13/02/2014
Por Edilson Silva em Jucurutu, Policial, RN

Caso F. Gomes: Ex-pastor e advogado são pronunciados para irem a Júri Popular; tenente-coronel e soldado não

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Sidney Silva informa em sua página que o juiz Luiz Cândido de Andrade Villaça, prolatou sentença de pronuncia mandando para julgamento popular, dois dos réus do processo da morte do jornalista Francisco Gomes de Medeiros, (F. Gomes). O advogado Rivaldo Dantas de Farias e o ex-pastor evangélico, Gilson Neudo Soares do Amaral, devem sentar no banco dos réus, enquanto o tenente-coronel Marcos Antônio de Jesus Moreira e o soldado da PM Evandro Medeiros, foram impronunciados, ou seja, não irão a Júri.

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A sentença foi divulgada no Diário da Justiça Eletrônico, desta terça-feira, (12). A data do julgamento ainda não foi confirmada.

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Consta na sentença que o Ministério Público apresentou alegações finais no processo, em forma de memoriais favoravelmente a pronúncia de Rivaldo e Gilson Neudo e pela impronúncia de Evandro e Marcos Moreira. O advogado, Jandui Fernandes, que atua no processo defendendo os interesses da família de F Gomes, discordou da posição do promotor Geraldo Rufino, em relação aos dois que não foram pronunciados.

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Com relação a prisão de Gilson Neudo, o magistrado decidiu por mantê-la. A prisão preventiva do acusado foi decretada com fundamento na preservação da ordem pública, inclusive relata que tomou conhecido de possíveis ameaças feitas a familiares do corréu, Lailson Lopes.

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Observo que o réu permaneceu preso durante todo o processo e que não se vislumbra o desaparecimento das razões que ensejaram a decretação da prisão preventiva. Por essas razões, não lhe concedo o direito de recorrer em liberdade, mantendo o decreto de prisão cautelar, até porque há notícias de que o acusado esteve ameaçando os familiares do corréu Lailson Lopes, figura chave das investigações, necessitando-se, portanto, assegurar a garantia da ordem pública“, destaca.

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Com relação ao corréu Rivaldo Dantas, o juiz afirma que já existem medidas cautelares que lhe foram aplicadas e que com o passar do tempo, elas não estão sendo descumpridas. Sendo assim, manteve a liberdade provisória do réu por não haver motivos para nova decretação de sua custódia cautelar.

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