31/05/2019
Por Edilson Silva em Política

São Paulo supera expectativas e reúne mais de 150 mil pessoas em ato pela educação e contra Bolsonaro

A cidade de São Paulo decidiu mandar um recado claro a Jair Bolsonaro e ao ministro Abraham Weintraub, nesta quinta-feira (30). A manifestação na capital paulista superou as expectativas mais otimistas e, por enquanto, já reúne mais de 150 mil pessoas, segundo a organização.

No entanto, esse número deve crescer ao longo da noite, pois muita gente ainda está se juntando à manifestação, depois de sair do trabalho.

O ato teve início por volta de 17 horas, com a concentração no tradicional Largo da Batata e neste momento está a caminho do Masp, na Avenida Paulista.

Estão presentes inúmeras lideranças, como o deputado federal Paulo Teixeira (PT), Guilherme Boulos (PSOL), Marianna Dias, presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE), além de outras lideranças estudantis e de professores.

Força popular

Em entrevista à Fórum, Marianna Dias declarou: “Para aqueles que duvidaram que nós tínhamos capacidade de transformar esse Brasil num Brasil melhor, com a força popular e com os estudantes nas ruas, essa é a resposta que nós damos”.

Ela disse, ainda: “Acabamos de saber que o ministro da Educação fez uma carta oficial do MEC, dizendo que estudantes, professores e funcionários não podem falar sobre manifestação em horário de aula. Será que a ditadura chegou hoje ao Brasil? O ministro está querendo cercear os direitos dos estudantes”, acrescentou.

Marianna mandou um recado para Abraham Weintraub: “Ministro, durma com esse barulho, porque seu pesadelo chegou e no dia 14 nós vamos fazer a maior greve geral desse país. Não vai ter um aluno em sala de aula, porque a nossa aula vai ser no protesto”.



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