quinta-feira, em Brasília.

O evento havia sido programado para celebrar a nova fase de ascensão do DEM, em que seria comemorada a filiação de novos integrantes e começaria a ser testada a possibilidade de o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ser candidato à Presidência em 2018.

A decisão tomada na terça-feira, 12, pela Primeira Turma do STF de aceitar a denúncia por corrupção passiva e lavagem de dinheiro apresentada contra Agripino, no entanto, atrapalhou os planos da legenda.

No mesmo dia, parlamentares do DEM começaram a cogitar a possibilidade de não reconduzir Agripino ao comando da sigla para evitar constrangimentos e não atrelar essa nova fase da legenda a denúncias de corrupção da Operação Lava Jato.

Com o adiamento da convenção, a sigla ganha mais tempo para definir quem será o presidente em 2018. Nomes como Maia, o ministro da Educação, Mendonça Filho, e o prefeito de Salvador, ACM Neto, já começam a ser aventados para substituir Agripino. As informações são da Agência Estado.

Em nota, o presidente do DEM afirmou que é inocente e que espera que o caso seja julgado o mais rápido possível. “O prosseguimento das investigações não significa julgamento condenatório. E é justamente a inabalável certeza da minha inocência que me obriga a pedir à Corte o máximo de urgência no julgamento final da causa”, afirmou Agripino.

À reportagem, o senador negou que o motivo do adiamento da convenção para 6 de fevereiro esteja ligado à decisão do STF.

Previdência

O presidente do DEM chegou a afirmar ontem que reuniria a Executiva do partido para deliberar sobre o fechamento de questão a favor da reforma da Previdência, quando todos os deputados devem votar em bloco. Segundo ele, mesmo que a votação da matéria ocorra somente no próximo ano, é importante que o partido marque posição.

No entanto, deputados pressionaram e adiaram também essa decisão Parlamentares da sigla que querem votar contra a reforma se opõem ao fechamento de questão, que pode implicar punição a quem votar de maneira diferente da determinada pelo partido. Ontem, o PSDB decidiu fechar questão sobre o assunto, mas afirmou que não iria aplicar sanções aos deputados que votassem contra a reforma.


14/12/2017
Por Edilson Silva em Esporte, Policial, Política

Estádio mais caro da Copa do Mundo irá a leilão e já atrai dois consórcios

Foto: Edilson Silva

No centro de um esquema de corrupção que levou dois ex-governadores para trás das grades e teve superfaturamento calculado pela Polícia Federal em R$ 559 milhões, a arena mais cara da Copa do Mundo de 2014 será concedida à iniciativa privada em fevereiro.

O edital definitivo do Estádio Nacional Mané Garrincha, com capacidade para 71 mil torcedores e tido em Brasília como “elefante branco” fora do calendário esportivo-cultural, sai até o fim deste mês e tem dois consórcios interessados em formação.

A concessão será por 35 anos e prevê investimentos totais de R$ 199 milhões no período, incluindo o ginásio poliesportivo Nilson Nelson – cuja estrutura interna não atende atualmente aos requisitos para eventos de alto padrão – e um complexo aquático nas imediações.

A partir do 6º ano de contrato, haverá ainda pagamento mínimo anual de outorga no valor de R$ 5 milhões. Vencerá a concorrência quem oferecer o maior ágio sobre esse valor-base.


14/12/2017
Por Edilson Silva em Policial, Política

Corrupção: Tribunal solta empresário da ‘farra dos guardanapos’ e mais dois

O Tribunal Regional Federal decidiu nesta quarta-feira (13) conceder habeas corpus parcial aos empresários Georges Sadala, Maciste Granha de Mello Filho e ao ex-presidente do DER (Departamento de Estradas e Rodagem) do Rio Henrique Ribeiro.

Os três foram pesos na Operação C’est Fini, no mês passado. O tribunal decidiu que os três não poderão se ausentar do país e devem comparecer a cada dois meses em juízo. Os juízes federais da 1ª Turma Especializada também ratificaram a decisão liminar em favor do ex-secretário Régis Fichtner, solto há duas semanas.

Os juízes federais mantiveram apenas a prisão de Lineu Castilho Martins, ex-assessor de Ribeiro no DER.

Todos os suspeitos presos foram identificados na contabilidade paralela de Luiz Carlos Bezerra, responsável por recolher e entregar dinheiro entre 2011 e 2016 a mando do ex-governador Sérgio Cabral, preso há um ano.

Ele controlava a movimentação de dinheiro em cadernos que foram apreendidos pela Polícia Federal na Operação Calicute. Usava apelidos para identificar os remetentes e destinatários dos recursos. As informações são da Folha de São Paulo.

GESTÃO CABRAL

Fichtner era o único secretário do “núcleo” da gestão Cabral que ainda não havia sido preso. Ele já havia sido citado em depoimento de Bezerra. Identificado o ex-secretário como “Alemão”, a contabilidade do “carregador de mala” indica o repasse de R$ 1,56 milhão ao ex-secretário.

Sadala, por sua vez, é mais um integrante do que ficou conhecida como a “gangue dos guardanapos” a ser alvo da Operação Lava Jato. A expressão é referência à foto feita numa festa em Paris em homenagem a Cabral, após receber a medalha da Legião d’Honneur do Senado francês.

Era também o único empresário da chamada “República de Mangaratiba” que ainda não havia sido alvo da Lava Jato no Rio.

Os papéis apreendidos com Bezerra indicam que o empresário entregou R$ 1,3 milhão ao grupo de Cabral, segundo a Procuradoria.

O empresário, também conhecido como “Gê”, é investidor do mercado financeiro e era sócio de um consórcio com contratos com o Estado.

Ele foi sócio do consórcio Agiliza Rio, responsável pelo programa “Poupa Tempo”, que reúne órgãos oficiais com o fim de facilitar a obtenção de documentos. A empresa recebeu R$ 132,5 milhões entre 2009 e 2015.

Além disso, é também representante do banco BMG no Rio, que negociava crédito consignado para servidores estaduais.

Maciste, vizinho de Cabral, também foi citado por Bezerra em depoimento. Ele disse que ia ao apartamento do empresário, sócio da Macadame, construtora que somou R$ 103 milhões em contratos na administração do peemedebista. Os cadernos apreendidos com Bezerra indicam o recolhimento total de R$ 552 mil com o empresário.

Ribeiro foi apontado pelo empresário Marcos Andrade Barbosa Silva, executivo da União Norte, como responsável por cobrar propina destinada a Cabral no DER. A empresa firmou acordo de leniência com o Ministério Público Federal.

O responsável por recolher a propina no DER era Lineu Castilho Martins, funcionário do DER. Na contabilidade de Bezerra, ele é identificado como “Boris”, “Russo” e “Kalashi”, e é atribuído a ele o repasse de cerca de R$ 18 milhões entre 2011 e 2016. Ele também foi preso.


13/12/2017
Por Edilson Silva em Policial, Política

Polícia Federal realiza buscas na Câmara dos Deputados

A Polícia Federal realiza buscas na Câmara dos Deputados, na manhã desta quarta-feira. A operação foi requisitada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As informações são do G1.

A ação tem como alvo dois deputados, cujos nomes ainda estão mantidos sob sigilo.


12/12/2017
Por Edilson Silva em Policial, Política

Roubalheira no RN: STF aceita denúncia e torna Agripino Maia réu por corrupção

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou nesta terça-feira (12) denúncia contra o senador Agripino Maia (RN), presidente nacional do partido Democratas. Acusado de corrupção e lavagem de dinheiro pela Procuradoria Geral da República (PGR), ele agora responderá como réu a um processo penal, ao final do qual poderá ser considerado culpado ou inocente.

Segundo a Procuradoria Geral da República (PGR), Agripino teria recebido em sua conta pessoal mais de R$ 654 mil entre 2012 e 2014 da construtora OAS. A pedido do senador, a empreiteira também teria doado R$ 250 mil ao DEM em troca de favores de Agripino.

A acusação diz que ele teria ajudado a OAS a destravar repasses do BNDES para construir a Arena das Dunas, estádio-sede da Copa do Mundo em Natal.

A ajuda teria ocorrido na suposta interferência para que o Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte deixasse de informar ao BNDES eventuais irregularidades no projeto executivo da obra. Essa era uma condição para o repasse do empréstimo.

Mais tarde, em 2016, o Tribunal de Contas da União (TCU) constatou sobrepreço de R$ 77 milhões na construção do estádio.

Relator do caso, o ministro Luís Roberto Barroso votou pelo recebimento da denúncia, por considerar “plausíveis” os indícios contra o senador. O ministro destacou que a abertura do processo não significa que Agripino é culpado no caso.

Fonte: G1


12/12/2017
Por Edilson Silva em Policial, Política

STF ignora maletas antigrampo do Senado apreendidas há 15 meses em ação da Lava Jato

Quase 15 meses depois de deflagrada a Operação Métis, que apreendeu maletas antigrampo usadas pelo Senado para, segundo a Polícia Federal, obstruir a Operação Lava Jato, o Supremo Tribunal Federal (STF) atrasa a decisão para manter ou anular a investigação. Os equipamentos Oscor 500 estão lacrados numa sala do tribunal sem serem periciados pelo Instituto Nacional de Criminalística (INC). A defesa dos suspeitos, policiais legislativos do Senado, afirma que a apuração foi aberta por autorização de um juiz de primeira instância, mas contra senadores, que têm direito a foro privilegiado no STF.

Enquanto a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, reforça o pedido para que o Supremo libere a investigação para que ela seja concluída, ao menos um dos informantes da PF, o servidor do Senado Paulo Igor Silva, está na iminência de ser demitido, em processo administrativo concluído depois de ele fornecer documentos para os investigadores que atuaram na Métis. Fontes ouvidas pela reportagem asseguram que o caso não será julgado na última sessão criminal do plenário do STF deste ano, na terça-feira da semana que vem (19). A assessoria do STF não esclareceu isso.

O último andamento do processo é um pedido feito pelo Ministério Público para que a investigação continue na primeira instância. Para Raquel Dodge, “não se acredita” que haja “indícios de envolvimento de parlamentar”, de acordo com parecer feito em 21 de novembro. Caso o plenário do STF entenda que políticos têm indícios de envolvimento nos crimes, a procuradora pede que a apreensão das maletas seja confirmada pelo tribunal e que a investigação continue no Supremo. Dodge reforça que há “necessidade de serem preservados os elementos de prova coletados”.

Se a apreensão for confirmada, as maletas deverão ser remetidas ao INC da Polícia Federal para serem periciadas. Em 21 de setembro de 2016, a PF prendeu temporariamente o diretor da Polícia do Senado, Pedro Ricardo Araújo, e três subordinados dele. A acusação é de que o grupo praticou crimes de corrupção e obstrução à Justiça ao vasculhar imóveis de senadores – dentro e fora de Brasília – que foram alvo de mandados de busca e apreensão da Lava Jato, a fim de localizar escutas ambientais ordenadas pelo Judiciário.

Entre os beneficiários dos serviços de contraespionagem estão alvos da Lava Jato ou pessoas ligadas a eles, como Fernando Collor (PTC-AL), Edison Lobão Filho (PMDB-MA), Gleisi Hoffman (PT-PR) e até o ex-senador José Sarney (PMDB-AP). Para fazer as varreduras, os servidores do Legislativo usavam as maletas antigrampo que emitiam ondas sonoras para detectar pontos e escutas, como as que ficam escondidas em aparelhos telefônicos, tomadas e mesas.

Demissão

Paulo Igor Bosco Silva foi um dos três policiais legislativos que entregaram documentos do Senado à PF que subsidiaram a Operação Métis. Ele é alvo de um inquérito do próprio Senado por “subtração de documentos” usados pela Polícia Federal, ato considerado uma “retaliação” pelo Ministério Público em ofício à 10ª Vara Federal. E responde ainda a um processo administrativo por supostas faltas e ausências ao trabalho. Ele perdeu uma promoção no trabalho poucas horas depois de tê-la recebido, de acordo com documentos internos da Casa.

A Comissão de Processo Administrativo fez parecer em que pede a “aplicação da pena de demissão” de Bosco numa investigação que afirmava que, entre outras supostas irregularidades, o servidor fez “divulgação de dados protegidos por sigilo”, agia com “impontualidade” e teve “atividade remunerada durante o gozo de licença médica”. O documento foi produzido em novembro e endereçado ao Primeiro Secretário do Senado.

Em sua defesa, Bosco afirmou à reportagem do Congresso em Foco que memorandos do diretor da Polícia para o diretor de Gestão de Pessoas e um correio eletrônico do coordenador dele à época “demonstram que uma das principais acusações contra mim (ter faltado a convocações oficiais após ter sido devidamente convocado) é falsa”. Ela afirma que tudo agora só depende de um despacho do presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE).

Só em 2018

Os processos da Operação Métis estão no STF desde setembro do ano passado. Em agosto, o relator, ministro Edson Fachin, liberou o caso para julgamento em plenário. Mas até hoje a presidente do Supremo, Cármen Lúcia, não o colocou para a análise dos demais ministros.

A assessoria do STF afirmou, em nota ao Congresso em Foco na manhã desta terça-feira (12), que a última sessão plenária será em 19 de dezembro. Não explicou claramente se os processos da Métis serão ou não julgados até o fim do ano. O tribunal apenas listou a relação de dezenas de processos em pauta à espera julgamento, entre eles os das maletas antigrampo do Legislativo.

A assessoria do Senado disse apenas que não existe processo contra Paulo Igor “após ou sobre” a Operação Métis. O processo se refere a supostas faltas ao trabalho dele. “Não é do conhecimento do Senado Federal manifestação do Ministério Público Federal no sentido de que qualquer processo administrativo tenha sido instaurado por ‘retaliação’’’, completou a assessoria da Casa.

A defesa de Pedro Ricardo e os senadores têm negado as acusações.


10/12/2017
Por Edilson Silva em Caicó, Jucurutu, Policial

Colisão entre motocicletas deixa vítima fatal na RN-118 em Caicó, próximo à EMPARN

De acordo com as primeiras informações chegadas à redação do Blog Jair Sampaio, o acidente ocorreu na noite deste sábado, 9 de dezembro, na RN-118, próximo à EMPARN, na saída para Jucurutu.

No sinistro, ocorreu uma colisão entre duas motocicletas, uma Honda CBX 250 Twister de cor prata e placas MXP 5216 conduzida por Manoel inácio de Oliveira Júnior (vítima fatal); e uma Honda Biz 125 de cor vermelha e placas QGH 3214 conduzida por Lailson Ananias de Araújo e que tinha como passageira Luziane Pereira da Silva, estes tiveram apenas escoriações pelo corpo.

A vítima fatal possuía 34 anos de idade, era servente de pedreiro e residia no distrito Laginhas. Samu, Corpo de Bombeiros e Polícia de Trânsito foram acionados para a realização dos procedimentos cabíveis.


10/12/2017
Por Edilson Silva em Policial, Política

Corrupção no RN: PGR acusou Agripino de fracionar depósitos de propina para burlar autoridades

Em denúncia apresentada em setembro deste ano no Supremo Tribunal Federal (STF), mas tornada pública apenas nesta semana, o então procurador-geral da República Rodrigo Janot acusou o presidente do DEM, senador Agripino Maia (RN), de adotar uma prática comum para escapar do controle das autoridades financeiras. Ele teria feito vários depósitos em valores abaixo de R$ 10 mil — que não são monitorados — em sua conta entre 2012 e 2014. Segundo Janot, era dinheiro de propina para favorecer a empreiteira OAS nas obras da “Arena das Dunas”, em Natal, um dos estádios da Copa do Mundo de 2014.

O ex-procurador-geral denunciou Agripino por corrupção passiva e lavagem de dinheiro e pediu que ele seja condenado à perda do cargo público e a devolver R$ 900 mil aos cofres públicos. Agripino nega as acusações e tachou a denúncia de leviana. O julgamento do recebimento da denúncia está marcado para ocorrer na próxima terça-feira na Primeira Turma do STF. O relator é o ministro Luís Roberto Barroso. Caso a denúncia seja aceita, Agripino se tornará réu. Só então terá começo a ação penal que poderá levar à condenação ou absolvição do presidente do DEM.

André de Souza, O Globo


09/12/2017
Por Edilson Silva em Policial, Política

General acusa Temer (PMDB) de fazer balcão de negócios e volta a defender intervenção

O general da ativa Antônio Hamilton Martins Mourão afirmou que o presidente da República, Michel Temer, faz do governo um balcão de negócios para manter-se no poder.

A Constituição estabelece que as Forças Armadas são, em última instância, subordinadas ao presidente. Ele também voltou a fazer uma defesa da intervenção militar como solução para a crise política no Brasil durante palestra proferida nesta quinta-feira, em Brasília.

Não há dúvida que atualmente nós estamos vivendo a famosa Sarneyzação (em referência ao ex-presidente José Sarney). O nosso atual presidente vai aos trancos e barrancos buscando se equilibrar e mediante o balcão de negócios chegar ao final de seu mandato”, disse o general.

De O Estado de S.Paulo


08/12/2017
Por Edilson Silva em Policial, Política

Corrupção no RN: Ministério Público Federal denuncia Henrique Alves (PMDB)

O Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF/DF) denunciou o ex-ministro do Turismo e ex-presidente da Câmara dos Deputados Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) à Justiça, nesta quinta-feira (7), pelo crime de lavagem de dinheiro. Segundo a ação, o político recebeu propina ligada às obras do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro, e enviou o dinheiro para paraísos fiscais.

O caso foi remetido para a 10ª Vara Federal e decorre das investigações da operação Sépsis – feitas pela mesma força-tarefa que coordena as operações Greenfield e Cui Bono. Se a denúncia for recebida, Henrique Alves pode virar réu por lavagem de dinheiro cometida em 2014 e 2015.

O ex-ministro já responde pelo mesmo crime e por corrupção passiva nos autos da operação Sépsis, por práticas supostamente cometidas em 2011. Advogado de Henrique Alves nesse caso, Marcelo Leal afirmou ao G1 que não tinha sido notificado da denúncia até o fim da tarde e, por isso, não teria como comentar o caso.

O político está preso desde o último dia 6 de junho, quando a operação Manus foi deflagrada. Segundo a PF, mesmo na prisão, Alves comandava um esquema de ocultação de bens e fraude em licitações.

No último dia 26, dois assessores do ex-ministro e um funcionário do Ministério do Turismo foram presos por relação com esse suposto esquema, em uma operação intitulada Lavat.

Porto Maravilha

De acordo com a denúncia, o político usou contas em paraísos fiscais para “encobrir a propina paga pela Construtora Carioca, uma das responsáveis pela obra Porto Maravilha, no Rio de Janeiro”. O MPF calcula que o valor desviado ultrapasse a cifra de R$ 1,6 milhão.

Segundo a ação, essas transações foram feitas por uma offshore da qual Alves era beneficiário, chamada Bellfield. O MPF afirma que a propina foi creditada a pedido do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Dados que comprovariam essa movimentação foram obtidos com instituições financeiras internacionais, depois que as investigações dessas contas foram transferidas da Suíça para o Brasil.

G1




Facebook


Twitter